A economia progressiva, estável e continua, deu lugar a uma economia de gestão do imediato, mas não tardou que estivesse a funcionar com números falsos e ilusórios, escorregando para o abismo.
Sem duvida que a modernidade apoiada nas grandes tecnologias, deu um salto de gigante. Pena foi que esta pequena era única não tivesse sido aproveitada com honestidade e inteligencia. Então sim, ficaria para a história esta grade era de um salto gigante de melhoria para a humanidade. É mais a sociedade ocidental que está em causa.
Ainda estará para ser analisado pela história, porque é que teria sido cometido tamanho erro pela sociedade ocidental e principalmente a europeia e Portugal em particular.
Em Portugal, os portugueses não temos grandes dúvidas de quem foi a responsabilidade, ou grande parte. Cabe agora aos historiadores passarem para o papel para alertar gerações futuras!............
Desde as famílias, às escolas e universidades, criou-se a ilusão do lucro fácil. Porque terá sido ?....Porque se terá criado este pensamento?.....
Não podemos deixar de ressalvar, aqueles que não se deixaram ir nessa onda de facilitismo e vida faustosa fácil, para além das possibilidades.
Talvez, por volta de 30% (trinta por cento) das pessoas, das famílias, das escolas e das universidades não se deixaram iludir por essa onda fácil e são agora estes que estão a suportar e evitar a derrocada total desta sociedade que anda agora no emaranhado ainda à procura do caminho e sem se terem ainda convencido na realidade em que estão!....
As fotos, a do nosso lado esquerdo mostra uma estação espacial na região de Sintra que comanda o satélite Polsat. A do meio mostra infra-estruturas de uma parte nova da cidade de Lisboa. A do lado direito mostra uma praia da costa de Lisboa, captadas recentemente, mostram a realidade actual. Os grandes meios tecnológicos aliados às grandes infra-estruturas, mas as pessoas só se preocupavam/preocupam como ocupar os tempos livres de formas evasivas.
Mas, esses 30% que estão agora a suportar o peso da derrocada para que o edifício não caia, sempre tiveram tempos livres mas sabiam como ocupá-los. E a melhor forma é gerir o tempo para que chegue para tudo aquilo que gostamos e precisamos de fazer. Sempre trabalharam o tempo necessário para produzir o suficiente para o progresso. Nos seus tempos livres exercem as actividades desportivas, culturais e saudáveis, bem estar e familiares para a continuidade.
Enquanto, aqueles que tinham dores de cabeça como ocupar os tempos livres, metiam-se/metem-se no ócio, na vida fútil e inútil, agora andam a gritar que a culpa é sempre do outro, clamando por encontrar o caminho que não procuraram no seu tempo devido e nem agora o procuram com honestidade e vontade.
Só que neste momento, o tempo anda tão rápido, e os acontecimentos precipitam-se tão em catadupa, que eles ou abrem os olhos de uma vez por todas e esquecem e renegam a ilusão, ou nunca mais vão encontrar o caminho que precisam encontrar.
Mas, assusta, o que se está ainda passando, essa tal economia de gestão baseada em números falsos e ilusórios ainda continua a arrastar-se em muitos lugares e muitas empresas e praticada por pessoas que se dizem e querem fazer-se passar pelos arautos do topo!...
Os 30% dos cidadãos que estão a impedir que a derrocada económica, financeira e social se dê, estão atentos, mas se virem que o peso sobre eles é demasiado grande, eles vão desviar-se para o lado e depois da queda do edifício social, os que tiverem capacidade para se levantar, seguirão e acompanharão os que não se deixaram iludir. Os outros, ficarão pelo caminho.
Uma nova sociedade teremos dentro de alguns anos.
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