sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Volta em 40 anos ao Portugal de hoje, de ontem e de amanhã

O choque económico e social chegou. Os avisos já há muito que eram evidentes, só que muitos não os conseguiam ver e outros mesmo, não os conseguiam captar.
Hoje, multiplicam-se conferencistas em todo quanto é sitio, mas onde eles são vistos, fazem questão de se evidenciar com palavras e frases muito bem mastigadas para ver se escorregam melhor.
Quem diria há uns tempos atrás que determinadas figuras que seu passado é sobejamente conhecido, hoje apareceriam com tantas palavras mansas à procura do culpado. quando o culpado são eles mesmos. Mas o mais engraçado é que eles sabem muito bem que são eles, e, as pessoas sabem também muito bem que são eles.
Grandes obras do passado, a médio e a longo prazo distante, deram a solidez para uma economia sustentada e continua, caso não tivessem sido abandonadas teriam mantido uma economia produtiva continua e sustentada.
Outras mais recentes, também foram bem pensadas, de projecção universal mas que não estão a ser bem exploradas e geridas. Talvez por causa dos interesses particulares e individuais.
Por isso, estamos a ser olhados até pelos mais ignorantes, desconfiando de nós e à espera do que poderá vir.
Nos últimos 40 anos em Portugal aconteceu de tudo. Mas também temos nichos que nos dão muita esperança. Muito embora ainda haja muita gente que ainda não se apercebeu do momento em que nos encontramos em Portugal. Forte e rápida mudança que está a ser operada. Evolução ou Revolução como qualquer um lhe queira chamar, certo é que a mudança cada dia que passa é mais acelerada. Até dá gosto ver como as coisas estão a mudar tão rápido e de uma forma tão tranquila, que, repito, muita gente nem se apercebe desta mudança.
Mas as pessoas já começam a ser outras, muito diferentes desde há um ano, dois anos. A grande mudança acontecerá nestes cinco ou seis anos que estão a decorrer. passado este tempo, nada será como dantes. As pessoas serão outras, terão outros comportamentos, quer sociais, quer económico/financeiros. Provavelmente teremos uma nova era, uma nova geração de mentalidades. Pois muitos já vêem sendo auto-preparados desde há uns tempos para cá.
As migrações inverterão o sentido. Até as emigrações e imigrações transferir-se-ão das regiões tradicionais para outras. Seremos muito surpreendidos pelos hábitos novos dos cidadãos, não só nos do dia-à-dia mas também se verificará nas grandes decisões da sociedade em geral.
Preparemo-nos sem demora para as grandes decisões.


sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Em 40 anos, volta ao Portugal de hoje, de ontem e de amanhã

Há cerca de três décadas, cruzava eu esta baixa (primeira foto lado esquerdo - clicar para ver em tamanho maior) e um finalista de agronomia dizia-me que esta baixa era um dos locais de Portugal com melhor clima para produzir toda a espécie de frutos e legumes mais temporões e dos melhores do Mundo.
Mas nesses tempos, uma deslocação de automóvel da capital do país até lá levava seis ou sete horas mas com boa perícia de condução e depois de lá chegar era preciso pôr o automóvel algumas horas na oficina para poder regressar com segurança à capital.
Há cerca de duas décadas, um membro do governo ao visitar essas Terras, disse que estava a comer a melhor carne de vitela do mundo.
Há cinco ou seis anos, num programa de Televisão feito nessas Terras, um dos apresentadores disse que tinha almoçado, seguramente comendo produtos dos melhores e mais biológicos do mundo. Mas não deixou de dizer e repetiu, que para as pessoas da capital irem beneficiar dessas dádivas da natureza, continuavam a precisar de seis / sete horas para lá chegarem de automóvel.
Mas agora já não!.. Em quase metade do tempo e sem estragar o automóvel, os residentes da capital podem estar lá estragando menos o automóvel do que o estragam no transito urbano.
Os mitos de que: para lá do Marão mandam os que lá estão, acabaram. Os grandes túneis, as grandes terra-planagens, os grades cortes nas serras e vales tornaram do que antes era muito longe, agora é perto.
Fruto também de, muitos naturais dessas terras se terem formado e especializado nas melhores universidades e aí terem regressado e teimosamente com muitas dificuldades e sacrifícios venceram o isolamento e também muito caciquismo que teimosamente, teimava em manter essas terras em condições de isolamento. Não foi fácil ultrapassar e vencer o caciquismo por essas regiões.
Mesmo assim, ainda continuam por ali alguns desses caciques bem implantados em lugares de decisão privilegiados, tentando sempre que têm oportunidade, impedir o desenvolvimento das regiões mais afastadas do país.
Mas hoje já é muito difícil os caciques tentarem travar o desenvolvimento das regiões. Mesmo que alguns deles continuem instalados nos lugares de decisão, já têm mais dificuldade.
Já não é possível acontecerem casos como: há cerca de trinta anos, um cidadão e uma cidadã deram inicio ao melhoramento público, movendo dificuldades com o esforço e empenho junto das altas instâncias. O melhoramento foi aprovado porque era devido mas ninguém o reclamava.
Só que quando o melhoramento devia ter início não teve. Os mesmo quiseram saber porquê e foi-lhes dito que as pessoas que estavam a ser pagas nos seus ordenados com o dinheiro dos contribuintes para tratarem desses melhoramentos para as populações locais, esses mesmo quando viram que o melhoramento iria ser feito, foram eles mesmo que se moveram para tentarem impedir que o melhoramento fosse feito e acabou por não ser. Só quando essas criaturas foram afastadas desses lugares é que os melhoramentos foram feitos.
Por isso, muitas regiões do país, mantiveram-se subdesenvolvidas até mais tarde por causa do caciquismo e nem sempre por razões financeiras do Estado.
Agora esse caciquismo ainda não está extinto mas já está mais escondido e cauteloso, porque as pessoas residentes nas regiões evoluíram muito mas que os caciques. E assim a doença do caciquismo vai sendo curada.
Agora, as pessoas podem desfrutar das dádivas que a natureza está pré-disposta a oferecer-nos, desde que nós as saibamos extrair dessa mesma natureza, com o nosso trabalho, mas alimentado a natureza com o que ela precisa para não ficar desfalcada de modo a deixar de nos poder brindar com os produtos que nós queremos, precisamos e tanto gostamos.


sábado, 17 de setembro de 2011

Volta em 40 anos ao Portugal de hoje, de ontem e de amanhã

Nem todas as pessoas já se aperceberam da mudança em tudo, mas principalmente na sociedade. Aliás, a sociedade desde há muito tempo que está em mudança acelerada constante, por vezes só se apercebia desta mudança tão rápida quem estava constantemente atento, mas actualmente a mudança é visível, só o maior cego (aquele que não quer ver) é que não vê.
Há pessoas que permanecem no tempo da 1ª foto - era medieval.
Vêem-se com frequência conversas e discursos, por vezes vindos de pessoas de quem menos se esperava, com responsabilidades de governação, politica e empresarial que não deixam duvidas de que ainda vêem a sociedade como a 1ª foto aqui apresentada (clicar sobre as fotos para ver em tamanho maior).
Portugal, nos últimos 40 anos tem mudado a um ritmo bastante acelerado. Neste momento, enquanto em algumas regiões do país por onde se situam as grandes cidades e urbanizações se nota um abrandamento do progresso e sobre tudo nas pessoas, estas andam auto-oprimidas, resignadas, porque estavam habituadas a orientar a vida ao sabor do discurso dos políticos. Como agora esses políticos optaram pelo discurso da desgraça - para ver se ainda conseguem inverter o curso da mudança -, automaticamente contaminou também essas pessoas que orientavam a vida ao sabor do discurso dos mesmos.
Mas em algumas regiões do país - ver fotos do meio e do nosso lado direito - onde ainda há dez, vinte, trinta anos eram terrenos rurais, hoje já se vêem grandes obras construídas e outras em fase de construção.
Aí, as pessoas andam motivadas, cheias de esperança, confiantes no futuro, o movimento de dinheiro mantêm-se normal. As lojas mantêm o mesmo movimento. As pessoas mantêm e até aumentam os seus projectos para o futuro.
No geral, e como os grandes centros populacionais é que sempre comandaram os destinos das sociedades, precisamos que, embora de pouco em pouco, esses falsos políticos vão sendo irradeados dos comandos das sociedades. Embora eles sejam como as carraças, quando agarram é difícil largarem, mas as outras pessoas como são mais inteligentes que eles, têm que fazer com que essas criaturas progressivamente se vão afastando dos destinos das sociedades.
Nas grandes palestras, começa-se a ver essas pessoas que ainda há pouco tempo, um ano ou dois, não queriam admitir que se falasse a verdade. Porque eles tinham tido uma formação baseada na mentira, quer nas escolas por onde passaram, como nos seus meios familiares e sociais.
Agora já se começam a convencer que talvez terão que aceitar começar a falar e conviver com a verdade, que para eles é muito estranham e com grandes dificuldades em se adaptarem a ela. Vão ter que travar uma luta enorme para conseguirem viver com a verdade. embora em muitos casos será impossível essas pessoas conseguirem adaptarem-se ao mundo da realidade e da verdade, que é o que nos espera daqui para o futuro.

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Volta em 40 anos ao Portugal de hoje, de ontem e de amanhã





Isto também é progresso.
As imagens que aqui apresento, demonstram bem a realidade destas terras. - clicar sobre as fotos para ver em tamanho grande.
Quando no século XI alguém decidiu investir em alto grau (para a época) nesta Região, talvez não o tenha feito por acaso e com falta de visão.
A construção deste castelo neste século, demonstra bem o interesse e esperança que os decisores da época depositavam nesta região. Passados 1000 anos esse visão parece que retoma .
Infelizmente ainda temos muitos que pensam que é a pisar as uvas no meio da rua protestando por não lhe darem privilégios, em vez de se quererem sujeitar às regras da concorrência leal.
Mas em contra partida, há outros, muitos mais, que deitam mãos ao trabalho e a obra aparece. Esta região que foi deitada ao esquecimento durante muitos séculos e sobretudo nas ultimas décadas, mas agora parece que decididamente arrancou.
As grandes vias de comunicação começam a aparecer. Rasgam-se montes e vales, estabelecem-se pontes gigantes transformando grandes declives em grandes rectas planas.
O produto de excelência, que já há dois mil anos os povoadores o consideraram o seu néctar preferido, que ainda hoje é um dos vinhos mais famosos do mundo, se não o mais famoso de todos.
Quando este país preenche os meios de informação com desgraças de falta de emprego e existe tanto para fazer!..
Nas grandes cidades formam-se organizações só para pedir a quem trabalha, para depois ir entregar esse produto a quem não quer ir à procura do trabalho a onde o há para estes não morrerem à fome. Há tanto por fazer neste país.
Mas nesta região há outra vertente que é o Turismo, que será uma grande promessa do futuro. Nos restaurantes, entra-se à hora das refeições e estão cheios mesmo cobrando os preços normais sem precisarem de andar a reduzir os preços, mantendo e até aumentando a qualidade do produto. Enquanto que nas grandes cidades estes passam o tempo a lamentarem-se, reduzindo os preços e reduzindo (como é óbvio) a qualidade do produto.
Nesta região, não se ouvem as lamechasses do costume nas grandes cidades. Se se sentar numa esplanada, ouve o cidadão comum falar as conversas normais: fala como lhe correu o seu dia de trabalho e o que irá fazer no dia seguinte quando acabar o seu horário de trabalho.
Não é necessário ser-se adivinha para ver que futuramente inverter-se-á a corrente migratória das ultimas décadas.
Alguns pregadores dos palcos dos comícios com tristes exemplos que ainda continuam a dar, cada vez terão menos quem os oiça e quem acredita neles. O cidadão passará a guiar-se pelo seu próprio parecer e orientação e procurará a realidade do futuro.


e

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

Volta em 40 anos ao Portugal de hoje, de ontem e de amanhã









Quando do início das obras para a Expo 98 várias figuras publicas se expressaram, uns a favor e outros contra.
Uma figura pública, que eu agora não refiro aqui o nome, mas muita gente sabe muito bem de quem se trata, porque ele disse isso numa entrevista para a Televisão e não ouvi só eu a entrevista!..
Dizia ele, que em vez de gastarem esse dinheiro naquelas obras, era melhor que o dessem às pessoas de Timor, porque estavam a passar mal.
Essa figura pública considera-se candidato permanente a Chefe de Estado de Portugal.
Também há 120 anos, em 1890 quando foi apresentado o primeiro projecto para a Ponte de Alcântara sobre o rio Tejo em Lisboa, o ministro das obras publicas do Reino disse o mesmo: que se Deus quisesse que as pessoas atravessassem ali o rio Tejo de um lado para o outro, não teria colocado ali o Rio, e que o dinheiro seria mais bem gasto se se construissem casas para dar aos pobres.
A Ponte só haveria de ser construida na decada de sessenta do século XX. Ponte Salazar, hoje Ponte 25 de Abril.
A Expo 98, haveria de alterar aquela zona degradada da cidade de Lisboa de tal maneira que hoje essa zona é uma nova cidade moderna e cheia de vida, das mais nobres de Lisboa e a nível das melhores do Mundo.
Ver fotos em cima - clicar sobre as fotos para ver em tamanho grande.
Hoje, esta zona conhecida por Parque das Nações, para aqueles que conheciam antes aquela zona degradada, ficam deslumbrados ao comparar as duas situações.
Edifícios modernos, avenidas novas com todas as condições de segurança para automóveis e peões, infra-estruturas para: desporto, turismo e lazer.
As grandes e modernas empresas estão a mudar-se todas para esta Zona.
Vê-se que aqui há uma vida dinâmica, porque a mobilidade tanto para automóveis como para as pessoas é outra!..
Muitas e mais obras destas ao longo dos tempos poderiam ter existido em Portugal. Mas uma grande maioria dos governantes e politicos que têm passado pelo poder em Portugal . sobretudo nos ultimos tempos - têm dixado muito a desejar à inteligência, sabedoria, sentido de Estado e eficácuia, salvo raras excepções.
Por isso, o nosso país poderia estar muito melhor do que está.
Mesmo assim, honra se faça aos que tiveram mais sentido de Estado e persistencia no bom sentido, enfrentando as adversidades e contrariedades dos opositores, conseguido que se fizessem obras como a Expo 98 / Parque das Nações.