quinta-feira, 7 de abril de 2022

Volta ao Portugal de hoje, de ontem e de amanhã: Europa de inicio da 3ª década do sec. XXI

In Praça do Comercio
In Praça do Comercio

 

Europa do inicio da 3ª década de sec. XXI

Portugal como país europeu e a Europa, estão a viver momentos da grande importância e de responsabilidade acrescida. Quando estudamos a história do mundo, dos povos e do nosso país, pensamos sempre que são coisas que aconteceram no passado e que não voltarão a acontecer mais. As imagens de terror e de horror que nos habituámos a ver desde os tempos em que estudávamos as grandes guerras mundiais e o que aconteceu à Europa, sobretudo na 2ª Guerra mundial, ficávamos a pensar como era possível os seres humanos serem capazes de fazer isso a outros seres humanos, fazíamos julgamentos de memória própria em silencio.

Mas hoje, temos pela frente uma Europa desconhecida, não é possível fazer previsões com o mínimo de credibilidade de futuro.

No pós 2ª guerra mundial a Europa arregaçou as mangas, deitou mãos à obra, quis reconstruir uma Europa que fizesse esquecer ao mundo a Europa destruída por monstros e que eram a vergonha dos europeus, mas esqueceram-se que muitos outros monstros continuavam, embora disfarçados  e camuflados, que assim que começaram a ver uma Europa já recomposta e com riqueza para poder começar a dar a todos os europeus uma vida digna, esses monstros camuflados vai de vestirem a pele de cordeiro, saltarem para as ruas a apregoarem que a riqueza era para distribuir por todos, riqueza essa que não tinha sido criada por todos, e, através da violência começaram a enfrentar tudo e todos para passarem toda essa riqueza para o lado deles, mesmo não tendo sido eles a criarem-na.

As lutas intensificam-se e as pessoas de bem, os que criaram a riqueza, foram cedendo, porque enfrentar esses guerrilheiros urbanos não é fácil, eles são tremendamente manhosos e perigosos, é nas lutas aguerridas que eles são especializados, em mais nada.

Todos aqueles que fizemos um serviço militar dignamente pela pátria e nós portugueses fomos muitos e, principalmente aqueles que foi a nível internacional e intercontinental, sabem quão é importante os seus povos terem uma segurança nacional própria boa e adequada às circunstancias em qualquer momento e em qualquer data, mas em toda a Europa e ainda mais em Portugal, nas ultimas décadas essa segurança foi desbaratada de uma forma destruidora, custa a crer que não tenha sido intencionalmente.

Dizia um ex-governante europeu que pertenceu aos partidos socialistas e os abandonou por discordar das suas políticas, já falecido, que essa gente só sabia e era especializada em assaltar Orçamentos de Estado, mas quando a produção europeia já não fosse capaz de suportar a máquina socialista, aconteceria o inesperado. Esse inesperado já está a acontecer.

Enquanto essa gente depois de assaltar o poder com tudo o que lhes foi possível, desde armas a esquemas eleitorais, passando por uma boa parte da imprensa reconvertida à obediência total e com ajuda de outros pontos do Planeta, se divertiam e divagavam no comando da Europa, fazem leis estranhas, fúteis, esquisitas e outras coisas assim, enquanto os monstros que esperavam a oportunidade, não perderam tempo e deram início à preparação para os seus objetivos de sempre.

Enquanto todo esse tempo ia passando, os que tinham vestido a pele de cordeiro, com as suas más governações foram transferindo e esvaziando a Europa das suas riquezas para parte incerta, daí nos últimos tempos terem começado a aparecer pessoas como os mais ricos do mundo, gente que nunca ninguém tinha conhecido ou ouvido falar, sem passado de criar riqueza.

Hoje, temos uma Europa a começar a ser invadida por aqueles que se foram preparando enquanto no poder da Europa se divertiam às leis esquisitas, fúteis e estranhas.

Agora temos uma Europa baralhada completamente, ignorante e assustada.

O invasor, que já sabe muito bem o que anda por cá, de vez em quando vai dando uns gritinhos de severidade, porque já sabe que os que estão no comando da Europa, ao ele gritar, os de cá ficam de tal maneira descontrolados que vão logo pedir auxílio ao “amigo” do outro lado do Atlântico, mas este já não é o amigo que era noutros tempos.

Esperemos que a Europa sofra o menos possível até ter nos seus comandos os verdadeiros europeus para reporem a Europa de novo a criar a riqueza que sabe criar e uma Europa que retome o caminho Europeu.