quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

Volta ao Portugal de hoje, de ontem e de amanhã




















Com a mudança das estações do tempo (ver e ampliar fotos), também podem estar a acontecer outras mudanças. Assim está acontecendo no nosso país e, em boa verdade está a acontecer por todo o lado, embora as mudanças sejam mais profundas conforme o local.
Entramos na era da economia electrotécnica e não mental, cada vez são mais as pessoas que não fazem contas de memoria e trabalham com contas electrónicas, assim, a economia, sobretudo a doméstica oscila cada vez mais.
Quando a economia electrónica começou a entrar no mercado, falando eu com um cidadão comum que tinha como instrução literária a simples 4ª classe, dizia-lhe eu que o mercado estava a ser gerido com três tipos de economia: a tradicional, a subterrânea e a electrónica. o ouvinte disse-me logo que a mais perigosa era a electrónica!...  
A economia electrónica é um pau de dois bicos: se for gerida com a máxima atenção, responsabilidade e honestidade é uma das ferramentas de maior progresso, mas se for utilizada sem responsabilidade e sem honestidade pode ser muito perigosa.
Aliás, como tudo hoje, com as novas tecnologias em franco desenvolvimento, se não forem utilizadas como ferramentas de grande responsabilidade podem ser catastróficas, mas se forem utilizadas com a máxima responsabilidade e honestidade serão o desenvolvimento das sociedades.
Embora, se tivermos em atenção o resultados de muitos eventos tecnplógicos, podemos concluir que nem sempre têm o resultado prático e eficiente que por vezes os organizadores lhe querem dar. Os organizadores ao darem um resultado dos seus eventos não condizente com o resultado real, estão a cavar a fossa do seu evento, porque o publico em geram também sabe fazer contas práticas e reais e se o resultado que os seus organizadores anunciam não for condizente com o resultado real, nos futuros eventos o publico já não acredita.
Recentemente aconteceu um evento a nível global e quando terminou o organizador anunciou os resultados dos investimentos nesse evento e os resultados práticos finais como sendo um saldo francamente positivo, mas era nas contas e visão dele, mas para quem trabalha com contas praticas o resultado final do evento estava muito longe de ser positivo. Não restaram dúvidas que em próximos eventos do género vai haver menos apostas e investimentos nesses eventos.
Mas com o mundo está em constante mutação, haverá mudanças para que outras pessoas, com pensamentos diferentes apareçam e criem eventos que ofereçam mais confiança ao cidadão comum e o levem a acreditar nas mudanças. 
Porque o mundo, hoje, é de facto de mudanças.













quinta-feira, 20 de outubro de 2016

Volta ao Portugal de hoje, de ontem e de amanhã













O Portugal moderno apresenta paisagens de parar, apreciar e admirar.Todas estas paisagens, há vinte ou trinta anos não existiam e não era fácil pensar que na realidade poderiam vir a existir. Do nada, apareceram Oásis e paraísos deslumbrantes.
Embora, quem tivesse visão de futura pensaria que estas ou outras parecidas deveriam vir a existir. Alguém, no início da década de 70 do século XX escreveu que Portugal poderia vir a ser a Suiça do Oeste da Europa e descrevia como. Esse processo foi interrompido, ainda recentemente apareceram alguns escritos desses a relembrar a situação.
No inicio da década de 60 do século XX foi projectada uma via rápida de Chaves a Faro mesmo pelo centro do país para que por aí se desenvolvesse a coluna vertebral do desenvolvimento do país e se evitasse a desertificação do interior do país e evitar a massificação populacional junto ao litoral. Tínhamos uma economia a crescer entre 5% e 6%, preparava-se o equilíbrio da produtividade. Tínhamos o sector primário com 30%, o secundário com 40% e o terciário com 30%, tanto em produtividade como em ocupação das pessoas e preparava-se o reajuste e equilibro da economia e ocupação das pessoas nos três sectores.
Hoje temos o país cheio de Vias-rápidas, quase todas a pagar, temos a Espanha aqui ao lado que também está cheia de Auto-vias mas são quase todas grátis e teve a preocupação de construir primeiro as do interior do país (viajo muito por Espanha e conheço isso) Em Portugal foram construídas primeiro as do litoral, quando foram construídas as do interior já a população tinha desertado, por isso hoje essas vias rápidas estão vazias.
Na economia, temos o sector primário que representa 9%, em ocupação das pessoas e uma boa percentagem vieram doutros continentes, as minas fecharam quase todas, com a agricultura são os principais pilares deste sector.
Sector secundário, ocupa cerca de  27% das pessoas, a industria desapareceu quase toda, sobretudo a construção civil.
No Sector terciário - serviços - estão cerca de 64% , mas uma boa parte estão no desemprego e subsídios.
Com esta redistribuição de uma economia não há país que resista. Temos uma economia a crescer entre 0,0% e 1%, - como vamos pagar as obras que se construíram no país? a pergunta fica no ar!..... 
Se o nosso país tem salvação?.. claro que tem!.. mas precisamos de governantes: HONESTOS, CAPAZES E INTELIGENTES.
Se eles existem? claro que existem!.. estão no anonimato, provavelmente o tempo definirá o momento de aparecerem.





sábado, 17 de setembro de 2016

Volta ao Portugal de hoje, de ontem e de amanhã






 Há algumas décadas atrás ao viajar pelo nosso país, quando se avistava uma pequena área queimada chamava à atenção.
Hoje, ao viajarmos pelo nosso país, quando avistamos alguma área de grande extensão que ainda não ardeu,chama-nos à atenção.
Recentemente um jornal publicava na primeira pagina em letras grandes a seguinte noticia: METADE DE ÁREA ARDIDA NA EUROPA É EM PORTUGAL.
Também recentemente um responsável das instituições ligadas aos incêndios disse numa entrevista televisiva que 99% são de mão humana e 70 a 80% são de origem criminosa. Ora, aqui está a explicação de: metade da área ardida na Europa ser em Portugal!...

Portugal, Espanha, parte de França, Itália e Grécia  têm o mesmo clima mediterrânico, isto para aqueles que argumentam que a culpa é do clima.
Também houve há dias um responsável da área dos incêndios mas este da investigação cientifica, que não acreditava que houvesse culpados intencionais!.........
Já aqui disse em mais crónicas, que os portugueses, o povo em geral nas ultimas décadas tem evoluído muito mais rápido que os dirigentes políticos e muitos responsáveis pela governação em Portugal.
Já ninguém tem dúvidas, o cidadão comum, quais as causas de tantos incêndios nas ultimas décadas em Portugal.
Há proprietários de pequenas áreas de terrenos florestais que se desfizeram deles, venderam-nos, porque cada meia dúzia de anos ardiam, não conseguiam ver criar arvoredo forte que desse para madeira como acontecia há algumas décadas atrás.
Recentemente ardeu uma grande extensão de: sobreiros e oliveiras centenárias e floresta, que eu conhecia, conseguiram apurar a responsabilidade do incêndio, criminosa, mas o culpado não foi responsabilizado. Um técnico no terreno disse que nem daqui a 200 anos estaria reposta a situação ardida.
Todos nós sabemos também quais os efeitos prejudicais para o nosso país que estes incêndios vão causar para já e a longo prazo, isto é assim ao primeiro pensamento, mas mais profundamente, já houve quem tenha alertado e esteja a alertar para os graves efeitos prejudiciais.
Há muitas e grandes áreas no nosso país que nas ultimas décadas já arderam várias vezes, quem conhecia essas terras antes dos incêndios e passar por lá agora verifica que o arvoredo que nasce após o incêndio já não é o mesmo como antes dos incêndios.
Cientistas já estão alertando para o que pode acontecer em algumas áreas ardidas várias vezes esterilização do terreno. Dão com
 Aquelas grandes áreas desérticas em terras de Espanha no antigo reino de Leão, podem ter tido origem como causa os repetidos incêndios que eram provocados nessas épocas pelas batalhas em combate pela posse dos terrenos. Como arma de ataque contra o inimigo, ateavam fogo às florestas frente ao inimigo para assim o poderem combater com mais eficácia. Como essas guerras duraram  muitos décadas, essas florestas foram queimadas muitas vezes e assim a terra ficou estéril. É o que pode vir a acontecer em muitas áreas de Portugal porque já estão a ser queimadas muitas vezes repetidamente.








segunda-feira, 15 de agosto de 2016

Volta ao Portugal de hoje, de ontem e de amanhã

Foto 4: planalto onde se realizou Festival Aéreo

Foto 1: Zamora -Local do Tratado da Independência de Portugal

Foto 3: Provas de coabitação entre Portugal e Espanha
Foto 2. População Ibéricas aderem a manifestações Culturais ancestrais

A Península Ibérica está a atravessar uma fase de afirmação dos seus povos. Uma nova época ou provavelmente uma nova era. 
Cada vez se vêm mais manifestações culturais, totalmente pacificas, em repescagem de identificação da origem dos nossos povos, do ADN dos Ibéricos. As fronteiras impostas por invasões, cada vez contam menos. Nas ultimas décadas os iberos evoluíram muito, não mais serão utilizados para interesses totalitários que só serviam para impedir que os povos evoluam.
Vejamos recentemente as batalhas que se travam entre meia dúzia de desconhecidos para tentar impedir que se construam obras de desenvolvimento dos territórios, Essas criaturas não são mais do que herdeiros dos que sempre tentaram impedir o desenvolvimento dos povos, não mais será possível isso, porque o verdadeiro cidadão evoluiu muito mais e mais rápido que essas criaturas.
A foto 1 mostra o local onde se realizou o tratado de Independência de Portugal. A foto 2 mostra a multidão de iberos, espanhóis e portugueses que aderem a manifestações culturais, algumas décadas atrás não seria possível ver esta situação. A foto 3 mostra provas de como há algumas décadas atrás já se ensaiavam, embora por pessoas muito restritas a junção e coabitação de todos os  ibéricos no futuro. A foto 4, mostra o local onde recentemente se realizou um festival aéreo, Mogadouro, que foi considerado um dos melhores da Península Ibérica, milhares de pessoas a assistir e uma grande percentagem eram espanhóis.
Qualquer pessoa interessada em conhecer a historia cultural e económica dos povos ibéricos, sabe que os povos ibéricos são dos mais antigos do mundo, milhões de anos e foram sempre dos mais evoluídos e com mais riqueza. Quando os fenícios há  mais de quatro mil anos levaram centenas de anos a prepararem as suas embarcações para atravessar o mediterrâneo, era no intuito e convicção que os iberos eram tão ricos que até construíam as estátuas com ouro.
Depois das invasões, os ibéricos sofreram muitos retrocessos, e, algumas invasões foram ajudadas por alguns internos, um dos casos foi a baixa aristocracia com promessas de altos títulos que facilitaram a invasão napoleónica.
O caso dos árabes também foi facilitada por uma parte de quem governava nessa altura a Península.
Hoje, os iberos não se deixarão mais iludir, embora vejamos as lutas atais que se travam entre falsos políticos, mas os ibéricos estão atentos e não mais os deixarão dar cabo das nossas riquezas.
Quem quiser ter o cuidado de se deslocar por toda a Província, não fica com dúvidas de que os verdadeiros ibéricos estão conscientes da situação atual, que está controlada, mas o perigo espreita, os falsos políticos não desarmam, eles são capazes de tudo para levar a deles avante. Mas também o povo ibérico tem sabedoria suficiente para não os deixar mais perverter a Península Ibérica.
é uma alegria ver toda a Península Ibérica com um desenvolvimento, cultural, económico e social a um dos mais altos níveis do planeta, pois não fomos nós ibéricos que demos mundos ao mundo!.. Em qualquer parte do mundo, quem já viajou por todos os continentes em todos os locais encontra Ibéricos.







quarta-feira, 20 de julho de 2016

Volta ao Portugal de hoje, de ontem e de amanhã


Foto 2 -Aqui, só o Grade Treinado Português acreditava que a Taça viria para Portugal
Foto 5 - Grande lição de sabedoria, desportivismo de toda a comitiva do Evento.
Foto 3 - O Grade publico/adeptos portugueses foram o 12º jogador
Foto 4 - Alegria e satisfação dos jogadores que também sempre quiseram trazer a Taça.
Foto 1- Escolha por unanimidade do Grande Capitão Português


GANHÁMOS E GANHÁMOS BEM: 
Não consegui resistir ao impulso de publicar uma crónica sobre esta passagem pela sociedade portuguesa.
Claro que se estivermos atentos à história de Portugal e de toda a Nação desde as origens, que se perdem no tempo, porque Portugal aproxime-se dos 900 anos, mas a Nação portuguesa é preciso recuar muitos milénios para conhecer as origens.
Nesta competição desportiva a nível internacional e sobretudo europeia, todos nós tivemos a oportunidade de ver comportamentos sociais, bons e maus de portugueses e também de estrangeiros.
Dos estrangeiros, os bons agradecemos e é nossa obrigação agradecer e retribuir-lhe-os quando nos derem a oportunidade.
Dos portugueses, os comportamentos bons, foram na maioria esmagadora de todos nós, mas como se costuma dizer, há sempre uma ovelha ranhosa que tem sarna para coçar!..
Por vezes, em toda a nossa vida, esquecemo-nos de que por perto de nós pode haver quem se faça de amigo, mas está sempre à espera para nos dar uma pisadela. Mas quando a emoção é muita perdem o controlo e não conseguem esconder aquilo que na realidade pensam. Foi o caso de alguns "portugueses" que não desistem de atirar farpas: ao Selecionador, ao Capitão da Seleção, a outros jogadores e no fundo à Seleção.
Dois ou três dias antes da final, um conhecido comentador português de televisão, dizia que 99% dos entendidos davam a vitória à seleção França. É caso para dizer: 99% dos comentadores desportivos precisam-se, porque se continuarem os mesmos ninguém vai acreditar naquilo que dizem.
Sambem não faltaram de alguém que já foi jogador da Seleção, as criticas negativas a respeito de alguns jogadores, nomeadamente do Capitão, mas talvez seja ressabiamento ou inveja, mas os portugueses nunca tinham visto um capitão da Seleção, arrastando a perna incentivando os jogadores em campo até ao apito final, "obrigando" algum jogador que já tinha desistido, a entrar novamente para o campo de jogo!..  sabe-se lá se não tem sido este esforço colectivo de todos os jogadores durante o tempo regulamentar e prolongamento, se teríamos sido nós a conquistar a Taça?...
Isto foi um bocadinho o retrato da sociedade portuguesa, que também tem alguém cá pelo meio, que se não se sentem felizes com o bem colectivo.
Estas pessoas, precisam de repensar e ver que nem sempre quando têm inveja do bem dos outros lhes dá felicidade. Precisam de adquirir a cultura do bem comum que lhes poderá trazer a felicidade deles.







segunda-feira, 13 de junho de 2016

Volta ao Portugal de hoje, de ontem e de amanhã

Paisagens de Portugal
Paisagens de Portugal
Foto nº 1 tirada em pleno Ribatejo a 43m altitude

Paisagens de Portugal










Entrámos na nova civilização. Por muito realistas que queiramos ser, por muito conservadores que queiramos ser, têm estado e estão a acontecer demasiado coisas que não são normal num desenvolvimento normal de uma civilização.
Por muito que a ciência tenha desenvolvido, e na realidade tem desenvolvido muito em todas áreas, têm ainda muito para desenvolver. Mas nos últimos tempos, alguns grupos sociais têm tido comportamentos que fazem pensar que estamos a iniciar uma nova era, uma nova civilização e que começaremos a viver uma vida bastante diferente da que temos vivido e estamos a viver.
Há relativamente pouco tempo, um jovem professor universitário dizia num canal de televisão que os filhos dele, um com 2 anos e uma com 4, ainda viveriam uma vida afectada pela má gestão dos governantes atuais, mas os nascidos a partir desta data iriam ter uma vida completamente diferente da vida que se está a viver, que não teria nada a ver como a vida das pessoas de hoje é dependente dos governantes.
Se dermos um volta à história, pré-história do homem e da existência do Planeta Terra, baseando-nos na informação de que dispomos, concluímos que as grandes mudanças da humanidade sempre vieram acompanhadas também com mudanças naturais.
Recentemente um canal de televisão português apresentou um documentário sobre as alterações do clima e da geografia terrestre, mas focando-nos em Portugal, mostrava em simulações de computador as descidas e subidas das aguas do mar e mostrava mais em pormenor a nossa costa portuguesa, mostrando que ao longo de vários períodos de dezenas ou centenas de milhares de anos a nossa costa foi diferente.
Recentemente, a cerca de 100 km da costa, caminhava eu numa encosta deserta e despertou-me a atenção que pelo meio das árvores centenárias de grande porte e pelo meio dos pequenos arbustos e ervas secas verifiquei que estava a caminhar num piso que parecia à beiro do mar (foto nº 1) através do GPS verifiquei que estava a 43m de altitude. Pois no documentários da TV relataram que há cerca de 160.000 anos (cento e sessenta mil) o mar teria tido uma descida de 60m (sessenta metros) na costa portuguesa. 
Mas em outras eras mais recentes, mas sempre na ordem de vários milhares de anos, houve alteração dos níveis das águas do mar. Poderá isto vir influenciando a mudança de pensamento das civilizações?...
O nosso país, depois de a partir do inicio da segunda metade do século XX se ter desenvolvido desenfreadamente por todos os cerca de 1000 km de costa, mas sempre muito encostado ao mar, nunca a mais de 20 km, começou nos últimos anos a pensar mais para o centro do país. Alguma razão tinha quem no inicio dos anos sessenta planeou fazer a EN 2 que ligaria Chaves a  Faro por um Itinerário Principal Rodoviário, porque seria a partir daí que o país se iria desenvolver equitativamente.
Estasse  a recuperar e criar esse Itinerário agora, mas já é a nível de autarquias e mesmo assim dará inicio a um novo desenvolvimento do país.









quarta-feira, 25 de maio de 2016

Volta ao Portugal de hoje, de ontem e de amanhã

As duas culturas são inseparáveis
Demasiado ociosidade
Mudança inevitável


Processo natural

Já temos e caminhamos para cada vez mais, com uma sociedade formatada de tal maneira que não querem admitir a realidade.
No fundo, acabam por ter no subconsciente que a situação é preocupante, mas como foram formatados para não se preocuparem em criar condições para melhorar, preferem continuar indiferentes  ( a conhecida frase - meter a cabeça na areia) e deixar vir o que vier.
Provavelmente só cerca de 40% da população é que se preocupa com a realidade. Os restantes, uns seguem os ensinamentos de ser heróis em saber distribuir a riqueza que há e a que não há, os outros preocupam-se em colocar esses seus heróis no poder para que lhes garantam a continuidade dessa vida no paraíso fictício.
Não é fácil, mesmo para aqueles que se consideram mais inteligentes e sabidos, prever os tempos mais próximos das sociedades. Há uma condição de que poucos já tem duvidas, é que vamos ter tempos difíceis e não muito longe.
Com a riqueza de meios de informação de que dispomos, noticias ao minuto em vários meios tecnológicos,vemos que a cada momento aparecem ideias novas de diferentes pessoas. Em alguns casos não temos dúvidas que é mais com o propósito de baralhar para ver se conseguem levar avante as suas intenções que não são nada boas, mas também não temos duvidas que muitas pessoas de boa fé aparecem a dar a sua opinião com boas intenções para ver se conseguem minimizar os maus efeitos que se desenham.
Sem dúvida que poderá não demorar muito em que aquela percentagem de pessoas que actualmente só se preocupam em apoiar os seus heróis que lhes garantam o seu bem-estar, dentro em breve mudarão de ideias e em muitos casos provavelmente se virarão para os seus heróis de hoje como o alvo a atacar amanhã.
A criação repartida de criar riqueza por todos os cidadãos é indispensável para o equilíbrio das sociedades. Quando este ponto começa a falhar é certo que mais tarde ou mais cedo se paga uma factura cara. Foi o que aconteceu nos últimos tempos, nas ultimas décadas.
Mas desta vez a falha foi muito grande, foi demasiado forte para as sociedades, vai custar demasiado caro, na reaprendizagem, na consciencialização, no querer aceitar a verdade.
Quer em condições naturais, quer em condições cientificas e tecnológicas, as sociedades actuais dispõem de condições  nunca vistas, só é preciso que as pessoas as comecem a utilizar, não as desprezar mais, aceita-las de bom agrado e o resultado chegará..



sábado, 16 de abril de 2016

Volta ao Portugal de hoje, de ontem e de amanhã





















Há cerca de cinco anos, em 2010, disse a um grupo amigos que em 2020 teríamos uma sociedade completamente diferente, mas que as maiores mudanças aconteceriam nos últimos cinco anos.
Os sinais eram muito evidentes, Num progresso normal de uma sociedade não seriam possíveis ou visíveis tantos sinais contraditórios em tão pouco tempo. Apareciam em catadupa. Anexei algumas fotos captadas em locais muito diferentes.Mas não faltava quem estivesse atento ao fenómeno.
Embora o numero de pessoas que soubesse ler os sinais naturais e sociais não eram muitas, mas eles lá estavam e continuam a acontecer.
O numero de acontecimentos que nos próximos anos nos vai surpreender, aparecerão em catadupa, não serão arrancados à força como disse Cheguevara, mas sim por estarem amadurecidos como disse Nelson Mandela.
Depois de do forte abanão e fortes sacudidelas que já aconteceram nos últimos tempos e continuarão a acontecer nos próximos tempos, a reorganização terá lugar e o progresso retomará o caminho normal.
Há uns tempos, dizia-me um bom pensador, que não acreditava que os que tentaram interromper a continuidade do progresso da humanidade por processos maus, não viessem um dia a ser julgados, nem que fosse só pela história. Não é fácil prever o futuro, mas parece que as coisas se estão a desenvolver para os autores desses maus processos não sejam julgados só pela história, o futuro o dirá.
A humanidade evoluiu muito nas ultimas décadas, As sociedades das nações evoluíram muito nas ultimas décadas. As pessoas em si mesmo individualmente evoluíram muito. Já não aceitam que os responsáveis não sejam responsabilizados.
Enquanto que os responsáveis por esses maus processos, obcecados pelo valor material, desprezando o valor humano se deixaram absorver por esses interesses materiais, a ponto de se deixarem ultrapassar culturalmente por qualquer cidadão comum.
Estaremos atentos e interessados em ver desenvolver este processo a breve futuro, que nos ensinará como as novas sociedades estruturarão a nova forma de viver que em muitos casos não será muito diferente da que hoje temos, mas em algumas situações será completamente nova, embora com adaptações e experiências comprovadas.
Como vemos, os novos cidadãos já se aperceberam que só com uma nova forma de viver é que é possível uma sociedade mais justa, mais igual e de progresso contínuo. Não correrão o risco de deixar que ilusões do século XX se voltem a repetir, pois sabem quanto custou à actual sociedade e quanto prejudicou as sociedades do futuro mais próximo.






sábado, 5 de março de 2016

Volta ao Portugal de hoje, de ontem e de amanhã

Exemplo negativo
Exemplo positivo


Exemplo positivo

Exemplo negativo


















Porque temos a economia que temos? - porque temos  a sociedade que temos!..
Em geral, a sociedade actualmente debate-se com dificuldades como prosseguir com uma economia estável, pois sem economia estável, nada funcionará estavelmente. 
Também se poderá colocar a seguinte questão: será que toda a gente tem interesse que haja uma economia estável?
Provavelmente não. Para as pessoas atentas, a humanidade está a passar por um inicio de uma nova era, muita coisa vai mudar, muita coisa passará a ser diferente. Isto faz parte da natureza. Se olharmos à história da humanidade, desde que há registos e pensamentos, de tantos em tantos tempos o planeta Terra sofre alterações, umas vezes a nível geográfico, outras a nível da humanidade e todos os seres com vida.
Actualmente já não restam duvidas de que a nível socialmente as mudanças vão ser bastante profundas, e, então lá estão os grupos sociais a todos quererem tomar as rédeas da nova sociedade. Provavelmente vai ficar muita gente surpreendida, mas esta apetência pelo domínio dos outros já começou há algumas décadas. Então, haveria que criar uma nova sociedade, ou novas gerações que permitissem criar um ambiente social para poder atingir esses fins.
As fotos a ilustrar esta crónica que forma obtidas ao acaso em vários pontos do nosso país, retratam bem isso
Criar gerações de ócio, de lazer, de consumismo. Por isso se houve dizer actualmente que nas ultimas décadas se criaram gerações para consumir e não para produzir.
Ora sem produzir, não é possível consumir: ou melhor; quando se começa a consumir mais do que se está a produzir, a queda aproxima-se. Foi o que aconteceu nas ultimas décadas: passou-se a consumir mais do que se produziu e a queda foi inevitável e aí a temos.
Em Portugal a situação é mais grave e mais séria. Há quem diga que só 30 a 40% da população portuguesa está a produzir para se poder aguentar sem ter que mudar de forma de vida nos próximos tempos. Quer isto dizer que 60 a 70% das pessoas em Portugal terão a breve prazo optar por outra forma de viver financeiramente.
Assim, as pessoas terão de começar a reaprender a produzir para terem um economia pessoal, familiar, empresarial e estatal sustentável para poderem fazer face à nova forma de vida moderna que se aproxima.
Será com mais iniciativa pessoal sem por em causa a colectiva, mas a sociedade moderna e futura requer mais iniciativa pessoal que aquela que nas ultimas décadas foi ensinada em muitas escolas, em muitas empresas e em muitas famílias.
Será sim, então uma nova sociedade com nova forma de pensar que irá garantir uma sociedade estável para o futuro.

sábado, 30 de janeiro de 2016

Volta ao Portugal de hoje, de ontem e de amanhã

identificável
Castelo
identificável
Tentando ver para alem do mar










Estaremos garantidos como Nação e como País?... Nos últimos tempos temos assistido a agressões demasiado fortes, quer à nossa nação, quer ao nosso país.
Há quem diga que já não há portugueses como dantes!.. não aceito de toda este pensamento, muito embora quem o diz tenha uma boa dose de razão, mas não podemos cruzar os braços. Quando Portugal começou a dar novos mundos ao mundo, o nosso país tinha cerca de 3.500.000 (três milhões e meio) de habitantes, no entanto eles chegavam para todas as tarefas a executar, por isso, não acredito que actualmente, com 10.500,000 (dez milhões e meio) em Portugal e mais 5.000.000 (cinco milhões) de portugueses a viver no estrangeiro, não existam mais de 3.500.000 portugueses capazes de executar tarefas de renovação de Portugal.
Poder-se-á dizer que Portugal adormeceu?.. não! simplesmente tem estado dominado nas ultimas décadas por responsáveis que não souberam estar à frente do nosso país, isto não quer dizer que todos os que estiveram à frente do nosso país nas ultimas décadas tivessem sido todos irresponsáveis! não! no entanto o nosso país sofreu fortes agressões.
As fotos que ilustram esta crónica, representam um pouco da história antiga e também recente do nosso país e também da nossa Nação muito antes do nosso território se tornar independente. Todos nos lembramos do Viriato, do milenar  Povo Zoela (lusos) que existia a centro e norte e que foi destruído pelos romanos por terem tanto medo da sua organização,(os zoelas era um povo muito organizado, vencedor, culto, já utilizava escrita há muito tempo, foram recentemente descobertos no distrito de Bragança lapidas escritas com mais de 3.000 anos que era dos zoelas) provavelmente Viriato seria um descendente desse Povo  Ibérico de origem do vale do Douro.
Mas os romanos não eliminaram todos os descendentes desse povo, o genisis e o ADN continuaram nos descendentes até aos tempos de hoje, é só necessário dar o clic.
Claro está que temos muita gente que o que aprendeu a fazer e quer é reivindicar e que tudo lhe apareça feito, mas também tomos muita gente que está sempre pronta, decidida e disposta com a sua sabedoria, valentia e vontade a repor a realidade dos factos, não olhando a esforços, serão estes que construirão o Portugal futuro como país e como nação.
Temos quem augure que Portugal está em risco de desaparecer como país independente, até se vê em alguns órgãos de comunicação, só que essa gente só consegue ver o lado mau da questão, e os povos e as nações não se construiriam com gente que só vê o lado mau das situações.
Os novos mundos ao mundo, constroem-se com gente organizada que vê para alem dos horizontes.