sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Volta em 40 anos ao Portugal de hoje, de ontem e de amanhã



Mulher de 35 anos, lamentava-se numa entrevista dada a uma Televisão, dizia ela que tinha dificuldade em arranjar colocação profissional porque talvez tivesse curriculuns a mais.
Tinha várias licenciaturas (de Bolonha) mestrados e até doutoramentos.
Há quinze ou vinte anos, muita gente julgava ter descoberto a galinha dos ovos de ouro, começar a empacotar licenciaturas, MBAs, mestrados e até doutoramentos. As licenciaturas de três anos (que não são mais do que um bacharelato), vieram dar um grande jeito (engano) a essa gente. Conheci pessoas que já estavam bem empregadas em cursos médios ( com uma remuneração que lhes dava para fazerem uma vida boa e com boa progressão de carreira) desempregaram-se e foram para uma faculdade à procura da falsa galinha dos ovos d`ouro, que era um Pack de canudos, pensando que depois se dariam ao luxo de gozar com quem lhes oferecesse "empregos" só de ir lá umas horitas por dia assinar uns papeis e lhes pagassem milhares de Euros só por isso.
Claro que essas pessoas que até se desempregaram e outros que chegaram aos trinta e tais anos sem nunca ter trabalhado, se estavam governando com os subsídios que iam recebendo e assim se viciaram na subsíodependencia até que a situação rebentou a caminho da falência.
E claro, foi em massa que essa ideia progrediu. Até se formaram universidades só para receber esses alunos (os subsídios) que muitas dessas universidades já desapareceram e outras irão pelo mesmo caminho.
Para as pessoas mais atentas e honestas no pensamento, não tinham dúvidas de que era uma questão de tempo. Era claro que o fim seria o que na realidade aconteceu.
O mercado de trabalho precisa de pessoas que saibam trabalhar. Que aprendam nas escolas também a trabalhar.
Dizia um dos maiores empregadores do nosso país de uma empresa financeira, que falava para Reitores de Universidades, para que criassem nos alunos hábitos de trabalho.
As três fotos que apresento, representam as três maiores cidades do nosso país, para onde nas ultimas décadas convergiram as pessoas de uma forma assustadora, deixando o resto do país despovoado, que agora é aí que menos se sente a crise, ou melhor, para quem quiser trabalhar nem existe por essas terras crise crise.
Enquanto que nas grandes cidades, concorrem 1000 licenciados para 10 empregos, passando o tempo à frente de um ecrã de computador a enviar o seu curriculun/pack de canudos para anúncios que por vezes não são mais do que um pró-forma.
Por muito dinheiro que injectem nas sociedades, não adianta nada se e as pessoas que compõem essa sociedade não souberem e/ou não quiserem trabalhar. O problema não está na falta de dinheiro, ou melhor, o problema está em haver dinheiro a mais, o problema está em as pessoas não quererem e não saberem trabalhar, porque se viciaram no truque e na subsíodependencia.
Pensa-se que na gente com menos de 40 anos, cerca de 70% estão viciados na subsídiodependencia e cerca de 30% estão realmente preparados, mentalizados , sabem e querem trabalhar.
Ora 30% para fazer o que há para fazer e por de novo o mundo a produzir é pouco.
É urgente arranjar formulas para por os 70% a trabalhar e criar riqueza....

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Volta ao Portugal de hoje, de ontem e de amanhã






Nos dias que correm, um dos maiores desejos e procura para as pessoas de todas as idades é a boa alimentação.
Portugal nas ultimas décadas passou por várias fases na qualidade da alimentação.
Há 40 anos, Portugal tinha dos melhores produtos alimentares do mundo. Era a alimentação mediterrânica por excelência. Foi esta qualidade dos produtos alimentares que começou a chamar muito Turismo.
O Turismo gosta de Sol, de boas praias, bom clima, boas águas para consumo e também para higiene, boa alimentação e povo com história. Todas estas vertentes e condições reunia Portugal.
Com as convulsões e alterações que se deram na Europa, e também por todo o mundo, mas sobre tudo foram as alterações ocorridas na Europa que alteraram a qualidade dos produtos alimentares consumidos em Portugal.
As ganancias comerciais e politicas dentro da Europa, fizeram com que se deixasse de produzirem muitos produtos alimentares dentro do espaço português que tem o seu clima próprio e passaram a ser importados de outras regiões que já não tinham a qualidade como se fossem naturais de Portugal. Peixe, carnes e temperos foram os mais afectados.
Hoje e nos últimos anos, os portugueses começam a aperceberem-se desse erro que foi cometido e já começaram a corrigi-lo.
Nas fotos temos três produtos muito próprios do território português e que já estão a inverter o sentido para melhor, depois terem tido uma forte quebra na produção.
O medronho, foto da esquerda, donde se extrai uma excelente aguardente e também pode ser utilizado em doçarias e sobremesas.
A foto do meio, a uva de alta qualidade nas terras xistosas das encostas do Douro, não só delas sai o melhor vinho do mundo, que tem por nome vinho do porto, sai também vinho de mesa dos melhores que circulam nas garrafeiras, mas também é uma uva de excelente qualidade para consumo de mesa. Quem a prova uma vez nunca mais deixa de a querer consumir.
A foto do lado direito, são as deliciosas azeitonas que para alem de delas sair um dos melhores azeites leves para temperos com as suas conhecidas qualidades mediterrânicas, as azeitonas são um fruto de alta qualidade e sabor para serem consumidas como aperitivo e pequenas refeições.
Neste momento os portugueses já não têm dúvidas de que foram cometidos grandes erros nas ultimas décadas na produção alimentar e já estão a ser corrigidos para melhor, aumentado a quantidade e a qualidade. Pois neste momento Portugal está a importar demasiadamente a produção alimentar que dentro do nosso país se consome, pela razão de que não produzimos o suficiente de acordo com as nossos possibilidades e necessidades.
Assim, já se está a desenvolver condições nesse sentido par passar a utilizar mais o nosso território para produzir mais produtos de consumo alimentar, melhorando também a qualidade, para assim, a alimentação consumida no nosso país tenha a qualidade própria do clima do nosso país.
















sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Volta em 40 anos ao Portugal de hoje, de ontem e de amanhã


Embora já esteja a começar a mudar, mas principalmente nas duas ultimas décadas, temos assistido confrangedoramente à institucionalização de Ocupação de Tempos Livres para jovens (entenda-se que nas ultimas décadas são considerados jovens com direito especiais até aos 35 anos).
Tem-se verificado a preocupação do legislador em criar leis para que os jovens até essa idade beneficiem de condições especiais para poderem ocupar os tempos livres, continuando com direito a rendimentos de mantencia.
Têm sido destinados fundos para alimentar essas situações, mantendo os jovens ocupados com diversões, recebendo subsídios nesse sentido.
Qualquer cidadão minimamente atento, sabe qual foi e é o resultado dessas decisões e no que vieram dar.
Enquanto a sociedade foi uma sociedade próspera e equilibrada, os jovens ocupavam o tempo na escola e no trabalho e para a maior parte deles nem chegava o tempo, como todos os jovens desse tempo sabem bem e têm isso bem gravado na memória.
As diversões, porque também fazem falta e fazem parte da formação do jovem, vinham nos tempos tirados habilidosamente e inteligentemente, que assim até eram mais saborosos.
Todos sabem que uma grande parte das figuras com valor destacado, se formaram a trabalhar e a estudar. Aproveitavam os fins de semana durante o dia para estudar afincadamente, aproveitando a noite do fim de semana para se divertir. Fazendo as suas férias intercaladamente.
As fotos que apresento para ilustrar, todas tiradas em 2011, demonstram bem a realidade.
A primeira do nosso lado esquerdo, mostra a gente jovem citadina "matando" o tempo num dia de semana despreocupadamente.
A do meio. mostra gente rural de todas as idades que o tempo não lhes chega para os seus afazeres.
A foto do lado direito, mostra gente citadina de todas as idades correndo para os seus afazeres, nem sempre é fácil gerir o tempo para que chegue para todos compromissos pessoais e profissionais.
Pois não demorará muito que esses jovens "até aos 35 anos" o tempo não lhes chegará para o trabalho que precisarão de fazer para poderem viver.
Quando essas leis que foram criadas que só davam direitos e esqueciam os deveres e obrigações desaparecerem, porque morrerão por si próprias, ficarão sem aplicabilidade, porque a forma de vida é outra, a sociedade também será outra.
Há alguns anos atrás dizia-me um jurista que tinha sido incumbido de revogar leis que iriam ser aplicadas à forma de vida da sociedade, que um autarca de um município do interior do país, que criou ocupação para jovens executando trabalhos que lhes davam preparação para a sua vida futura e ainda os remunerava, dizia-me esse jurista que esse autarca devia era ser preso, penso que o autarca ainda foi incomodado... por ter tido esse ideia brilhante.
Pois não demorará muitos anos em que todos os jovens a partir do início da idade para trabalhar, quer estudem ou não, passarão a ocupar o tempo fora dos estudos, no trabalho que lhes dará preparação para a sua vida futura.
Já há países em que isso já está a acontecer.
No nosso país, também temos uma percentagem da população que sempre assim fez, continua a fazer e serão estes os cidadãos do futuro.

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Vonta em 40 anos ao Portugal de hoje, de ontem e de amanhã




Medo da verdade!.. Não é caso para isso. Quando eu comecei a ser adulto, quando entrava numa Repartição Pública e via aquelas grandes filas para se obter um B.I. ou outro documento qualquer, olhava para os guichés e via o funcionário/a que estava atrás a ler o jornal sem que o incomodasse algo o estarem aquelas pessoas desanimadas fartas de esperar, por algumas vezes me manifestei e por vezes até ruidosamente. Valeu-me algumas vezes ser chamado lá dentro e até ser incomodado e até intimidado para ter mais cuidado!..( podia vir a sofrer represálias).
Muitos anos passaram, muitas mudanças houve na nossa sociedade e até na sociedade mundial, mas hoje continua a haver quem tenha medo da verdade.
Mas hoje o mundo está completamente diferente. Hoje só tem medo quem lhe interessa ter medo, convém-lhe estar calado.
Nas ultimas décadas foram-se formando grupos de interesse na sociedade em que para eles a verdade não existe. Até escolas de todos os graus que ensinam mesmo esse comportamento e em quase todos os países do mundo.
Por isso, é que não só em Portugal mas também em quase todo o mundo, a sociedade ruiu, desmoronou-se e ainda não se sabe bem com ficará.
Para os mais atentos, já não têm muitas dúvidas de como ficarão as sociedades dentro de poucos anos.
As três fotos que coloco aqui ilustram bem a mudança que a nossa sociedade está a atravessar. Três imagens com a verdade nua e crua.
A primeira foto do nosso lado esquerdo, com seu veloz cavalo mítico troiano encimado pela poderosa e sedutora mulher, mas com a visão tapada por uma alma fantasma negra conduziu-a ao fracasso e à ruína.
A foto do meio, aqui a mulher com seu esbelto corpo, virada para o mundo, acaricia o ser ingénuo e tenro que precisa de protecção, olha e procura com todo o seu poder natural e sabedoria o caminho que a humanidade precisa de retomar.
A foto do lado direito, esta mulher acolhedora e bondosa, apresenta de mão dada toda a riqueza da natureza que ainda está por explorar.
Por quase todo o mundo e em particular pela Europa, mas em Portugal é mais acentuada esta necessidade de ter coragem de falar a verdade. Já ninguém conseguirá evitar uma mudança estrondosa na sociedade, mas quanto mais tempo as pessoas demorarem a dizer toda a verdade, mais tempo levará a ser reposta a realidade.
Nos últimos 40 anos os erros cometidos foram muitos, penalizaram demasiado a humanidade, e assim, a humanidade não conseguiria sobreviver continuando vitima de tais erros. Não nos podemos esquecer que o avanço da ciência foi inorme, mas infelizmente foi usada muita ciencia contra a própria humanidade. Como a força da natureza e a força da humanidade é mais forte que a dos muitos humanos que andaram nos últimos tempos a cometer tais atentados contra a humanidade, agora que em geral já todos abriram os olhos, há que pôr a verdade nua e crua prá frente, para que mesmo, que não seja a humanidade prejudicada e ofendida a responsabilizar os responsáveis por tão grande catástrofe cometida contra o ser humano, que se sintam esses tais responsáveis e na sua consciência se penalizem a si próprios... já começamos a ver alguns exemplos.