sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Volta ao Portugal de hoje, de ontem e de amanhã

 
 Cabe aos cientistas inventar os meios e ferramentas para o progresso da humanidade e das sociedades.
Cabe aos experientes governar as nações e as sociedades, para garantir o progresso continuo dos povos, sem que de vez em quando haja sobressaltos, quebras bruscas na qualidade de vida das pessoas.
Foi por nas ultimas décadas não ter estado à frente destino e governação das sociedades o saber e a experiência, que neste momento as mesmas atravessam um período difícil.
Foi por a ilusão dos falsos ensinamentos empacotados terem ocupado lugares que seriam próprios da experiência e conhecimento, que uma grande parte da humanidade está a pagar muito caro, incluído muita gente que até contribuiu com muito progresso e bem estar.
Estes fortíssimos erros que foram cometidos pela goluseima e atrevimento dos falsos conhecimentos, fizeram com que tivesse havido uma quebra brusca no nível de vida de quase todas as sociedades que estavam em franco desenvolvimento.
A ciência progrediu e a governação não sobe aproveitar esta condição, desprezandoa de uma forma muito má.
A foto do lado esquerdo, mostra-nos equipamentos que sendo bem aproveitados seriam um avanço na qualidade de vida das pessoas, mas as más governações desprezaram o saber da ciência e destruíram grande parte das vantagens que esta nos trouxe.
A foto do meio, mostra-nos uma evolução extraordinaria nas qualidades habitacionais e laborais que fariam dar um salto enorme na qualidade de vida das pessoas e no produtividade se tivessem sido bem aproveitadas por quem gere e governa. Mas nestes lugares não estavam as pessoas certas nos lugares certos, foram usurpados e assaltados por quem não tem escrúpulos nem sentido da realidade.
A foto do lado direito, mostra-nos uma ilha que tem por nome Tróia, no centro-sul-litoral de Portugal, que nas ultimas décadas por más governações tinha sido atirada para o desprezo perdendo toda a riqueza e progresso que tinha adquiro nas décadas anteriores.
Mas agora nos últimos meia dúzia de anos, a experiência e boa governação voltaram a tomar conta desta pérola que tinha sido destruída pelos abusos, e lá está novamente o progresso do futuro com gente responsável e de conhecimento.
Actualmente assistimos à reviravolta em consequencia dos abusos e atropelos feitos por quem quis desprezar o conhecimento, a experiência, o saber, a responsabilidade com vontade de construir o futuro.
Os povos têm saberes milenários e eternos, e, dizem que a verdade é como o azeite: virá sempre ao de cima.
Assim está a acontecer agora com a situação em resposta aos atropelos que foram cometidos nas ultimas décadas.
A verdade e a razão serão repostas nos próximos anos, mas vão ficar marcas muito vincadas em consequencia dos atropelos que foram cometidos nas ultimas décadas.


sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Volta ao Portugal de hoje, de ontem e de amanhã


 Nunca como agora foi tão necessário dizer a verdade, e nunca como agora houve tanta esitação (medo) em dizer a verdade.
As pessoas da sociedade que se veio criando ao longo das ultimas décadas, vagueiam, olham, param, não escutam porque não estão interessadas (salvo raras excepções ) por vezes vem a tentação e olham de soslaio e lá vão escutando alguma coisa mas não dão muita importância porque de facto não estão muito interessadas em analisar a sociedade e ouvir a verdade. O que elas querem é manter um nível de vida despreocupado e sem problemas de maior.
Quando aparece alguem corajoso/a em dizer a verdade porque já está muito próximo para acontecer, a reacção de muitos é não querer saber, e se, estão obrigados a ouvir, dizem que essa verdade é profecia maldizente, embora lá no fundo sabendo que de facto é mesmo verdade mas têm medo da verdade. Porquê?... porque foi uma sociedade que se criou ilusoriamente com a promessa do paraíso que nunca haveria de vir e essas mesmas pessoas ainda não querem acreditar que nunca terão esse paraíso.
As fotos a ilustrar, a primeira do nosso lado esquerdo, representa os cidadãos que se movimentam em publico de cara escondida por terem vergonha de terem vivido uma vida (entenda-se algumas décadas) pensando coisas e acreditando em mentiras que agora estão a ser desmascaradas na falsa sociedade que se criou.
A foto do meio, representa aquelas pessoas que nunca se deixaram enganar, percorrem mundo à procura da cara da verdade, pacientes, esperam o tempo que for preciso para ver bem a verdade e fotografá-la para a expor à frente daqueles que não a procuram para não a verem. Estes, preferem continuar a viver enganados para o resto da sua vida, porque se automentalizaram que a vida para eles já será muito curta, mesmo aqueles que ainda são jovens no cartão de identidade, preferindo viver enganados e a perder qualidade de vida, a fazerem algum esforço para mudarem para melhor. Pois o mais provável é que eles ainda vivam muito tempo!...
A foto do nosso lado direito, indícanos o local para onde estão a partir sem demora, os cidadãos que querem dar inicio a uma nova vida e uma nova sociedade.
Uma nova sociedade que tem que partir da naturalidade sem vícios da sociedade que está em agonia, lutando contra os vícios que são tantos que já os confundem, vícios perigosos com direitos adquiridos.
A nova sociedade que está a emergir do mundo natural, não está a perder tempo, enquanto os agarrados ao mundo dos falsos direitos adquiridos, travam a luta renhida contra tudo e contra todos até submergir no lago que quase já não tem água.
Eles ainda não se aperceberam que os que estão a partir já desacreditaram completamente neles, já não se querem deixar enganar mais, por eles sim profetas das más intenções, que nada mais fizeram que viver parte da sua vida lutando por fazer uma vida apoiada na riqueza que outros criaram.
Mas ainda vão ter tempo de ver estes que estão a partir das bases criando a nova sociedade que será a verdadeira sociedade do futuro.


sábado, 10 de novembro de 2012

Volta ao Porugal de hoje, de ontem e de amanhã em 40 anos

Julieta acabara de concluir a sua licenciatura de três anos na escola superior e um dos seus sonhos enquanto estudava era ser escritora.
Agora, que se viu mais dispensada de passar livros a correr, talvez fosse a altura de começar já a escrever livros para pôr nas livrarias, pois já lá tinha visto alguns de pessoas suas conhecidas que tinham feito um percurso académico parecido com o dela, mas Júlia parece que não se sentia muito à vontade para começar a escrever o livro que imaginara. Não era que não lhe faltasse assunto para pôr lá, mas sentia que não devia pôr no seu livro aquilo que tinha aprendido noutros livros. Assim, não iria acrescentar nada de novo, isso já os outros o tinham dito, embora pudesse ter sido dito por outras palavras, claro que Júlia arranjaria sempre outras palavras para falar do mesmo assunto. Nisso tinha-se especializado bem em todas as escolas por onde passou, desde os seus 5 anos até aos 23 anos quando terminou a licenciatura.
Júlia era uma das raras que reconhecia que deveria aprender algo por ela própria para acrescentar ao que tinha aprendido nos livros entre quatro paredes.
Já tinha reconhecido que havia muita gente que não se preocupava em pôr ou inventar algo de novo para acrescentar. O plagiato era o prato forte do mundo que conhecia. Havia excepções, mas eram muito raras. e ela queria ser uma delas.
Assim, decidiu dar inicio ao principio da aprendizagem e começar pela essência das coisas, bem da origem, só assim poderia conhecer as coisas tal e qual como elas são.
A foto do lado esquerdo, mostra como podemos chegar directamente à origem das coisas e a partir daí começar a investigar e começar a perceber com é que as coisas se desenvolvem, os seus métodos e o seu progresso e processo de crescimento.
A foto do meio, mostranos que é através do contacto com o povo e a sociedade real que podemos observar qual o comportamento verdadeiro e puro das pessoas, quer individualmente, quer em sociedade. É  aqui que podemos ver e ter a certeza se é verdade ou mentira aquilo que muitos escritores põem nos seus livros, que não fizeram mais nem menos do que copiar o que leram noutros livros, e, por vezes esses mesmos livros também foram escritos por alguém que teria feito a mesma coisa.
A foto do nosso lado direito, mostranos que são estes meios que podemos utilizar para conseguirmos chegar a onde queremos para adquirirmos os conhecimentos que precisamos para pôr aonde quisermos.
Se assim não o fizermos, continuaremos com saudades de quando entravamos numa livraria e um livro era de facto onde iríamos aprender algo de novo, para que termine o tempo em que entramos numa livraria e vê-mo-la cheia de livros muito bem apresentados na sua embalagem perfeita e sedutora, depois compramos, começamos a ler e passadas algumas dezenas de páginas concluímos que tudo aquilo já sabíamos porque já tínhamos lido noutros livros, embora por palavras e métodos diferentes.
Júlia meteu pés ao caminho, iniciou a caminhada de início e desde o principio, esqueceu que tinha uma licenciatura, abandonou a aprendizagem de entre quatro paredes, começou a aprender tudo ligado à pratica e à essência das coisas e não tem dúvidas de que dentro do tempo necessário para aprender, testar, verificar pondo em pratica os seus trabalhos, vendo que de facto o que ela foi investigando e testando deram resultados novos que ninguém os tinha apresentado e assim, sim, tem a certeza e a alegria de um dia irá escrever os seus livros de sua origem e com ensinamentos que irão valorizar o mundo e a sociedade de amanhã, e qualquer leitor que os compre nunca se arrependerá nem darão o seu dinheiro por mal empregue.

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Volta ao Portugal de hoje, de ontem e de amanhã

 
 Paraíso prometido, adquirido por direito natural e democrático, ilusório e insustentável.
Agora, reconstruir toda uma condição natural e sustentada, que já existiu ainda não há muitas décadas.
O Éden das pétalas vermelhas estava perto e existia, era só querê-lo, porque ele existia, pura ilusão.
É fácil construir um Éden só para os nossos olhos verem durante alguns minutos ou durante algumas horas, mas para o nosso corpo viver a vida inteira não pode ser ilusório, tem que ser mesmo natural e bem construído e duradoiro, por décadas, por séculos. É o que nos mostra a foto do nosso lado esquerdo.
A ilusão de que todos os nossos gostos e caprichos podiam ser sustentados e gozados em cada momento e hora, foi sol de pouca dura. São aos milhares as pessoas que passaram a  fazer despesa com criaturas que não produzem, mas que faziam consumo exactamente como aquelas que produzem ( foto do meio). Levar essas criaturas a passear ao parque dos seres humanos que se estão a criar para no futuro produzirem para compensar o que já consumiram e para os futuros que precisarão de consumir sem ter ainda capacidade para produzir.
Esta cidadã acha que as duas criaturas que junto ao seu corpo, podem consumir exactamente nas mesmas condições como aqueles que produzem.
Erro monumental, destruidor e secular, e assim levará tempo a ser corrigido.
A foto do nosso lado direito, mostra-nos a forma acelerada e possante que os mesmos precisarão de utilizar durante muito tempo para repor a situação que foi desvirtuada e descontrolada. Quanto mais tempo demorarem com discursos demagógicos a entreter o outro, mais penoso e sacrificante será para voltar a ter uma vida normal ( não uma vida faustosa e enganadora como aquela que muitas pessoas tinham até aqui ) mas sim uma vida bem gerida, bem governada de acordo com as posses de cada um.
É  missão principal e prioritária que cada um agora precisa antes de tudo, pois muita gente faliu não por falta de dinheiro, mas sim por não o saber gerir.
Há um proverbio popular que diz: sabe-lo ganhar e não o saber gastar, é pior que não o saber ganhar.
E este mal foi o mal de muita gente, é que nunca aprenderam a saber gastar. Por muitas resmas de dinheiro que se dê a quem nunca soube gastar o dinheiro, esse nunca sairá da miséria.
Assim, muita gente, agora, a primeira coisa a fazer e tirar um curso de saber gastar o dinheiro. Depois, tirara outro curso de saber como ganhar dinheiro.
Mas estes dois cursos, têm que ser tirados enquanto se trabalha, e não pode estar à espera que sejam os outros a arranjar-lhe emprego. Tem que ser ele próprio a criar o seu posto de trabalho, porque a palavra emprego está a desaparecer a grande velocidade.
Quando todos pensarem criar o seu posto de trabalho, pode ser mesmo na empresa do outro, do Estado, ele, trabalhando com dedicação e responsabilidade sem querer roubar tempo à entidade patronal, nunca mais faltará trabalho/emprego para todos.