sábado, 7 de dezembro de 2013

Volta ao Portugal de hoje, de ontem e de amanhã


 Se percorrermos o nosso país com atenção, vemos que há varios portugais. País só há um, mas as formas como o nosso país se tem desenvolvido nas ultimas decadas, são várias.
Se entramos em determonadas zonas ou regiões, ficamos com a ideia de que estamos num país em franco desenvolvimento. Vemos as pessoas a deslocarem-se com rapidez e agilidade. Não vemos ninguém sentado nas esplanadas à espera que o tempo passe. Mas ao passar por certas zonas, vemos nas horas de laborar os cafés e bancos de jardins cheios de gente de todas as idades sentados a qualquer hora do dia.
Recentemente, disse uma pessoa em televisão, qua a localidade onde ela vivia 65% viviam de reformas e subsídios, fez questão de dizer que muitos dos habitantes dessa localidade, com cerca de 10.000 habitantes, eram pessoas com menos de 40 anos, manifestava-se reidosamente contra quem governava por estar a retirar esses subsídios a essas pessoas que viviam dependentes dos subsídios.
Recentemente, vimos também pessoas empregadoras, de rigiões diferentes do país: um era do Algarve, um era do nordeste do país, outro era do noroeste do país dizer que para preencherem os  postos de trabalho das suas empresas precisavam de ir aos paises estrangeiros buscar trabalhadores, referiram mesmo os países a onde iam recrutar pessoas: a Marrocos e à Roménia. Lamentavam-se, por vezes eram pessoas que não percebiam uma palavra de português e isso dificultava a laboração nos locais de trabalho.
Ao percorrer o país deparamos com comiccios apregoando politicas sociais que só promentem facilidades e regalias, exclusivamente à procura do voto.
Dedpois de estar no poder, para cumprir com algumas das promessas, endividam o país para os vindouros.
Isto já está a custar caro aos portugueses e ainda vai custar muito mais cara às gerações vindouras.
Os progressos que vemos por este Portugal fora, deve-se a alguns governantes, por vezes locais a às gentes dessas regiões que vão resistido às influencias negativas, continuando com as suas ideias certas.
Por isso, não nos admiremos de ver desigualdades, pois elas foram e estão a ser provocadas ainda por governantes que só apregoam as facilidades, que é para bem delos próprios esses governantes.
Mas ao viajar pelo nosso país, também vemos sinais muito claros de um futuro próspero, mas para aquerles que se autopreparam para criar riquesa, sem se deixarem iludir pelos vendilhões do paraiso fácil. Em vez disso, teremos um Portugal moderno, próspero e para o futuro.
Em Portugal, antes da falir a economia, faliu a forma de gestão e criar riquesa que foi aplicada e ensinada nas ultimas décasa, que estes efeitos vão perdurar por mais algum tempo, enquanto não se corrigir esse malaficio.