terça-feira, 15 de dezembro de 2015

Volta ao Portugal de hoje, de ontem e de amanhã





















Sim, estamos na era da reciclagem...é chocante aplicar esta palavra às pessoas... mas não estamos nós também na hora dos choques?.. Choques tecnológicos, choques psicológicos, Choques sociológicos.
Muito mais se tem ouvido estas palavras ultimamente. Pois bem, as pessoas  também se auto-estão a reciclar, e porquê? -  As fotos ilustram um pouco este raciocínio.
Resta-nos uma confiança e que, por todo o país existem algumas zonas, empresas, grupos de pessoas e pessoas individualmente continuam a procurar o progresso e a boa gestão e vai dando rendimento e criando riqueza para equilibrar o país.
O momento de parar para pensar já passou, muitas das pessoas já arrancaram e já estão a caminho para o novo futuro, já não somos mais aquelas pessoas que estão à espera que alguém lhes diga por que caminho devem seguir para alcançarem os seus objectivos. Muitas das infraestruturas para a boa caminhada já estão construídas, Já não estamos nos tempos que estava tudo por fazer. Mas a nova vida, a vida moderna, a vida do futuro não pode perder mais tempo. Então temos é um problema sério, é que as pessoas que sabem para onde querem e devem ir não são muitas, são mais as que estão baralhadas e não sabem que caminho devem tomar. É um pouco como a grande praça em Paris que tem 12 avenidas todas iguais e disponíveis para quem as quer seguir. Muitos olham para todas e vêm que a fartura é tanta que nem é preciso pensar muito para escolher qual.
E aqui é que está a parte mais séria: pode haver grande diferença entre escolher qual..... 
Assim está o nosso país e a nossa sociedade. Vêm-se pessoas de sorriso na cara como que contentes  seguem o seu caminho porque já sabem a onde vai dar. Mas também vemos pessoas muito apressadas de cabeça baixa murmurando como que qualquer coisa que lhes falta, falta-lhes aprender a aprender. Para sabermos temos que saber aprender. É sobejamente conhecido os exemplos que andamos a ver há décadas a forma como pessoas aprendem, aprendem da forma errada e sem aprender ninguém sabe. Depois de aprender é tudo muito fácil, mas sem aprender é tudo muito difícil.
Veêm-se muitas pessoas que tiveram muitos e muitos anos de escola e agora reconhecem que precisam de aprender, algumas não hesitam em humidamente recomeçar de novo porque o futuro está mesmo à nossa frente à espera que alguém o queira apanhar.
Será que vamos mesmo apanhá-lo? ou será que continuamos a não querer ver o futuro? Ele não perdoa, e o futuro é como oportunidades: só aparece uma vez!...



terça-feira, 8 de setembro de 2015

Volta ao Portugal de hoje, de ontem e de amanha


 Continuando a viajar pelo país, vamos vendo alterações, umas favoráveis, outras nem por isso, mas ainda ade vir  o primeiro ser humano ou sociedade que não cometa erros ou que faça tudo certo e bem feito.
Estas fotos foram obtidas recentemente por todo o pais, desde a serra à praias e mostram bem como estão a mudar as características das nossas paisagens. Qualquer pessoa que se lembre de como eram as paisagens do nosso pais há trinta anos sabe que era impensável imaginar estas paisagens no nosso país.
Nestes períodos pré-eleitorais, já nos habituaram, os políticos do costume ou do regime e mais alguns que vão aderindo ao sistema a prometer o novo mundo (entenda-se novo país) mas as mudanças são apenas para tudo continuar na mesma. Pode ser que comecem a aparecer os políticos do futuro e que de fato o pais comece a mudança do futuro e que será essa mudança que dará continuidade ao países do futuro. Mais tarde ou mais cedo eles terão de aparecer.
Mas é de realçar, que a nível local encontramos localidades ou pequenas regiões que parece que aconteceu um milagre. Perguntamos a nós próprios: como é que foi possível isto acontecer?! Depois, se lermos os jornais locais, se consultarmos os sítios locais da Internet verificamos que aconteceu em período de governação autárquica não muito longo, pelos 10 anos. Falamos com os habitantes locais e eles explicam que se tratou de governantes autárquicos sérios e competentes, construíram obra e não deixaram dividas. Pena é que sejam poucos os governantes deste calibre. Esperemos que o futuro nos traga governares destes em maior numero.
Tudo isto já não passa despercebido ao cidadão comum, o próprio cidadão comum dará inicio à mudança desejada para todo o país, os políticos enganadores terão os dias contados, claro que levará o seu tempo e será impossível erradicá-los todos da esfera politica e da governação, mas à medida que o tempo for passando, os políticos enganadores irão diminuindo.
O nosso país é bafejado natureza. Geograficamente somos uns sortudos, penso que qualquer pessoa que conheça minimamente o estrangeiro estará de acordo comigo. Só temos é que ser empreendedores, gostar a sério do nosso país, não estar sempre a dizer (dizem os mal-dizentes) que o nosso país é pequeno e pobre. Pelo contrário, o nosso país é grande e rico, temos um dos melhores climas do mundo, temos a quarta maior reserva marítima do mundo e somos um dos povos mais inteligentes e trabalhadores do mundo, só quem não conhece outros países e viveu e trabalhou noutros países é que poderá não estar de acordo comigo.
O futuro nos demonstrará isto.






sexta-feira, 14 de agosto de 2015

Volta ao Portugal de hoje, de ontem e de amanhã


















Ao percorrermos o nosso país, apercebemo-nos que alguma coisa está em mudança, o nosso país está a mudar.
Conforme fotos obtidas recentemente, as áreas produtivas, tanto primarias como tecnológicas recomeçaram as condições que o nosso pais precisava.
Embora, se comecem a encontrar as marcas das más decisões que foram tomadas por pessoas erradas. Sobretudo nas ultimas décadas fizeram-se investimentos que não tinham como responsáveis pessoas qualificadas para gerir esses dinheiros, pessoas sem experiência, sem conhecimentos, sem sentido de responsabilidade, eram especializadas em conseguir subsídios, depois de adquirirem esses dinheiros, que vinham dos impostos de quem trabalha, eram entregues a essas pessoas que os aplicavam sem qualquer futuro de produtividade e passado pouco tempo esses empreendimentos iam à falência e agora vemos entradas: Monumentais de Quintas-Investimentos abandonadas.
Na década de 90 do século passado, um administrador de carreira internacional, disse-me que que novos investimentos lhe pediam para lhe arranjar administradores mas que não tivessem mais de 35 anos, para gerir esses investimentos. Por isso a maior parte desses investimentos faliram.
Mas a nova sociedade que se está a criar (quando digo a nova sociedade) não quer dizer que tenham  que vir outras pessoas, não, terão que ser as pessoas actuais, mas aquelas que estiveram atentas, que viram os erros que os outros cometeram, e agora essas pessoas com conhecimentos independentemente da idade que tiverem é que irão tomar as rédeas da situação e criar essa nova sociedade. Uma sociedade sem ilusões e realista.
O nosso país já viveu tempo suficiente com estas ultimas décadas a ser mal governado, que tamanhos erros ficarão na história para os nossos vindouros analisarem e terem o cuidado para nunca mais permitirem que se comentam tamanhos erros na história de um povo. Quem estava atento, sempre disse que haveria de vir o tempo de mudança e o rumo se inverteria, demorou tempo de mais, o prejuízo para o nosso pais foi demasiado grande. Agora vai-nos ficar demasiado caro a recuperação,
As paisagens do nosso país, como sempre foram, mas actualmente encontramos zonas lindíssimas pelo nosso país. Temos um flagelo, que sãos incêndios, que os mais atentos sabem muito bem o porquê de tantos incendiários, lá virá o dia em que serão responsabilizados os principais responsáveis por esta devastação das nossas paisagens.
A percorrer o nosso país, encontramos paisagens que nos fazem bem à vista, à saúde, à mente e dão-nos imensa alegria, devemos é sabe-las escolher e desfrutar.






terça-feira, 28 de julho de 2015

Volta ao Portugal de hoje, de ontem e de amanhã












Viajar por Portugal, por esta época do ano é das viagens mais lindas que se podem fazer. Pode ser de comboio ou de barco, mas se for de automóvel é uma viajem-passei inesquecível. Descobrem-se paisagens, que por muito que tenhamos viajado por todo o mundo, vamos encontrar paisagens que nos surpreendem.
Começando pelas praias, temos das praias mais lindas, mais à vontade e com a água mais limpa e também com boas temperaturas, é preciso sabe-las escolher. Quinze dias de férias para conhecer Portugal, pode-se ter a certeza que são as ferias que ficarão no topo de todas as férias. Começar por passar uma semana procurando as melhores praias e passar a outra semana a procurar os melhores sítios com paisagens e gastronomia são ferias memoráveis. Fala a experiência e o conhecimento da realidade.
Já lá vai o tempo que ao viajar pelo nosso país ficávamos desanimados ao ver as coisas em decréscimo, falta de estradas, de condições para ficar, como passar algum tempo em diversões, como comunicar, como acompanhar o desenrolar das coisas ao momento! Hoje não. Tudo o que é necessário para todos os gostos: praias de água salgada, praias de água doce, campismo, desportos radicais, espaços culturais...
Também encontramos quem nos queira desanimar com conversas, por vezes negativas que o nosso país está muito mau, mas isso são aquelas pessoas que pensavam que iriam viver internamente no paraíso sem se esforçarem pela vida. O único esforço e preocupação seria como conseguir mais subsídios e reformas mais antecipadas. Sim, houve quem tivesse conseguido por artes de influencias e malabarismos. Foi uma boa percentagem da população que conseguiu isso.
Mas agora, parece que essas coisas já estão a inverter essa tendência. Claro que todos os outros estão a pagar caro para suportar essa mudança, mas o que é preciso é que a mudança se faça, que acabem as tendências dos paraísos mágicos de vida sem esforço.
Quando tivermos o nosso país a ser governado por pessoas responsáveis, com certeza que vamos ter um dos países onde se pode viver melhor a nível mundial.
Condições naturais não nos faltam, massa critica e inteligência também não, é preciso que os bons portugueses acreditem no seu país e o queiram reconstruir definitivamente.

sexta-feira, 19 de junho de 2015

Volta ao Portugal de hoje, de ontem e de amanhã













Há dias, ao ler um jornal de uma Junta de Freguesia, parte do jornal estava escrito com entrevistas a presidentes de comissões: da 7ª comissão disto, da 3ª comissão daquilo e de outras parecidas. e todas estas comissões tinham um presidente, mas depois há o vice-presidente, o secretário e por aí fora.
A nossa sociedade pensa que para uma pessoa se dar a conhecer precisa de curriculum mediático. Há pessoas que empenham a sua vida  toda só par se darem a conhecer através de meios de informação.
Claro que os meios de hoje em que as pessoas são criados, não têm nada a ver com os meios em que eram criadas há algumas décadas atrás, ver fotos apresentadas, do interior do país.
Há algumas décadas atrás, as pessoas criadas nestas mesmas localidades sentiam outras necessidades menos mediatizadas, mais naturais.
Hoje, as pessoas que vivem nestas terras, sentem as mesmas necessidades que as pessoas que vivem nos grandes centros urbanos.
Há algumas décadas atrás, um jovem era capaz de empenhar quase tudo o que tinha só para ir conhecer e experimentar viver numa grande cidade.
Hoje os jovens, independentemente onde vivem, entregam tudo o que têm, só para adquirir fama mediática. Consideram que não têm muito a aprender nos meios tradicionais. Estão enganados. Há um saber muitíssimo importante para a vida, que só se aprende nos meios tradicionais. É daí que partem todas as bases do saber. Não é aqui que os cientistas adquirem resultados das suas experiências?
As causas e origens para estas novas formas de pensamento são várias e qualquer um de nós pode encontrar causas diferentes, mas também qualquer um de nós sabe que está a acontecer uma grande transformação da sociedade actual.
Poderá é acontecer que muitos não consigam fazer a mudança e se deixem levar pela onda que pode não ser a melhor.
Mas começa-se a notar, embora muito timidamente e até com alguma desconfiança que a forma de adquirir conhecimento está a mudar e abrange um leque muito alargado.





quinta-feira, 21 de maio de 2015

Volta ao Portugal de hoje, de ontem e de amanhã













A nova sociedade em passo acelerado.
 Os sinais são evidentes, mas nem todos conseguem, ou não querem, interpretá-los.
No meio de um mudo muito natural (duas fotos), há um mundo muito estranho (duas fotos).
Muitos pensam, ou foram formatados para isso, que é com coisas estranhas e esquisitas que se vencem as dificuldades de adaptação aos novos tempos e formarão a nova sociedade. Por isso, recorrem a situações mirabolantes e chocantes para captar a atenção das pessoas. Só que uma boa parte da sociedade já está "noutra onda" já fez a mudança mental, já interpretou os sinais, já está em mudança silenciosa.
Agora já só é criar as condições materiais para a nova sociedade. Mas é no silencio, na invenção verdadeira dos novos métodos, do presente e do futuro, não esquecendo e tendo em conta os  sucessos os erros do passado, e muitos erros que ainda se estão a cometer actualmente, porque existe muita gente a fazer uma vida que lhes foi oferecida, que a começaram a viver (a vida no paraíso) e que não se querem despegar dela a todo o custo. Pessoas que têm os seus empregos com sete ou oito horas para trabalharem, mas como foram formatados que tinham direito a muitos tempos livres e como ocupá-los, agora têm esquemas montados para os tempos livres e outras ocupações de ócio, mas será dentro das horas de trabalho, e que verdadeiramente só trabalham pouquíssimas horas por dia. Não haveria economia que aguentasse isto!....
Na conferencia moderna e recente, perguntava-se quem estava a favor da mudança: todos levantaram o braço. De seguida, perguntava-se quem é que queria mudar: poucos levantaram o braço.
O problema é que uma grande parte da sociedade moderna que conseguiu esquemas de vida paradisíaca sem que nada ou pouco tenha feito para isso, tem consciência de que se houver mudanças, nunca mais conseguirão tal situação. Daí, a mudança que seja só para os outros!...
Recentemente perguntava-se ao sábio idoso para que desse conselhos aos mais novos par ultrapassar a "crise"... Ele respondeu que já não havia nada para dizer, que já estava tudo dito, mas estava tudo por fazer!...
Também na conferencia actual e moderna, depois de de muitos super-e-ultra-preparados para darem conferencias modernas e internacionais para resolver a "crise" e anunciar o futuro promissor de dinheiro com abundância e fácil, falou o sábio de 82 anos, que tinha estado muito calado e atento a tudo o que se tinha dito naquela conferencia:
Tinha-lhe nascido um neto e pediu a um fundo de gestão de poupanças que lhe fizesse um Plano de poupança para o neto: perguntaram-lhe para que prazo queria esse plano de poupança:
Respondeu-lhe que as pessoas que nascem actualmente na Europa, cerca de 20% terão possibilidades de viver até aos 100 anos ou mais, e que estas pessoas precisarão de poupar durante a vida toda.
Responderam-lhe que não tinham planos para esses prazos...
Desta lição, podemos tirar que as Instituições, mesmo as mais fundamentais para a sociedade, são poucas as que já acertaram o passo com o presente e o futuro. 

















sábado, 2 de maio de 2015

Volta ao Portugal de hoje, de ontem e de amanhão



Há quem veja o mundo cheio de crises e perigos.
Há quem veja o mundo com novas oportunidade, é só pegar nas ferramentas e ir para rua procurá-as.
O nosso país fez grandes investimentos para se dotar de meios e equipamentos para se prepara para o nova era, que estava a chegar. Uns, encararam a realidade como coisa séria. Outros, protestam e esperam que lhes dêem mais e melhores condições.
O futuro é dos que o vêm. Não podem perder tempo. Os que ficam à espera das mais e melhores condições terão um futuro negro pela frente.
Muitas das empresas foram "assaltadas" por pessoas carregadas de diplomas, mas não sabem fazer contas praticas e necessárias para os números baterem certo e não soarem a falso, que depois colapsam as empresas. Foi a cegueira do futuro.
Mas o futuro não pode parar. O nosso país beneficia de condições naturais das melhores do mundo. Não foi por acaso que os nosso antepassados foram dos melhores do mundo. Mas a génese continua no nosso sangue. Estas ultimas décadas, simplesmente foi daquelas passagens que sempre existiram na Humanidade, que de vez em quando há passagens com aberturas para os malefícios. Agora que doeu a sério, o bom senso reporá a ordem e continuidade do destino da nossa nação e do nosso pais.
As novas gerações valiosas e empreendedoras com a experiência e sabedoria dos seus anteriores,  saberão repor a continuidade do progresso e desenvolvimento do nosso país. Basta querer conhecer as potencialidades que temos e querelas desenvolver.
Ao viajar por Portugal, é ver imensas oportunidades à espera de quem as queira desenvolver: no Turismo, na Agricultura, nas pescas temos dos melhores mares do mundo, na Pecuária, Exploração dos recursos naturais, minerais e energias solares. Todo um mundo de oportunidades que estão à espera de quem as queira desenvolver.
Obviamente que não se pode estar a contar com aqueles que dizem: se me derem eu faço!... Não, com estes nem se pode perder um minuto, porque foram eles que levaram o nosso país à situação que se encontra.
Porque é que os portugueses fora de Portugal são os melhores do mundo?... Todos nós sabemos onde está a resposta.
Queremos ver o nosso Portugal tal e qual como ele é, como merece ser, aquele Portugal que os portugueses são capazes de fazer, de construir, de modernizar, de mostrar ao mundo.










É este o nosso Portugal



sábado, 21 de março de 2015

Volta ao Portugal de hoje, de ontem e de amanhã



 

 Mudar a forma de pensar, não estar à espera que nos dêem tudo quase feito. Ser mais criativos.
Quando se pergunta a um governante Local ou Regional o que é preciso para a sua localidade ou região se desenvolver e fixar os residentes, a primeira coisa que diz é que o governo central lhe envie mais dinheiro ou mais meios para ele poder fixar as pessoas.
Há dias vi entrevistar para a Televisão um politico regional e dizia que já tinham as infraestruturas todas mas continuava a pedir ajuda ao governo central para fixar as pessoas.
Por isso é que se diz que os políticos especializados em pedir têm que ser substituídos por governantes especializados em criar.
A nova era veio para ficar, nada será como dantes, as quatro décadas de dinheiro fácil acabaram, não virão mais.
As pessoas que se especializaram em pedir, têm que reformular as ideias e especializarem-se em criar. Criar o seu próprio trabalho, que será o seu próprio emprego. Será uma percentagem muito baixa de pessoas que passarão a ter empregos criados pelos outros. A sociedade não vai suportar por muito mais tempo vícios de vida que se criaram. Quase todas as pessoas já se aperceberam disso mas não querem aceitar essa realidade, mas com o tempo acabarão por reconhecer e render-se a essa realidade.
O nosso país tem muitas condições boas para criar riqueza à espera de quem queira desenvolver e explorar essas condições. Hoje praticamente já não há literal nem interior, as estruturas rodoviárias misturaram as duas situações. Nas horas de ponta leva quase tanto tempo a atravessar ou chegar ao centro de uma grande cidade do literal como quase o mesmo tempo a chegar ao interior do país. Mas isto não acontece só no nosso país, acontece em qualquer país europeu. Há algumas décadas atrás ir para a capital era estar perto dos grandes centros de decisão, foi isso que levou grandes investiemtos para a capital. Hoje já não há centros do poder de decisões, as novas tecnologias vieram acabar com isso. Um ponto de decisão até pode estar na nossa própria residência e sem horários. Qualquer pessoa hoje actualizada já não precisa de ir para a fila: do Banco, da Seguradora, das Finanças ou para tratar de outro assunto idêntico. Pode estar na aldeia mais remota do país com todas estas repartições dentro da sua casa. Pode fazer ao lado: a sua fábrica, a sua exploração agriculta ou pecuária e vender/colocar os produtos em em qualquer ponto do país ou no estrangeiro sem sair de casa. Sem dúvida que não dispensará algumas deslocações pessoais, mas com uma boa organização serão rápidas e cirúrgicas.
Com o mesmo combustível, o automóvel percorre o dobro de klm se circular fora das regiões das grandes cidades e as estradas quase que são melhores.
O país está lindo, dá gosto viajar por ele, mas precisa de ser recuperado.
 


sexta-feira, 13 de março de 2015

Volta ao Portugal de hoje, de ontem e de amanhã











 
As pessoas deixaram de falar umas com as outras. E se falam, muitas vezes é assustadoramente preocupadas com o que as espera.
Coloco aqui algumas fotos, que são um pouco o retrato da sociedade de ontem e de hoje, é difícil prever o que serão as pessoas de amanhã.
Quando eu tinha 20 anos entrei numa lavraria e vi um livro com um título de capa estranho: o que serão as pessoas daqui a 3.000 anos!.. Compreio, lio duas ou três vezes e espanta-me porque as mudanças que previa nas próximas décadas parecia de louco mas até agora aconteceram todas.
Actualmente as pessoas deixaram de se comunicar entre si. Não raro ver quatro pessoas sentadas a uma mesa enquanto tomam o seu café de fim-de-semana, pedem o café, põem o açúcar só com uma mão no café, se fumam acendem o cigarro só com uma mão, estão ali 20 ou 30 minutos sentadas, levantam-se e vão embora sem olhar uns para os outros e sem dizer uma palavra uns para os outros, porque a outra mão e o pensamento estava a manipular as teclas do tele-semart-fone.
Há pessoas que vão para os locais de trabalho com os auscultadores colocados nos ouvidos, entram no "emprego"* e continuam com os auscultadores colocados nos ouvidos o tempo todo. Se por algum motivo são obrigados a tirar os auscultadores dos ouvidos, ficam espantados a olhar para os lados como se estivessem fora do seu ambiente natural. Claro que estão, porque eles estão a criar um mundo próprio para eles, que mundo será, eles também não sabem.
Em 2010 disse eu aos meus amigos que em em 2020 teríamos uma sociedade completamente diferente, chamaram-me louco.  Hoje, alguns já concordam.
Ao falar com o cidadão comum, vê-se que está de veras preocupado, quase já não confia em ninguém, não confia no Banco, não confia nos políticos, não confia no governante, esconde o dinheiro num buraco inventado!...
Que vamos ter uma grande mudança em curto espaço de tempo, já ninguém tem duvidas, mas falta as pessoas começarem-se a interrogar porque é que tudo isto aconteceu? Não é muito difícil chegar a uma conclusão, é preciso é não ter medo de aceitar a verdade. E aqui é que está o problema!.. é que ainda há uma grande dificuldade em aceitar a verdade. Quase todoss sabem a verdade, mas poucos a querem aceitar. Talvez porque pensam que ainda a podem contornar, como foram contornadas muitas situações para escapara à verdade. E foi aí que tudo começou, fugir à verdade. Depois, muitas mentiras juntas, dá um grade desastre.........

* em vias de extisão