sexta-feira, 22 de junho de 2012

Volta ao Portugal de hoje, de ontem e de amanhã




 A 2ª metade do século XX foi a preparação para a mudança milenar que se aproximava.
Hoje, vemos os "sociólogos de renome" acompanhadas de figuras responsáveis pelos caminhos que as sociedades seguiram nas ultimas décadas, a correr de congresso para congresso, querendo expor as suas ideias, pensando que é com essas ideias que ainda conseguirão inverter o rumo, que eles pouco vêm, que as coisas estão a tomar agora.
Ora, o rumo que as coisas estão a tomar é consequencia das decisões dos últimos tempos mais próximos e também de datas mais longas.
O sociólogo formado nas ultimas décadas mais recentes diz que o trabalho não tiras as pessoas da pobreza!........... pois, porque foi assim que ele entendeu a sociedade. Foi assim que lhe disseram que as coisas eram assim!..., como ele não teve tempo para pensar, não se apercebeu do engano em que estava a ser envolvido.
Como é que pode crescer uma sociedade sã e bem pensante quando se vieram construindo cidades com belas praças espaçosas a pensar em colocar lá monumentos inspiradores, ou seja: monumentos que inspirem o cidadão à construção de uma sociedade com cultura segura, progressiva e duradoura como vemos em muitas cidades pelo mundo fora.
Se viajarmos e percorrermos cidades e localidades por esse mundo fora, não é raro encontrar em todas as culturas, monumentos seculares e até milenares que nos demonstram a forma como os nossos antepassados preparavam o futuro!..
Mas em cidades que foram construídas com espaços para colocar lá monumentos para a inspiração verdadeira, agora foram colocados lá objectos (que nem se lhes pode chamar monumentos) (1ª foto do nosso lado esquerdo) que dentro de pouco tempo não será mais do que um monte de ferrugem a apodrecer.
Será que as pessoas que estão na foto do meio, estão juntas mas isoladas a pensar sobre horizontes sem fim, tão parados à procura de vislumbrar algum caminho que procuram, para se levantarem e seguirem esse caminho?...
Provavelmente a resposta estará na foto do lado direito, partir em grande velocidade num dos veículos que levou a humanidade às grandes conquistas e progressos...
Também não precisaremos de recuar tanto... bastará que saibamos utilizar os veículos modernos que dispomos hoje com as vantagens que nos oferecem, partido em velocidade bem pensada para lá chegar com segurança. Foi para estes fins que a ciência evoluiu a passos largos nos últimos tempos, para ser utilizada no bom sentido, e não no mau sentido como tem sido utilizada nas ultimas decadas, para a grande mudança que se avizinha.
Mas ao contrário do que diz o tal "sociólogo", será sempre com muito trabalho que as sociedades progridem.

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Volta ao Portugal de hoje, de ontem e de amanhã





 Precisamos de regressar o mais rapidamente possível à produtividade alimentar sustentada e autentica.
O maior problema do nosso país não é falta de dinheiro, mas sim produtividade autentica e sustentável.
Assim como aconteceu nos números nas instituições financeiras, números empolados e fictícios, que destruíram por tempo indeterminado essas instituições e muitas desaparecerão para nunca mais voltarem, culpa e responsabilidade de muitos, que alguns ainda se pavoneiam por algumas dessas instituições, embora já com menos arrogância e de cara já um pouco cabisbaixa, mas ainda circulam por aí.
Na produção alimentar também aconteceu um pouco da mesma maneira:
À base de produtos químicos, hormonas e outras coisas parecidas, pensavam que substituíam a produção sustentada e saudável, que grande parte dela era biológica por natureza, os produtores estavam a fazer essa produção biológica sem exigir qualquer contrapartida, só queriam que lhes comprassem os produtos a um preço razoável.
Mas as novas leis, sobrecarregaram uns com impostos, para transformar esses impostos em subsídios para pagar a esses que estavam a fazer um bom trabalho, para não produzirem. Era ve-los com as suas pequenas organizações parados à espera que lhes entregassem esses subsídios prometidos.
E assim, a produção alimentar sustentada e saudável desapareceu quase por completo. Até que a produção alimentar produzida industrialmente acabou por também ficar insuportável em termos de custos  e por falta de quem ali quisesse trabalhar. Os que deveriam ir trabalhar para lá, não iam e ficavam à espera do ordenado vindo dos subsídios para os que não queriam trabalhar, enquanto esses produtos iam arruinando a saúde das pessoas.
A foto do nosso lado esquerdo não é a mítica ilha de Tróia que foi destruída pelo fogo ateado por aqueles que já não suportavam  a sociedade insuportável que lá vivia algures situada entre o Mediterraneo e o Médio Oriente, mas sim uma ilha situada na costa portuguesa agora renovada depois de uma rasia feita não pelo fogo mas sim pela má gestão do homem durante algumas décadas que provocou o abandono total. Agora recuperada e já bem administrada, aí está ela para durar e progredir.
As fotos do meio e do lado direito, mostram sem duvida nenhuma, espaços de produção alimentar que não se deixou iludir pelos subsídios fáceis, mantendo a estrutura vinda dos tempos sem ilusões e assim hoje continua sem sobressaltos com a sua boa produção e bom progresso.
Precisamos de regressar sem perdas de tempo, ao tempo da produção alimentar sustentável, saudável e confiante.
Já vemos alguns sinais de progresso nesse sentido, mas ainda temos demasiadas pessoas hesitantes. Felizmente que a viragem deu-se antes que acabassem as gerações que ainda se lembram da realidade. E assim servirão de guias para recomeçar o bom caminho em todos os sentidos.



sexta-feira, 8 de junho de 2012

Volta ao Portugal de hje, de ontem e de amanhã


 A gloriosa era da electrónica que chegou nas ultimas décadas a todos os cidadãos, se isso não tivesse acontecido, não estaria eu aqui e agora a comunicar com o mundo inteiro, mas faltanos saber ao certo, porque é que aconteceu, que tão mal foi aproveitado este enorme avanço da ciência.
A obra colossal da foto do nosso lado esquerdo, talvez nem os que a construíram se tivessem apercebido do enorme valor e importância que haveria de dar ao nosso país. Mas concerteza também não lhes foi alheo a transformação que viria a imprimir na economia nacional e no desenvolvimento regional.
Agora, uns remendozinhos que se vão acrescentando a esta obra, só alguns conseguem ser feitos porque outros vão sendo travados a protesto de não se sabe bem de quê, mas no fundo todos nós sabemos bem o porquê desses entraves. Forças há que não querem que as regiões se desenvolvam!..
Mesmo assim, só com muita insistência e patriotismo é que se consegue ir juntando algumas pequenas obras à tão grande e gigantesca obra, que foi feita quando não havia computadores a fazer rapidamente os cálculos do cimento e os incontáveis subsídios vindos da UE que esses subsídios não são mais nem menos do que os impostos de quem trabalhamos, para serem mal gastos por quem não trabalha.
Também foram feitas essas grandes obras, quando a percentagem de doutores e engenheiros no nosso país sobre a população era 10 vezes inferior à actual, mas com uma diferença: os doutores e engenheiros formados nesse tempo, 30% eram medíocres e 70% eram bons. Agora inverteram-se os valores: 70% são medíocres e 30% são bons. Também pisei o chão de uma faculdade e sei do que falo.
Nas ultimas décadas os grandes fundos e tecnologias vão em boa parte para a foto do meio. Enquanto uns ateiam fogo à floresta, outros compram meios tecnológicos com os respectivos fundos financeiros já falados, para apagar os incêndios.
Criei-me junto de um sobreiral com milhares destas árvores centenárias e outras de várias espécies, que me habituei a ver aquelas árvores frondosas, para além da sua riqueza em cortiça e madeira, que olhávamos lá para o cimo e lá criavam e descansavam: Rolas, Pombos Bravos, Gaios e outra aves especiais de grande porte e raras mas que protegiam o equilibrio da natureza.
Este sobreiral foi consumido pelo fogo, que depois, segundo apuramento das autoridades, foi ateado por quem considerado irresponsável, mas que estava a viver com os ditos subsídios dos nossos impostos, se divertia a atear fogos para ver as sirenes dos Bombeiros a tocar.
Calcula-se que levará centenas de anos a repor essa floresta tal qual como estava. Se se vier a repor!..
Também vemos como a foto do nosso lado direito demonstra, quem viva dessa maneira, apoiado e fazendo uso das novas tecnologias para esses fins.
Será que a viragem vai repor a naturalidade fazendo uso das novas tecnologias? Esperemos que sim!...

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Volta ao Portugal de hoje, de ontem e de amanhã


 Até o filósofo importante, aquele que escreveu livros, que quase de leitura obrigatória nas escolas, impondo as suas ideias na sociedade, diz que: ninguém nos diz para onde devemos ir!...
"Novos e velhos" (ponho novos e velhos entre aspas, porque na realidade não existem novos e velhos) mas digo novos e velhos, porque acabou de capitular uma sociedade que utilizava muito a expressão novos e velhos.
Quem tivesse mais de 35 anos era velho. Novos eram aqueles que tinham menos de 35 anos. Por isso, esta sociedade capitulou.
Dizia-me na década de 90 do século passado um Gestor de Empresas de carreira internacional, com 70 anos, tinha sido um dos melhores gestores da sua geração.
Empresas novas a iniciar pediram-lhe para que lhes indica-se gestores promissores de carreira, que ele achasse que viriam a ser futuros bons gestores.
Começou por indicar pessoas entre os 40 e 45 anos, mas chamando à atenção que ainda eram um bocado novos, mas com mais alguns anos de experiência seriam bons futuros gestores.
Essas empresas responderam-lhe que nem pensar nisso, eles nunca aceitariam gestores com mais de 35 anos nas suas empresas.
Essas empresas, hoje, já faliram quase todas.
Claro que essas empresas quando abriram, foi só à procura dos subsídios. Os subsídios acabaram e elas encerraram.
A primeira foto do nosso lado esquerdo é um retrato da sociedade que capitulou.
Os de com mais idade, a maioria deles desanimadamente desistiu e foram para os bancos do jardim à espera que a morte os leve.
Os de menos idade, a maioria deles sentaram-se nos bancos dos jardins e discutir aquilo que não sabem, porque não lhes ensinaram, não lhes quiseram ensinar e eles ficaram à espera que tudo lhes aparecesse feito. O paraíso que lhes prometeram e que nunca terão.
Restam cerca de 30% dos com mais idade e com mais sabedoria e também cerca de 30% dos com menos idade e com menos sabedoria, mas todos estes, são aqueles que vão repor a nova sociedade a laborar, a criar riqueza e que daí virá a nova sociedade do futuro. Porque estes não têm nada a ver com os que se sentaram no banco do jardim. estes são gente dinâmica que todos os dias aprendem, todos os dias ensinam o verdadeiro saber, com mais ou menos idade, sem haver novos ou velhos, porque a sociedade e a humanidade é composta por todas as pessoas vivas,  aquele saber que constrói o futuro verdadeiro.
A foto do meio, se ampliarmos a foto e repararmos que por entre as pernas da cabra, está uma cara de pensador que talvez possa ensinar ao filosofo dos livros, como se constroi uma sociedade e que assim como as cabras, não ficam à espera que alguém lhes diga para onde devam ir procurando o futuro. Nós próprios temos o dever e a obrigação de aprender a saber para onde devemos ir. E não temos o "direito" (escrevo direito entre aspas porque a sociedade que acaba de capitular foi uma sociedade só de direitos e não uma sociedade de deveres e obrigações. Por isso capitulou.
Será que será a sociedade da foto do lado direito que vai pôr uma nova sociedade em marcha?