sexta-feira, 27 de maio de 2011

Volta ao Portugal de hoje, de ontem e de amanhã

(Clicar nas fotos para ver em tamanho maior)
Estas três fotos dão alguns indícios da situação actual do nosso país, como se desenvolveu nas ultimas décadas e como caminha para o futuro.
Temos uma agricultura abandonada e importamos a maior parte dos produtos alimentares que consumimos.
Construimos o maior lago artificial da Europa mas não o estamos a saber explorar convenientemente.
Temos uma juventude que acampa no Rossio e escreve que esta é a Revolução deles.
Nas ultimas quatro décadas, sem duvida que Portugal mudou muito.
Em 1972, era eu muito jovem, estava fora de Portugal e recordo-me de ter vindo a Portugal um conterrâneo e quando regressou dizia que já não valia a pena sair de Portugal, pois em Portugal já se vivia melhor que no estrangeiro. Dizia ele que todas as pessoas já tinham bons carros e viviam uma vida farta e próspera.
Assistíamos por toda a Europa e por todo o mundo ocidental a um clima de desenvolvimento fantástico. Recordo-me de ler jornais e chamavam à Europa Ocidental o clube dos países ricos. As pessoas estavam a viver um período de progresso e aqueles países que ainda tinham regimes políticos ditatoriais estavam a preparar-se para abandonar esses regimes e iniciar uma sociedade democrática. Mas era necessáro fazer essa mudança sem sobressaltos para não desestabilizar a economia.
Regressei a Portugal em 1973 e encontrei uma sociedade embora a viver economicamente e financeiramente de uma forma desafogada, mas em termos culturais ainda se vivia um bocado com o que tinham aprendido entre quatro paredes.
A população em geral estava a evoluir bem, fruto do que já tinham viajado, mas nas escolas e Reparições Públicas obtinham-se muitos documentos e canudos à base de cunhas e subornos.
Com o eclodir do golpe de estado do 25 de Abril gerou-se uma grande confusão, não se acabou com muitos dos males, simplesmente passaram a existir de outra maneira.
Em 1978 numa aula numa faculdade, o professor incitava para os alunos verem e exigirem os direitos que a Constituição Portuguesa nos dava. Um dos alunos respondeu: o que é que interessa estar escrito na constituição se depois o país não tem posses para cumprir (esclareço que os alunos éramos todos trabalhadores estudantes nocturnos), já não sabíamos só o que aprendíamos nos livros.
Em inícios da década de noventa, estava eu num seminário profissional e um dos oradores alertou para: que a classe politica governante estava a criar uma sociedade que só sabia exigir direitos e não tinha obrigações.
Recentemente em princípios de 2011, um ex-Presidente da República que foi o primeiro Presidente a seguir ao inicio da constituição que foi aprovada com o 25 de Abril, disse que Portugal a seguir ao 25 de Abril quis criar um Estado Social que se sabia que não tinha condições para o sustentar.
Nas ultimas quatro décadas construíram-se em Portugal excelentes e necessárias obras que desenvolveram muito o nosso país, mas a grande falha foi na formação da sociedade.
No campo laboral, verificamos todos os dias aquilo que nos espera a breve prazo...
No campo escolar, verificamos nas conversas e atitudes das pessoas que a percentagem de pessoas conscientes da verdadeira situação actual e para o futuro é muito baixa.
No campo intelectual e politico, verificamos através do que essas pessoas escrevam e dizem nos meios de comunicação social que estão maioritariamente desajustados da realidade. Por isso não podemos esperar muito dessas pessoas.
Resta-nos portanto, que saltem para os lugares que é necessário, as pessoas - que embora não sejam muitas mas existem - competentes e capazes de alinhar o nosso país e virá-lo de novo para o progresso, que é verdadeiramente o objectivo dos portugueses.



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sexta-feira, 20 de maio de 2011

Volta ao Portugal de hoje, de ontem e de amanhã



Fotos ilustrativas - clicar.
Continuamos com a Volta a Portugal em 40 anos e cada vez a aflição das mudanças que se estão a operar nas ultimas décadas do século XX e primeiras décadas do século XXI são mais aceleradas.
Há alguns anos atrás, eu dizia a amigos meus que nos próximos anos teríamos grandes mudanças na sociedade. Uns concordavam outros sorriam.
Há cerca de meio ano, eu disse aos mesmos amigos, que dentro de um ano teríamos fortes mudanças e dentro de dez anos teríamos uma sociedade completamente diferente. Os que antes sorriam, agora já ficavam calados e a olhar de lado para mim.
Como é que podem restar duvidas a quem anda minimamente atento, ao ver à frente dos nossos olhos o que se passa?...
Há dias noticiavam os órgãos de informação que os estudantes universitários iam entrar em greve porque tinham aumentado as refeições nas cantinas universitárias 0,20€ (vinte cêntimos) estavam a pagar €2,00 e passariam a pagar €2,2o por refeição (dois euros e vinte cêntimos).
Todos nós sabemos quanto custa ao cidadão comum que trabalha, uma refeição igual à de uma cantina universitaria (em média custa 10,00€ ) e de onde vem o dinheiro para subsidiar a diferença. Vem dos impostos dos contribuintes.
Vemos multidões de homens e mulheres com idades entre os 16 e os 40 anos a protestar que já não querem o subsídio mas querem que lhes dêem emprego, como que se algo ou alguém terá de lhes dar tudo. Eles não se sentem com obrigação de criar nada...
Há países em que os cidadãos ao atingir os 16 anos são obrigados a procurar uma actividade remunerada. Oitenta por centos dos estudantes desses países trabalham em conjunto com os estudos que estão a efectuar. Esses países estão em franco progresso.
Todos nós sabemos ao ponto em que chegou a economia e finanças dos países e o que é necessário fazer para pôr de novo a economia a funcionar.
Restarão duvidas a alguém bem pensante que fortes decisões e fortes mudanças são inevitáveis a breve prazo?
Todos nós sabemos que o progresso da sociedade é da responsabilidade de todos os cidadãos, mas a força do trabalho centra-se nos que atingem a idade dos 16 anos (idade de começar a trabalhar) até aos aos 40 anos.
Nos países que colapsaram, é precisamente nesta idade que a grande maioria dos cidadãos vive sem trabalhar e à custa de subsídios vindos dos impostos de quem trabalha.
Depois nesses países incluído o nosso como no caso dos subsídios, também nas ultimas décadas, cidadãos com mais de 40 anos de idade, a percentagem dos que passou a viver de reformas antecipadas que não tinham criado riqueza para elas, passou a ser assustadora.
Restarão duvidas a alguém bem pensante que fortes mudanças são inevitáveis?
Claro que não. Claro que fortes mudanças vêm aí e provavelmente serão mais fortes do que todos nós pensamos.
A sociedade cometeu muitos estrondosos erros nas ultimas décadas. Custa a crer como é que tudo isto aconteceu.
Por isso, fortes mudanças vão ser necessárias para pôr de novo a sociedade a funcionar, novos governantes terão de aparecer.
Cabe agora aos sociólogos, gente da especialidade e a todos os cidadãos em geral, analisar, publicar e discutir as causas que levaram a sociedade a cometer esta estrondosa derrota, para tentar evitar que jamais venha a acontecer.

sexta-feira, 13 de maio de 2011




O nosso país atravessa um momento sério e histórico!...
Portugal está a atravessar talvez o período mais delicado após a sua independência.
Há cerca de uma década, alguém disse que nas ultimas décadas em Portugal tinham acontecido coisas que poderiam pôr Portugal como País e como Nação em causa.
Na altura não faltou quem dissesse com sorrisos de desprezo, que isso era pessimismo. Mas não.. Era mesmo realidade.
Restanos agora, a valentia dos portugueses que mais uma vez não faltará e virá ao de cima e com certeza vai mesmo actuar.
Obviamente que os tempos hoje são outros. Estamos já no século XXI e a forma de ver as coisas e resolver as situações são deferentes. Tem que ser à base da inteligência e sabedoria. Hoje um povo já não se restringe a meia dúzia de mandões por vezes encapotados para tomar as decisões. As pessoas em geral, hoje evoluíram muito. Evoluíram mais e mais rápido as bases do cidadão comum, do que a histórica classe intelectual. Estes, preocupados em defender os seus direitos adquiridos por vezes à força bruta, não se aperceberam que o mundo estava a evoluir a uma velocidade como nunca. E, assim, deixaram-se ultrapassar. Agora não passam de arrelientos fazendo chinfrim nas televisões.
Isto não se passou só em Portugal, mas a nós agora interessanos pôr o nosso país em dia e recomeçar a vida a que temos direito próprio e não acreditar mais nos falsos mandões.
Portugal, neste momento tem que se organizar e sem perder mais tempo.
Só há alguns meses para cá, é que esses mandões, depois de estarem praticamente encurralados, é que se decidiram começar a aceitar qual o estado do país. Mas discursavam sem se lhes ouvir uma única palavra verdadeira como recuperar o país. Agora já se começa a ouvir dizer que para se recuperar o país é precisos trabalhar mais e gastar menos. Já há muito tempo atrás alguém cidadão comum dizia isto e algumas criaturas que estava à frente de decisões gozavam com quem dizia isso e riam-se.
As fotos que apresento, pela ordem da nossa esquerda para a direita, é por essa ordem que o país vai recuperar:
Começar por produzir géneros alimentares, estamos a importar cerca de 70% da nossa alimentação e os nossos terrenos foram deitados ao abandono cerca de 70%.
Replantação do país, pois o nosso país é essencialmente um país agriculta e com excelentes qualidades para produzir alimentos de qualidade das melhores do mundo. Somos um país rico nesse sentido, ao contrário do que querem fazer crer essas pessoas ruins que vão para as televisões a dizer que o nosso país é um país pobre e pequeno, mentirosos que cometem crimes contra o nosso país.
Depois, reequipar o país com infra-estruturas que permitam desenvolver o nosso país ao melhor nível da Europa e do Mundo.
Somos um país em termos de dimensão territorial situado na média mundial. Beneficiamos de um clima dos melhores do mundo. Não temos população a mais. Os portugueses são trabalhadores e inteligentes. Por que é que não havemos de ter um nível de vida dos melhores do mundo?...
Beneficiamos de condições para desenvolver actividades das mais promissoras do mundo: Tais como: o turismo e a ciência.
Por que é que nos havemos de deixar desgovernar por criaturas que só pensam em governarem-se a eles próprios?...
Acabo como comecei: Portugal está a atravessar um dos períodos mais delicados da sua história, mas agora penso eu que será para começar um período muito especial. Irão aparecer portugueses que vão pegar no país e fazê-lo andar para a frente.



sexta-feira, 6 de maio de 2011

Volta ao Portugal de hoje, de ontem e de amanhã
















Face ao período que estamos a atravessar e a viver, obriguei-me a sair das ultimas quatro décadas e ir ao início da nossa história. Estas três fotos representam períodos muito diferentes da nossa história.

A foto edifícios novos, representa o início do século XXI até 2010. A foto passeio maritimo representa a ultima metade do seculo XX. A foto mapa ibérico representa o inicio da nossa nação e história.

Quando 200 anos a.c. os romanos entraram na peninsula ibérica e chegaram ao extremo ocidente, o primeiro governador a instalar-se no territorio que lhe haVerificação ortográficaveriam de chamar Lusitania, disse: - no extremo ocidente da peninsula ibérica existe um povo que não se governa nem se deixa governar.

Logo no inicio da era de Cristo, Trajano, um filho lusitano nascido perto de Sevilha, governador da Lusitania e mais tarde imperador do Império Romano, desfez um pouco esse mito ingovernável do povo luisitano, que ao longo dos séculos e milénios haveria de demonstrar que de facto os lusitanos são um povo especial.

Talvez porque somos um povo descendente dos primeiros povos indoeuropeus, descendentes dos primeiros hominídios europeus que há cerca de um milhão e duzentos mil anos, se começaram a deslocar pela europa abaixo seguindo o Sol, porque era o Deus que adoravam, e quando esbarraram com o mar na costa ocidental que hoje é Portugal, se começaram a fixar e gerar uma raça humana proveniente de todos os povos europeus, que viria a dar um povo que mais tarde se viriam a chamar Lusitanos.

Afonso Henriques, um descendente de sangue francês e ibérico/árabe, haveria de formar um reino que se haveria de chamar Portugal, e os seus habitantes portugueses.

Na cidade de Zamora, que também pertenceu à Lusitania, está uma estátua de um homem de bronze com um grande carneiro ao seu lado que diz: Viriato - o terror de los romanos.

Todos nós sabemos que Viriato é um filho do território que hoje é Portugal, e talvez Viriato seja um dos Lusitanos que melhor expressou o pensar do povo lusitano.

Na idade média, Portugal foi um país que não só se governou bem, como soube governar e dar novos mundos ao mundo. Todos os verdadeiros portugueses e muitos estrangeiros, sabem reconhecer a obra que Portugal fez por esse mundo fora.

Mas agora, no final do século XX e inicio do século XXI, lembramo-nos perfeitamente que nas últimas décadas tem havido alguém que se movimentoa pelos corredores da governação do nosso Portugal e já tem dito: tem que se tomar as medidads tal, para Portugal não se tornar um país ingovernável.

Mas essas criaturas que têm dito isso, não representam verdadeiramente os portugueses!... Estão nos lugares da governação, por artimãnha e habilidades, para não dizer doutra maneira.

Se a nação lusitana/portuguesa não fosse de facto um povo especial, não teriam na idade média, quando este povo eram uns escassos dois ou três milhões de habitantes, dado mundos ao mundo. Continuamos a ser um povo especial, Está-nos no nosso génesis. E a prova é que hoje com dez milhões de habitantes no nosso país, mais cerca de cinco milhões de luisitanos espalhados pelo mundo inteiro, continuamos a ter portugueses que são os melhores do mundo em todas as áreas!... desde a ciência ao desporto, em particular na área laboral.

Simplesmente Portugal está no estado em que está neste momento, porque os falsos portugueses apoderaram-se do espaço das decisões do nosso país nos ultimos tempos e levaram o país à situação em que está.

Mas os portuguese, mais uma vez e sem demora, vão dar de novo cartas ao mundo e demonstrar mais uma vez quem é a alma Lusitania.

Portugal dentro em breve será governado por verdadeiros portugueses, aqueles que sentem o sentido da responsbilidade correr-lhes nas veias, e não o oportunismo de fazer fortunas desmedidas à custa do erário publico.

Portugal voltará a ser um país governável e governado inteligentemente a favor dos portugueses, mas desta vez, provévelmente será para ficar por muito, muito tempo.