sexta-feira, 31 de maio de 2013

Volta em 40 anos ao Portugal de hoje, de ontem e de amanhã



A economia progressiva, estável e continua, deu lugar a uma economia de gestão do imediato, mas não tardou que estivesse a funcionar com números falsos e ilusórios, escorregando para o abismo.
Sem duvida que a modernidade apoiada nas grandes tecnologias, deu um salto de gigante. Pena foi que esta pequena era única não tivesse sido aproveitada com honestidade e inteligencia. Então sim, ficaria para a história esta grade era de um salto gigante de melhoria para a humanidade. É mais a sociedade ocidental que está em causa.
Ainda estará para ser analisado pela história, porque é que teria sido cometido tamanho erro pela sociedade ocidental e principalmente a europeia e Portugal em particular.
Em Portugal, os portugueses não temos grandes dúvidas de quem foi a responsabilidade, ou grande parte. Cabe agora aos historiadores passarem para o papel para alertar gerações futuras!............
Desde as famílias, às escolas e universidades, criou-se a ilusão do lucro fácil. Porque terá sido ?....Porque se terá criado este pensamento?.....
Não podemos deixar de ressalvar, aqueles que não se deixaram ir nessa onda de facilitismo e vida faustosa fácil, para além das possibilidades.
Talvez, por volta de 30% (trinta por cento) das pessoas, das famílias, das escolas e das universidades não se deixaram iludir por essa onda fácil e são agora estes que estão a suportar e evitar a derrocada total desta sociedade que anda agora no emaranhado ainda à procura do caminho e sem se terem ainda convencido na realidade em que estão!....
As fotos, a do nosso lado esquerdo mostra uma estação espacial na região de Sintra que comanda o satélite Polsat. A do meio mostra infra-estruturas de uma parte nova da cidade de Lisboa.  A do lado direito mostra uma praia da costa de Lisboa, captadas recentemente, mostram a realidade actual. Os grandes meios tecnológicos aliados às grandes infra-estruturas, mas as pessoas só se preocupavam/preocupam como ocupar os tempos livres de formas evasivas.
Mas, esses 30%  que estão agora a suportar o peso da derrocada para que o edifício não caia, sempre tiveram tempos livres mas sabiam como ocupá-los. E a melhor forma é gerir o tempo para que chegue para tudo aquilo que gostamos e precisamos de fazer.  Sempre trabalharam o tempo necessário para produzir o suficiente para o progresso. Nos seus tempos livres exercem as actividades desportivas, culturais e saudáveis, bem estar e familiares para a continuidade.
Enquanto, aqueles que tinham dores de cabeça como ocupar os tempos livres, metiam-se/metem-se no ócio, na vida fútil e inútil, agora andam a gritar que a culpa é sempre do outro, clamando por encontrar o caminho que não procuraram no seu tempo devido e nem agora o procuram com honestidade e vontade.
Só que neste momento, o tempo anda tão rápido, e os acontecimentos precipitam-se tão em catadupa, que eles ou abrem os olhos de uma vez por todas e esquecem e renegam a ilusão, ou nunca mais vão encontrar o caminho que precisam encontrar.
Mas, assusta, o que se está ainda passando, essa tal economia de gestão baseada em números falsos e ilusórios ainda continua a arrastar-se em muitos lugares e muitas empresas e praticada por pessoas que se dizem e querem fazer-se passar pelos arautos do topo!...
Os 30% dos cidadãos que estão a impedir que a derrocada económica, financeira e social se dê, estão atentos, mas se virem que o peso sobre eles é demasiado grande, eles vão desviar-se para o lado e depois da queda do edifício social, os que tiverem capacidade para se levantar, seguirão e acompanharão os que não se deixaram iludir. Os outros, ficarão pelo caminho.
Uma nova sociedade teremos dentro de alguns anos. 

sábado, 18 de maio de 2013

Volta em 40 anos ao Portugal de hoje, de ontem e de amanhã

 
 A nova sociedade que já está a emergir, precisa do desprendimento da menoridade prolongada. Não se pode querer uma sociedade com pessoas a atingir os 30-35 anos de idade e continuar dependentes. Aliás, foram estas leis que levaram a actual sociedade à falência.
Neste momento, já não restam duvidadas de que a viragem é inadiável, tem que ser rápida e eficaz. Pôr fim às politicas de destruição do profissionalismo que se têm vindo a verificar nas ultimas décadas.
A sociedade actual está cheia de contrariedades. Vemos grupos de pessoas - que herdaram e querendo transmitir aos seus vindouros - as praticas de guerras sociais urbanas nas ruas para manter os seus privilégios.  Querem continuar, esses pequenos grupos,  em posse do poder de dominar a sociedade, custe o que custar!.... são grupos que nada produzem, simplesmente quer o privilégio.
As fotos que apresento acima, adquiridas recentemente espelham isso.
As fotos do nosso lado esquerdo e centro, demonstram bem que tipo de sociedade urbana temos actualmente em Portugal, embora em alguns países europeus não seja muito diferente, mas em Portugal o caso é mais sério.
A foto do nosso lado direito, é o caminho por onde tem que passara a nova sociedade. Em Portugal, actualmente estão a regressar às origens agricultas, mensalmente cerca de 300 casais.
Será que esta gente está a regressar de boa fé às origens agricultas?
Se estão a regressar de boa fé, estão no bom caminho. Mas se estão a regressar atrás do engodo dos subsídios, é mais um desastre que estão a cometer nas suas vidas.
Dizia há cerca de 15 anos, quando a economia do país começou a cair, um conhecido professor de economia em Portugal, que o país só recomeçaria a desenvolver a  sua economia quando acabassem os subsídios.
Qualquer português, não precisa de ter passado por uma faculdade de economia para se ter apercebido que os subsídios a quem não trabalha só prejudicaram o desenvolvimento da economia e do país.
As feridas no nosso país e na sociedade portuguesa foram muito profundas, vai levar muito temo a recuperar o bom andamento da sociedade e da economia do país. Nas ultimas décadas elaboraram-se muitas leis e decretos que causaram muitos danos e estão a causar na sociedade e na economia portuguesa.
Todos nós sabemos que não vai ser fácil dar a volta por cima, mas aqueles que estamos lúcidos, cábenos a cada um à sua maneira, ir alertando os males que se fizeram, dando algumas pistas para a nova sociedade, não muitas, porque a nova sociedade tem que ser uma sociedade com cidadãos que não estejam à espera que lhe dêem, tem que ser formada por cidadãos que sejam eles a criar e a desenvolver.
Não deve haver cidadão conhecedor no mundo, que não conheça a celebre frase do antigo presidente americano: - «se queres ter uma boa América não perguntes o que ela tem para te dar.... pensa antes no que tens para para dar».
Mas em Portugal não vai ser fácil fazer esta viragem, ainda hoje eu li num jornal afirmações de uma nova figura publica que o país tinha que dar condições a todos os cidadãos. Parece que essas figuras não sabem que o pais somos todos os cidadãos e se vai dar a alguns, tem que tirar a outros, que é aos que trabalham. Foi por causa dessas politicas, de tirar a quem trabalha para dar a quem não trabalha, que se destruiu uma sociedade e um país.
Há que arrepiar o mais rapidamente desse caminho e voltar ao caminho de todos os cidadãos serem responsáveis e criadores das suas necessidades. Assim passaremos a ter a sociedade que todos gostaríamos de ter.
 

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Volta em 40 anos, ao Portugal de hoje, de ontem e de amanhã


Na anterior crónica, refiro e insisto no momento difícil, sério e decisivo que o nosso Portugal atravessa. Nas conversas do dia à dia, apercebemo-nos que o numero de pessoas que ainda não têm consciência total da situação real que o nosso país atravessa, ainda é muito elevada.
Situação estranha, também é a de muitas figuras publicas, em todas as áreas: na politica, nas letras, na gestão e até na ciência, para não falar no jornalismo, ouvem-se agora gritar a todos os ventos contra as mudanças que se estão a operar no país. Atacam fortemente, estranho, porque ainda não há muito tempo, falavam descansadamente do alto do pedestal como se nada estivesse a acontecer de anormal no nosso país!........ Quando a situação catastrófica que estamos a atravessar já se começou a operar há décadas, mas principalmente a partir de meados da década de 90, e eles nada disseram!.... ou será que eles são tão ignorantes que pensam que o povo português não os topou já!....
O povo português já está a reconstruir um novo Portugal!......
As três fotos, obtidas recentemente no interior do país, bem demonstram isso. São os investimentos modernos acompanhados pela reconstrução e reabilitação da agricultura - que os ditos "sábios" destruiram - e também uma cara nova da sociedade espelhada nas suas habitações, desprezando a cenoura dos subsídios que os políticos destruidores andaram a acenar para atrair os subúrbios citadinos, para conseguir votos para conseguirem chegar ao poleiro.
Está a emergir do interior do país, uma nova sociedade que vai dar cartas aos peganhosos politico-partidários que dominaram o nosso país nas ultimas quatro décadas.
Foram quatro décadas, que se tivessem sido bem aproveitadas, poderiam ter colocado o país numa das melhores e mais desafogadas situações para prosseguir com continuidade e bem estar para as populações. Mas não, eles politico-partidários, ficaram cegos pelo dinheiro e pelo poder, criando organizações secretas para melhor poderem dominar-se uns aos outros, quando o principal prejudicado foi o povo.
Durante a nossa história, já assistimos a cenas e eras muito parecidas com esta, mas esta talvez tenha sido a que mais efeito nefasto fez e vai fazer na nossa sociedade e na nossa história. O efeito total vai levar muito tempo a apercebermo-nos, embora uma boa parte nos estejamos já a aperceber.
Mas voltando ao raciocínio inicial desta crónica, os perigosos figuras publicas que nunca se prenunciaram contra o que estava a acontecer há décadas neste país e agora é vê-los todos aflitos a espumarem-se vociferando contra alguma medida que tenta repor alguma ordem neste país, ainda vai ser engraçado olhar para o futuro deles, todos esses que quase nada produziram de riqueza e agora estão a viver uma vida dourada, alguns deles nem sabem quantas reformas têm, algumas delas nem eles sabiam bem que as tinham, mas lá se encarregavam os caciques de lhas criar em troca também da reforma deles que viria mais tarde.
Claro que não terão todos esses, as reformas douradas até ao fim da vida, pois o povo português não irá aceitar continuar a pagar juros elevados ao estrangeiro, para mandarem para cá dinheiro só para manter vida e reformas douradas dos politico-partidários.