sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Volta ao Portugal de hoje, de ontem e de amanhã


 Caminhando atentamente e despreocupadamente por este país que alguns dizem que é pequeno, mas que na realidade é muito grande, os que dizem que é pequeno, talvez não o conheçam todo, descobrem-se maravilhas, quer naturais, quer feitas pelo homem.
O ritmo das mudanças e alteração das coisas nas ultimas décadas não foi amigo deste país. Por muito que alguns queiram, alterar a natureza e sustentabilidade do necessário e essencial, não é sustentável por muito tempo.
Neste momento temos muita gente à procura da verdade para poder continuar a desfrutar deste belo país. Para uns é fácil encontrar esse caminho, que já o estão a seguir. Para outros, andam um bocado às aranhas, pois também eles quiseram desprezar e abandonar o caminho do futuro e agora têm grande dificuldade em encontrar de novo esse caminho que tanto lhes vai fazer falta no futuro.
As fotos que vemos, percorrem o nosso país de Norte a Sul.
A foto do nosso lado esquerdo mostra-nos as lindas paisagens do norte, que o homem com as suas alteraçõs soube combinar com a beleza da natureza que nos quis oferecer e assim, temos uma beleza ímpar.
A foto do meio, bem no centro do país, mostra-nos  os monumentos naturais que intrigam muita gente, como é que a natureza se consegui transformar fálicamente.
A foto do nosso lado direito, bem no sul do país  mostra-nos a força de manter os campos e paisagens com o seu natural recuperado.
Continuando caminhando e viajando pelo país fora, em caminhadas, de automóvel, de comboio e até mesmo de avião, descobrimos sempre maravilhas desconhecidas para a maioria dos portugueses e de quem nos visita.
País de todos os climas, do glaciar ao tropical é sempre possível sentir o clima que desejarmos. Na alimentação, para quem tenha viajados por outros lados, sabe bem que não é fácil encontra gastronomia tão rica como a nossa. Porque a nossa natureza danos essa riqueza de produzir os bens necessários para a alimentação completa que não é fácil encontra em outras parte do mundo.
Gerações dos últimos tempos, por erros de gestão e cultura, alteraram em boa parte os bons condicionalismos necessários para manter as condições naturais e paisagisticas que davam o valor que o nosso país tinha.
Hoje, resta-nos fazer algum esforço para tentar manter este país como é. Embora não seja fácil, pois a cultura do mal avançou demasiado. Embora se diga que o bem vencerá sempre sobre o mal.
 
 

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Volta ao Porugal de hoje, de ontem e de amanhã


 Percorrendo as nossas aldeias de Portugal, tanto hoje como ontem, sempre vimos o nosso povo carregado de misticismo. Misticismo não significa subdesenvolvimento ou falta de cultura, mas sim obediência ao seu Deus ou à sua natureza. Os sinais de espiritualidade e atenção aos fenómenos naturais no nosso povo têm muitos milhares de anos.
Hoje, quando se anuncia o fim do mundo através dos meios de comunicação mais evoluídos, envolvendo toda a ciência e pessoas mais letradas, as gentes do povo base, talvez sejam as que estão mais descansadas e têm mais a certeza que nada vai acontecer daquilo que se vem anunciando no "evoluído"
Já algum tempo, muitas pessoas vêem dizendo que uma Nova Era estaria a começar. Já quando do ataque de destruição das Torres Gemias, alguém não teve dúvidas  e se pronunciou que uma Nova Era dava início. Pois a forma como o ser humano atacou o ser humano, só poderia deixar poucas dúvidas de que uma civilização que leva a estas coisas´só poderá estar a chegar ao fim.
Como a humanidade não pode parar de evoluir e conhecendo nós a história da evolução do ser humano, então uma nova sociedade seria mais que evidente que iria dar os primeiros passos.
Para alem disso, vemos muitos sinais claros na civilização que temos hoje que as pessoas estão cansadas do modelo da sociedade que temos. A sociedade entrou em choque. Vemos nas ruas, nas igrejas, nas multidões, nos centros comerciais, nas feiras, nas festas, nas viagens que este modelo de civilização está esgotado.
As fotos que apresento nesta crónica foram captadas em locais muito distantes mas dentro do nosso país. Mas isto é o retrato da humanidade em geral, e as pessoas em geral já não têm duvidas de que uma nova civilização está em curso. Então!.. será possivelmente o fim do mundo anunciado, que será o fim deste mundo com esta civilização - fim desta Era - e começo do novo mundo com nova civilização - começo da Nova Era.
Há 4 décadas, li um livro de um jovem escritor que na realidade já anunciava esta mudança que se está a operar actualmente. Sendo eu muito jovem também, fez-me confusão, mas confesso que da forma como o escritor me fez analisar as coisas e tendo eu em conta o que já tinha visto e presenciado, não fiquei completamente descrente do que o escritor dizia. Mas falava com amigos meus e quase todos diziam que isso era para esquecer. Hoje verificamos que é isso mesmo que está a acontecer.
Mas é de ver com alegria e boas esperança a forma à-vontade como o povo base responde à forma descontrolada, desorientada, aflita e irritante como a gente letrada se comporte com esta anunciada do fim do Mundo.


sábado, 15 de dezembro de 2012

Volta ao Portugal de hoje, de ontem e de amanhã




 
Alexandre, já vai no quadragésimo quinto jantar de Natal com colegas de trabalho. Ao sentar-se, olhou em redor percorrendo toda a mesa e já não vê ninguém dos primeiros anos. Uns, porque pediram a reforma antecipadamente, outros, porque se cansaram antes do tempo mas nenhum deixou que a reforma chegasse dentro do tempo devido.
Tudo mudou muito, mas o que Alexandre nota muito diferente nestes jantares, são as conversas entre as pessoas  (colegas).
Nos primeiros jantares que esteve presente, ainda muito jovem, para Alexandre era uma das melhores oportunidades para ver os seus colegas expressarem-se genuinamente. Era nestes jantares que os colegas falavam aquilo que sentiam. Mesmo com a Administração nas mesas, era quando muitos aproveitavam para dizer aquilo que nos locais de trabalho não queriam dizer. Pois aqui a Administração ouvia tudo com sorriso e até era uma boa oportunidade para se terem conversas laborais interessantes e frutíferas.
Na parte da reinação, também era nestes jantares que as pessoas mais tímidas desabrochavam, diziam coisas interessantes que em outros momentos poderiam não cair bem ou até serem mal interpretadas.
Com o passar dos anos e também porque Alexandre nestes anos todos mudou duas vezes de empresa, mas na ultima já vai no trigésimo terceiro jantar e passados alguns alguns jantares desses, Alexandre passou a ser dos mais conversadores e dos mais ouvidos porque para alem de ser um bom orador é também um bom contador de anedotas, coisa importante para este tipo de jantares, Palavras picantes, provocadoras, inteligentes, valiosas cheias de conteúdo, tudo isso torna estes jantares inesquecíveis.
Agora, quando Alexandre se senta à mesa destes jantares e olha em redor, vê muitas caras jovens e lindas que parece uma mesa de um paraíso, mas todos se sentam muito direitinhos e preocupados se estarão a fazer alguma coisa mal, com a cara metida entre a palma das mãos apoiadas nos cotovelos em cima da mesa, a contrastar com o à vontade sorridente falando e cumprimentando-se à distancia nos jantares de outros tempos.
Após a refeição começar, ninguém se diverte comendo e falando de uns para os outros, estão todos rodeados de telemóveis de ecrãs gigantes e escuros que não param os pips-pips dos SMSs a chegar, para depois eles estarem com uma mão no garfo a meter a comida para a boca e a outra movimentando o ecrã do telm. para ver o que o namorado/namorada (entenda-se amante, porque namoro ali não há nenhum, é só imposição e exigências).
Nestes jantares, a parte mais divertida era já no fim, quando se começava a contar as anedotas picantes que até as colegas mais púdicas certinhas se fartavam de rir como em lado nenhum tinham a oportunidade  de fazer aquela higiene mental.
Agora, ainda nem o jantar acabou, já estão todos a olhar para qual dos telemóveis para ver a qual deles chega o SMS mais exigente, e assim partem a correr para o automóvel, para chegar lá e ficar um bom bocado a pensar como é que vai enfrentar aquele drama ao chegar a casa, lá terá de ouvir que se assim continua, termina ali a relação.

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Volta ao Portugal de hoje, de ontem e de amanhã

 Aprendi a falar e a ouvir, ouvindo pessoas simples e de formação académica de base. Depois veio  o professor que falava alto e de bom som, calmamente e pausadamente para que todos ouvíssemos bem o que ele estava a dizer.
Quando dei aulas, a sala enchia-se até ficarem encostados à parede.Tinha eu vinte e poucos anos, e cidadãos com quarenta anos perguntaram-me quanto é que eu queria por aquilo que sabia. Respondi-lhe que não vendia por dinheiro nenhum. 
Agora, vejo intelectuais cheios de MBAs, falando para quem é obrigado a ouvi-los, grupos profissionais, mas metade das palavras não se lhes percebe, por que talvez não estejam interessados que as pessoas oiçam bem o que eles dizem. - As fotos ilustram estas situações.
Começam as aulas de formação e esclarecimento, passando vídeos com figuras importantes e internacionais a passear o cãozinho. Depois o discurso situa-se por ali, quase que deixando entender que o sucesso dessas figuras pouco mais foi do que passear o cão. Por isso, vemos mundos financeiros a caírem de um momento para o outro como se fossem castelos de cartas.
Então de onde veio o dinheiro? Talvez das grandes poupanças dos antepassados!.. como essas poupanças não poderiam durar para sempre.... um dia acabou.
Agora, o Pedro, que foi educado e instruído desde os seis meses de idade a correr para a escola, que quantas mais licenciaturas e mestrados tivesse mais garantido estaria o seu sucesso, decidiu pegar nas maletas, na mulher e no filho e rumar à província em busca das origens dos seus antepassados que foi o seu bisavó que desceu as montanhas por caminhos poeirentos tropeçando nas pedras com alpercatas a protegerem-lhe um pouco os pés, embora analfabeto mas cheio de esperança e alegria confiante no futuro sem a menor dúvida que iria singrar, chegou à cidade do litoral, serviu durante algum tempo por pouco mais que a comida e dormida (como Miguel Torga diz nos seus escrito ), depois lá ganhou coragem, foi trabalhar para a loja comercial e pedir alguma solda-salário e assim chegou a proprietário para o seu bisneto ser criado num berço dourado com o maior dos mimos, pensando os seus pais que o menino teria o Céu na Terra e que este nunca mais precisaria de se preocupar com a vida. Era só vivê-la
Este menino agora com trinta anos, que passou vinte e nove e meio destes anos na escola, ( pouco menos analfabeto que o seu bisavô ) viu-se obrigado a fazer ao contrário o mesmo caminho que tinha feito o se bisavô.
Mas agora o seu bisneto já não vai pelo caminho poeirento e de alpercatas, mas sim num automóvel de luxo comprado com crédito fácil, com dúvidas se conseguirá mesmo obter os subsídios que o movem à procura de passar por aquelas terras alguns anos, depois logo se verá.
Também nunca ninguém lhe explicou como é que se faz a cama a um animal para que durma bem, faça bom estrume para depois adubar a terra agriculta e esta dê bons produtos biológicos sem os nitratos a escalfar a terra.
As primeiras pessoas que começou a ouvir, estas nunca imaginariam que o menino um dia se decidiria subir as montanhas para conseguir subsídios, eles bastou ligarem-se ao Partido para conseguirem os subsídios que quisessem e isso iria garantir todo o futuro dos vindouros.
 


sábado, 1 de dezembro de 2012

Volta ao Portugal de hoje, de ontem e de amanhã


 
As ultimas décadas criaram uma sociedade de descanso e lazer, não se sabendo ainda bem a origem desta cultura, deste pensamento e a forma como foi adquirido.
Criando também em paralelo e simultâneo a sociedade do discurso socializante e populista.
Todos os grupos, jornalistas, comentadores televisivos criados em catadupa nos últimos tempos, passámos a ter uma sociedade que cerca de 70% das pessoas estão agora a agir de uma forma desesperada: porque estavam parados desde há anos a viver de reformas antecipadas, subsídios (gente de todas as idades) pensando que essa vida era eterna. Mas agora muitos ou quase todos já se aperceberam que afinal essa vida não vai durar toda a vida, então as reacções de cada um são diferentes: uns andam pensativos à procura de darem a volta por cima pensando que vão encontrar outra forma qualquer habilidosa que lhes permita continuar a vida no paraíso.
Não precisamos de ver todos os discursos que passam nas televisões e muitos ao vivo, para vermos a aflição e o pânico em que muita gente que fazia uma vida faustosa muito acima das suas possibilidades, ainda não lhes passou pela cabeça que terão de aprender a trabalhar para depois começarem uma nova vida de trabalho de acordo com a produção que quererão produzir para assim fazerem uma vida a esse nível.
A vida de só pensar como ocupar o tempo com modelar o físico para assim aparecer na socialite cada vez mais  atractivo e interessante, terminou.
A foto do lado esquerdo é um exemplo dos grupos de pessoas que a sua principal preocupação seria moldar o seu físico de forma a ser o mais atraente possível. Em paralelo alimentavam a ideia do palácio dourado ( foto do meio ) para a partir da meia idade passar a viver a reforma dourada, sem nunca lhes ter passado pela cabeça que para se ter uma reforma para desfrutar no fim da vida, é necessário primeiro produzir essa reforma.
Depois e agora, ao começarem a aperceber-se que esse sonho dourado afinal não se vai concretizar, vão vivendo os restos do paraíso ( foto do lado direito ) enquanto acertam ideias, mas essas ideias cada vez fiarão mais turvas.
Mas também ainda existem os outros que tudo especulam para encontrar culpados da situação que eles próprios quiseram e criaram. Estes serão os que virão a ter mais dificuldade em acertar passo com u futuro.
Por isso é que se diz que só cerca de 30% das pessoas não estão falidas. Foram essas que sempre se souberam governar com consciência da situação, não se deixaram contaminar pelos desequilibrados, mesmo tendo sido por vezes criticados pelos desequilibrados porque não gastavam mais do que o que estavam a gastar.

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Volta ao Portugal de hoje, de ontem e de amanhã

 
 Cabe aos cientistas inventar os meios e ferramentas para o progresso da humanidade e das sociedades.
Cabe aos experientes governar as nações e as sociedades, para garantir o progresso continuo dos povos, sem que de vez em quando haja sobressaltos, quebras bruscas na qualidade de vida das pessoas.
Foi por nas ultimas décadas não ter estado à frente destino e governação das sociedades o saber e a experiência, que neste momento as mesmas atravessam um período difícil.
Foi por a ilusão dos falsos ensinamentos empacotados terem ocupado lugares que seriam próprios da experiência e conhecimento, que uma grande parte da humanidade está a pagar muito caro, incluído muita gente que até contribuiu com muito progresso e bem estar.
Estes fortíssimos erros que foram cometidos pela goluseima e atrevimento dos falsos conhecimentos, fizeram com que tivesse havido uma quebra brusca no nível de vida de quase todas as sociedades que estavam em franco desenvolvimento.
A ciência progrediu e a governação não sobe aproveitar esta condição, desprezandoa de uma forma muito má.
A foto do lado esquerdo, mostra-nos equipamentos que sendo bem aproveitados seriam um avanço na qualidade de vida das pessoas, mas as más governações desprezaram o saber da ciência e destruíram grande parte das vantagens que esta nos trouxe.
A foto do meio, mostra-nos uma evolução extraordinaria nas qualidades habitacionais e laborais que fariam dar um salto enorme na qualidade de vida das pessoas e no produtividade se tivessem sido bem aproveitadas por quem gere e governa. Mas nestes lugares não estavam as pessoas certas nos lugares certos, foram usurpados e assaltados por quem não tem escrúpulos nem sentido da realidade.
A foto do lado direito, mostra-nos uma ilha que tem por nome Tróia, no centro-sul-litoral de Portugal, que nas ultimas décadas por más governações tinha sido atirada para o desprezo perdendo toda a riqueza e progresso que tinha adquiro nas décadas anteriores.
Mas agora nos últimos meia dúzia de anos, a experiência e boa governação voltaram a tomar conta desta pérola que tinha sido destruída pelos abusos, e lá está novamente o progresso do futuro com gente responsável e de conhecimento.
Actualmente assistimos à reviravolta em consequencia dos abusos e atropelos feitos por quem quis desprezar o conhecimento, a experiência, o saber, a responsabilidade com vontade de construir o futuro.
Os povos têm saberes milenários e eternos, e, dizem que a verdade é como o azeite: virá sempre ao de cima.
Assim está a acontecer agora com a situação em resposta aos atropelos que foram cometidos nas ultimas décadas.
A verdade e a razão serão repostas nos próximos anos, mas vão ficar marcas muito vincadas em consequencia dos atropelos que foram cometidos nas ultimas décadas.


sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Volta ao Portugal de hoje, de ontem e de amanhã


 Nunca como agora foi tão necessário dizer a verdade, e nunca como agora houve tanta esitação (medo) em dizer a verdade.
As pessoas da sociedade que se veio criando ao longo das ultimas décadas, vagueiam, olham, param, não escutam porque não estão interessadas (salvo raras excepções ) por vezes vem a tentação e olham de soslaio e lá vão escutando alguma coisa mas não dão muita importância porque de facto não estão muito interessadas em analisar a sociedade e ouvir a verdade. O que elas querem é manter um nível de vida despreocupado e sem problemas de maior.
Quando aparece alguem corajoso/a em dizer a verdade porque já está muito próximo para acontecer, a reacção de muitos é não querer saber, e se, estão obrigados a ouvir, dizem que essa verdade é profecia maldizente, embora lá no fundo sabendo que de facto é mesmo verdade mas têm medo da verdade. Porquê?... porque foi uma sociedade que se criou ilusoriamente com a promessa do paraíso que nunca haveria de vir e essas mesmas pessoas ainda não querem acreditar que nunca terão esse paraíso.
As fotos a ilustrar, a primeira do nosso lado esquerdo, representa os cidadãos que se movimentam em publico de cara escondida por terem vergonha de terem vivido uma vida (entenda-se algumas décadas) pensando coisas e acreditando em mentiras que agora estão a ser desmascaradas na falsa sociedade que se criou.
A foto do meio, representa aquelas pessoas que nunca se deixaram enganar, percorrem mundo à procura da cara da verdade, pacientes, esperam o tempo que for preciso para ver bem a verdade e fotografá-la para a expor à frente daqueles que não a procuram para não a verem. Estes, preferem continuar a viver enganados para o resto da sua vida, porque se automentalizaram que a vida para eles já será muito curta, mesmo aqueles que ainda são jovens no cartão de identidade, preferindo viver enganados e a perder qualidade de vida, a fazerem algum esforço para mudarem para melhor. Pois o mais provável é que eles ainda vivam muito tempo!...
A foto do nosso lado direito, indícanos o local para onde estão a partir sem demora, os cidadãos que querem dar inicio a uma nova vida e uma nova sociedade.
Uma nova sociedade que tem que partir da naturalidade sem vícios da sociedade que está em agonia, lutando contra os vícios que são tantos que já os confundem, vícios perigosos com direitos adquiridos.
A nova sociedade que está a emergir do mundo natural, não está a perder tempo, enquanto os agarrados ao mundo dos falsos direitos adquiridos, travam a luta renhida contra tudo e contra todos até submergir no lago que quase já não tem água.
Eles ainda não se aperceberam que os que estão a partir já desacreditaram completamente neles, já não se querem deixar enganar mais, por eles sim profetas das más intenções, que nada mais fizeram que viver parte da sua vida lutando por fazer uma vida apoiada na riqueza que outros criaram.
Mas ainda vão ter tempo de ver estes que estão a partir das bases criando a nova sociedade que será a verdadeira sociedade do futuro.


sábado, 10 de novembro de 2012

Volta ao Porugal de hoje, de ontem e de amanhã em 40 anos

Julieta acabara de concluir a sua licenciatura de três anos na escola superior e um dos seus sonhos enquanto estudava era ser escritora.
Agora, que se viu mais dispensada de passar livros a correr, talvez fosse a altura de começar já a escrever livros para pôr nas livrarias, pois já lá tinha visto alguns de pessoas suas conhecidas que tinham feito um percurso académico parecido com o dela, mas Júlia parece que não se sentia muito à vontade para começar a escrever o livro que imaginara. Não era que não lhe faltasse assunto para pôr lá, mas sentia que não devia pôr no seu livro aquilo que tinha aprendido noutros livros. Assim, não iria acrescentar nada de novo, isso já os outros o tinham dito, embora pudesse ter sido dito por outras palavras, claro que Júlia arranjaria sempre outras palavras para falar do mesmo assunto. Nisso tinha-se especializado bem em todas as escolas por onde passou, desde os seus 5 anos até aos 23 anos quando terminou a licenciatura.
Júlia era uma das raras que reconhecia que deveria aprender algo por ela própria para acrescentar ao que tinha aprendido nos livros entre quatro paredes.
Já tinha reconhecido que havia muita gente que não se preocupava em pôr ou inventar algo de novo para acrescentar. O plagiato era o prato forte do mundo que conhecia. Havia excepções, mas eram muito raras. e ela queria ser uma delas.
Assim, decidiu dar inicio ao principio da aprendizagem e começar pela essência das coisas, bem da origem, só assim poderia conhecer as coisas tal e qual como elas são.
A foto do lado esquerdo, mostra como podemos chegar directamente à origem das coisas e a partir daí começar a investigar e começar a perceber com é que as coisas se desenvolvem, os seus métodos e o seu progresso e processo de crescimento.
A foto do meio, mostranos que é através do contacto com o povo e a sociedade real que podemos observar qual o comportamento verdadeiro e puro das pessoas, quer individualmente, quer em sociedade. É  aqui que podemos ver e ter a certeza se é verdade ou mentira aquilo que muitos escritores põem nos seus livros, que não fizeram mais nem menos do que copiar o que leram noutros livros, e, por vezes esses mesmos livros também foram escritos por alguém que teria feito a mesma coisa.
A foto do nosso lado direito, mostranos que são estes meios que podemos utilizar para conseguirmos chegar a onde queremos para adquirirmos os conhecimentos que precisamos para pôr aonde quisermos.
Se assim não o fizermos, continuaremos com saudades de quando entravamos numa livraria e um livro era de facto onde iríamos aprender algo de novo, para que termine o tempo em que entramos numa livraria e vê-mo-la cheia de livros muito bem apresentados na sua embalagem perfeita e sedutora, depois compramos, começamos a ler e passadas algumas dezenas de páginas concluímos que tudo aquilo já sabíamos porque já tínhamos lido noutros livros, embora por palavras e métodos diferentes.
Júlia meteu pés ao caminho, iniciou a caminhada de início e desde o principio, esqueceu que tinha uma licenciatura, abandonou a aprendizagem de entre quatro paredes, começou a aprender tudo ligado à pratica e à essência das coisas e não tem dúvidas de que dentro do tempo necessário para aprender, testar, verificar pondo em pratica os seus trabalhos, vendo que de facto o que ela foi investigando e testando deram resultados novos que ninguém os tinha apresentado e assim, sim, tem a certeza e a alegria de um dia irá escrever os seus livros de sua origem e com ensinamentos que irão valorizar o mundo e a sociedade de amanhã, e qualquer leitor que os compre nunca se arrependerá nem darão o seu dinheiro por mal empregue.

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Volta ao Portugal de hoje, de ontem e de amanhã

 
 Paraíso prometido, adquirido por direito natural e democrático, ilusório e insustentável.
Agora, reconstruir toda uma condição natural e sustentada, que já existiu ainda não há muitas décadas.
O Éden das pétalas vermelhas estava perto e existia, era só querê-lo, porque ele existia, pura ilusão.
É fácil construir um Éden só para os nossos olhos verem durante alguns minutos ou durante algumas horas, mas para o nosso corpo viver a vida inteira não pode ser ilusório, tem que ser mesmo natural e bem construído e duradoiro, por décadas, por séculos. É o que nos mostra a foto do nosso lado esquerdo.
A ilusão de que todos os nossos gostos e caprichos podiam ser sustentados e gozados em cada momento e hora, foi sol de pouca dura. São aos milhares as pessoas que passaram a  fazer despesa com criaturas que não produzem, mas que faziam consumo exactamente como aquelas que produzem ( foto do meio). Levar essas criaturas a passear ao parque dos seres humanos que se estão a criar para no futuro produzirem para compensar o que já consumiram e para os futuros que precisarão de consumir sem ter ainda capacidade para produzir.
Esta cidadã acha que as duas criaturas que junto ao seu corpo, podem consumir exactamente nas mesmas condições como aqueles que produzem.
Erro monumental, destruidor e secular, e assim levará tempo a ser corrigido.
A foto do nosso lado direito, mostra-nos a forma acelerada e possante que os mesmos precisarão de utilizar durante muito tempo para repor a situação que foi desvirtuada e descontrolada. Quanto mais tempo demorarem com discursos demagógicos a entreter o outro, mais penoso e sacrificante será para voltar a ter uma vida normal ( não uma vida faustosa e enganadora como aquela que muitas pessoas tinham até aqui ) mas sim uma vida bem gerida, bem governada de acordo com as posses de cada um.
É  missão principal e prioritária que cada um agora precisa antes de tudo, pois muita gente faliu não por falta de dinheiro, mas sim por não o saber gerir.
Há um proverbio popular que diz: sabe-lo ganhar e não o saber gastar, é pior que não o saber ganhar.
E este mal foi o mal de muita gente, é que nunca aprenderam a saber gastar. Por muitas resmas de dinheiro que se dê a quem nunca soube gastar o dinheiro, esse nunca sairá da miséria.
Assim, muita gente, agora, a primeira coisa a fazer e tirar um curso de saber gastar o dinheiro. Depois, tirara outro curso de saber como ganhar dinheiro.
Mas estes dois cursos, têm que ser tirados enquanto se trabalha, e não pode estar à espera que sejam os outros a arranjar-lhe emprego. Tem que ser ele próprio a criar o seu posto de trabalho, porque a palavra emprego está a desaparecer a grande velocidade.
Quando todos pensarem criar o seu posto de trabalho, pode ser mesmo na empresa do outro, do Estado, ele, trabalhando com dedicação e responsabilidade sem querer roubar tempo à entidade patronal, nunca mais faltará trabalho/emprego para todos. 

sábado, 27 de outubro de 2012

Volta ao Portugal de hoje, de ontem e de amanhã

 
 A orientação da sociedade nova, passou a ser feita por pedagogos, que são mais, demagogos.
A realidade deixou de contar e quando aparece alguém que tem a coragem de querer por a verdade na ordem do dia, é imediatamente perseguido e escamoteado.
Cada dia que passa, ficamos mais admirados pelas situações que se nos deparam à nossa frente. Custa-nos a acreditar por vezes, como é possível ou foi possível isto ter acontecido, a sociedade ter chegado a situações que na realidade vão ser muito penalizantes para a nova sociedade do futuro.
Houve convencimento de que a ilusão seria o futuro da humanidade. As pessoas só precisavam de ter uma boa aparência e o futuro estaria garantido. Discursos de rua, como mostra a foto do nosso lado esquerdo, fazer discursos bem preparados, com palavras muito apelativas e sugestivas e todo o resto do que era melhor estaria certo.
Manifestações de rua demagogas como mostra a foto do lado direito, pensando que enganavam o comum dos mortais, tem sido o prato forte desde algumas décadas para cá. temos gerações - de 10 anos - que toda a sua formação e mentalidade assenta nesses principios. A forma como eles vêm o mundo e a sociedade é o oposto da realidade. As consequencias a curto, médio e longo prazo, vão ser penalizantes e dramáticas para todos nós, mas mais para essas mesmas gerações.
Dir-se-à que as outras gerações também têm culpa e responsabilidade por tudo isto ter acontecido e ter permitido!.. Sem duvida que sim, mas por muito que as pessoas que se apercebiam da realidade e quisessem tentar travar o curso desses acontecimentos, era-lhes impossível.  A corrente que foi formada para levar a actual sociedade para esses caminhos foi tão forte que se tornou impossível dete-la. Muitas pessoas tentaram esclarecer e alertar para os maus caminhos que se estava a caminhar, mas os mal intencionados passaram a ser muitos e tornou-se quase impossível demovê-los de tais objectivos e intenções.
Agora, com uma sociedade de imagem e fisicamente bem polida, quase que é difícil acreditar que seria possível termos pessoas fisicamente tão perfeitas e tão despreocupadas com o futuro, foto do meio, que para os mais atentos e preocupados já não têm muitas duvidas de como será o futuro da nossa próxima sociedade.
A evolução da sociedade ninguém o conseguirá impedir de continuidade. Mas sim, algumas gerações conseguirão dificulta-lo, torná-lo mais difícil e penoso, deixando marcas que também poderão marcar as novas gerações.
Mas também servirá de escola para as gerações vindouras, para que dificilmente o que se passou socialmente no século XX volte  a acontecer.
 

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Volta ao Portugal de hoje, de ontem e de amanhã



A expressão: ocupar os tempos livres, tédio por não ter nada para fazer, matar o tempo, tem os dias contados.
Não precisamos de recuar muito na história para confirmar que uma das maiores preocupações do dia à dia era a falta de tempo.
As novas tecnologias, vieram fazer com que o ser humano pudesse ter tempo para fazer muito mais do que fazia antes de dispor dessas vantagens, mas não para que sobrasse tempo sem saber o que dele fazer.
Aconteceram essas situações de tempos livres, porque as pessoas deixaram de saber gerir bem o tempo de que dispunham. O único tempo que pode ser considerado livre, é o tempo que precisamos para nos sentarmos: quando ficamos um pouco baralhados com tanto para fazer e não sabemos por qual dos trabalhos devemos começar. Aí, sim, devemos sentar-nos e pensarmos qual desses trabalhos tem prioridade. De resto, não há tempos livres.
Muitas pessoas que dizem, que não têm nada para fazer, nem quarenta por cento do que deveriam e precisavam de fazer, fazem. Talvez tenham sido vitimas de uma cultura do desleixo.
Uma jovem, que acabava a sua licenciatura de três anos, lamentava-se e culpava toda a gente, porque ela não tinha ali à sua espera o emprego que "merecia" e a culpa era dos governantes e da sociedade, continuava a protestar, ora em manifestações, ora em protestos de Praça, continuando por tempo sem fim na mesma situação.
Outra jovem, que terminava uma licenciatura de cinco anos, enquanto aguardava pela resposta que lhe tinha sido prometida, aproveitou e foi fazer as vindimas da sua Região, ganhando dinheiro pra reforçar as suas poupanças.
Esta jovem, teve que interromper as vindimas, para ir preencher o lugar para o qual tinha concorrido.
Mas a jovem que só protestava e dizia que não tinha andado a tirar uma "licenciatura = a bacharelato" para ir fazer outra coisa, continua a protestar e a ocupar praças.
As três fotos que escolhi para ilustrar esta crónica, foram todas tiradas na mesma Região e na mesma época do ano.
Enquanto uns aproveitam estiraçados o Sol extasiando-se (matando o tempo) outros trabalham noite e dia, pois a época assim o exige. Enquanto os produtos alimentares que ainda estão na produção, correm o risco de se estragar por falta de quem os vá apanhar.
Pois não demorará muito tempo, em que essas mesmas pessoas que agora estiraçados "matam o tempo" porque alguém os está a alimentar, num futuro muito próximo, terão de aprender a gerir bem o tempo para que lhes chegue para fazerem tudo o precisam de fazer.





sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Volta em 40 anos ao Portugal de hoje, de ontem e de amanhã

 
 
 
 A nova sociedade que poucos sabe-la, ou melhor, muitos a sabem mas poucos ousam declara-la, uma sociedade que se formou nas ultimas décadas, que não era  nem foi aquilo que se esperava e/ou precisava para continuar o progresso do país, a economia de números enganados institucionalizou-se, não há mais tempo para debates de ilusões.
A foto do nosso lado esquerdo representa bem a sociedade que temos:
Adultos vivendo um luxo de vida que na realidade não têm, mas que pensam e observam à procura daquilo que acham que lhes está a faltar, que já têm a certeza que não vão continuar a ter, mas que entretanto vão aproveitando viver o momento, vivendo o dia de hoje, porque para esta geração o que conta é o dia de hoje.
O adolescente já não acredita absolutamente nada no presente. Segura a cabeça com as mãos tentando concentrar-se no pensamento, tentando alcançar visão para o futuro. Ele precisa de descobrir o futuro.
O futuro para este jovem adolescente, está nas duas fotos seguintes. A do meio e a do lado direito. O desenvolvimento das potencialidades naturais que existem, que são imensas. Perdeu-se foi nos últimos tempos essa visão. Nas ultimas décadas perdeu-se a noção da realidade. Viveu-se a ilusão dos discurso oratório, demagógico, dos números empolados.
As sociedades do futuro, depois de reencontrar os caminhos e alinhar novamente as novas gerações, vai ter que escrever bem a história das ultimas décadas para que tamanho desastre não se volta a repetir.
Nas três ultimas décadas do século XX e na primeira do século XXI destruiu-se toda a riqueza que se construiu até essas datas.
A riqueza material é mais fácil recuperá-la, mas a riqueza humana e das sociedades vai levar mais tempo a repô-la.
 Presentemente assistimos a debates protagonizados por interlocutores que conhecemos desde há muitos anos. Se não os conhecêssemos ficaríamos mais confusos, mas conhecendo-os e conhecendo o seu passado, ficamos abismados com as declarações e afirmações que produzem.
Para alem de muitas ideias que possamos fazer sobre estas personagens, há duas que nos ficam na memória: ou eles estão de tal maneira tresloucados a já se estão a auto-julgar pelos erros que cometeram contra a sociedade, ou estão de tal maneira assustados reconhecendo os erros que cometeram contra a sociedade e agora estão em pânico sem saber o que lhes poderá acontecer.
Há cerca de dois anos que o nosso país e a sociedade portuguesa estão em acelerada mudança e cada dia que passa a velocidade aumenta até chegar aos 100%
Podemos comparar com um automóvel que inicia uma estrada cheia de curvas e contracurvas, descidas e subidas com a percentagem de inclinação variada até chagar à estrada com menos curvas e menos subidas e descidas, que lhe levará cerca de 10 anos a percorrer essa estrada sinuosa.
  


sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Volta ao Portugal de hoje, de ontem e de amanhã


 Para muitos, estamos perante uma das mudanças normais e habituais da sociedade que de tempos a tempos acontecem. Para outros, está a acontecer qualquer coisa de inaceitável, que foi uma grande surpresa provocada por meia dúzia de indivíduos que quiseram provocar esta crise para levar novamente a água ao seu moinho, ou seja, fazer com que voltarem a ter a sociedade debaixo do seu poder dominante. Nem uma coisa nem outra.
Há trinta ou quarenta anos, já muitas pessoas, sobretudo aquelas que viajavam, se apercebiam que em breve  as sociedades iriam ter grandes mudanças.
Estava-se a concretizar muito rapidamente a - Aldeia Global - Os transportes rápidos cada vez se tornavam mais ao alcance de todos os cidadãos. Mas ao mesmo tempo era claro que as pessoas cada vez precisariam de ter mais preparação e sabedoria prática para enfrentar essas novas mudanças que ninguém as conseguiria evitar.
Mas a mensagem foi mal lida e interpretada:
Muitos pensaram que essa sabedoria se poderia adquirir rapidamente lendo todos os livros entre 4 paredes, e quem mais rápido o conseguisse, seria o primeiro em tudo. Daí a corrida desenfreada e sem limites aos cursos académicos, que depois, como alguns catedráticos hoje reconhecidos, disseram que 80% desses cursos académicos eram de plástico (palavras deles).
A mensagem verdadeira era para as pessoas se prepararem com sabedoria pratica, técnica e cientifica, para poderem acompanhar a mudança inevitável.
 Como assim não o quiseram fazer, agora também é inevitável sofrer as consequencias.
As fotos actuais, a do nosso lado esquerdo, mostra uma sociedadede à procura de novos horizontes tentando avistar por cima de mares o mais distante possível, quando esse horizonte poderá estar aos seus pés.
A foto do meio, mostra as pessoas que se sentaram a pensar, indecisas se deverão acreditar no futuro ou não.
A foto do nosso lado direito, mostra aquelas pessoas que já partiram à procura do futuro, registando todos os acontecimentos, para que nada lhes escape, pois a partir de agora vencer na vida vai ser mesmo a sério e nada nos podemos distrair.
Uma nova sociedade teremos dentro de alguns anos, uma sociedade atenta, muito mais difícil de se deixar enganar por governantes. As formas de trabalhar serão completamente diferentes. O tempo passará a ser gerido de uma forma muito diferente daquela que hoje ainda muita gente o gere, mas gerido da forma como muita gente já o gere hoje, que são aqueles que já estão no futuro.  
Os extremismos que tanto nos têm afectado, passarão a deixar de fazer sentido e cada vez passarão a ser aceites por menos pessoas até que ficarão reduzidos à sua insignificancia, que fazem parte do pensamento de uma percentagem mínima da sociedade e assim terão a sua insignificancia.

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Volta ao Portugal de hoje, de ontem e de amanhã


 
A sociedade sem rumo, com urgência de retomar um rumo certo. Venham e apareçam as pessoas que não perderam o rumo e estão em condições de indicar esse rumo certo aos que o perderam.
Quase em toda a Europa, mas falemos do nosso país que é Portugal, é muito estranho o que se está passando por todo este país.
Nos grandes centros urbanos, vemos manifestações assombrosas quase diárias a pedir emprego, gritando (muitos dos manifestantes deixam os bons carros junto à estação do comboio mais próxima do local de inicio da manifestação) ameaçando e ofendendo os governantes,  lamentando-se que estão quase a morrer de fome. (foto do nosso lado esquerdo) - clicar nas fotos para ver em tamanho maior . Vemos também níveis de vida que para a maioria dos cidadãos deste país é impensável que se possa viver com este nível de vida (foto do meio).
A foto do nosso lado direito, mostranos uma actividade produtiva que contribui para o desenvolvimento e progresso económico do país e de toda a sociedade, mas os agentes desta actividade queixam-se que têm falta de pessoas que queiram vir trabalhar para esta actividade (que é uma das mais dignas de todas) dizem os mesmos que ao contactarem as pessoas para virem trabalhar para a actividade e que é muito bem remunerada, dizem os contactados que não querem ir trabalhar. Dizem os agentes económicos desta actividade que ao contactarem as pessoas e elas não quererem ir trabalhar, eles que oferecem trabalho às pessoas e elas não o querem, ficam com a impressão de que essas pessoas não precisam de dinheiro.
Essas pessoas de facto não precisam de dinheiro, porque estão a viver com subsídios vindos dos impostos de quem trabalha.
Hoje, já ninguém tem duvidas de que a sociedade portuguesa está sem rumo. As consequencias vão ser muito graves. A responsabilidade é de quem durante as ultimas décadas andou a prometer um paraíso impossível aos portugueses. Mas esse paraíso só alguns tiveram acesso a ele, e muitos dos que tiveram acesso a esse paraíso, dentro em breve estarão também sem ele, porque era um paraíso ilusório.
Por isso, a nossa sociedade está sem rumo. Que há quem conheça esse rumo, há!...Poderá é estar à espera do momento certo para aparecer!..
 A Nação Lusa é uma das mais antigas da Europa e do Mundo, como deu mundos ao mundo. Por isso, diz quem sabe que ainda existirá um imenso Portugal!..
Sejamos inteligentes, saibamos esperar pelo momento certo, pelas pessoas certas, para que possam indicar qual o rumo certo aos portugueses certos, para de novo recomeçar Portugal.

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Volta ao Portugal de hoje, de ontem e de amanhã



Cidade com 70 mil habitantes, satélite da Capital, no bairro da média burguesia, em 2010 pelas 10:30h, João, depois de já ter feito duas horas e meia de trabalho, lá ia ele tomar o seu café da manhã, pois o pequeno almoço tinha-o tomado em casa, que era com muita mais qualidade e ficava-lhe em 0,60€ (sessenta cêntimos) na Pastelaria com muito menos qualidade custava-lhe 2,50€.
Entrava na Pastelaria e via sala  de mais ou menos 50 lugares e estavam as mesas quase todas ocupadas com pessoas bem sentadas tomando sem pressas o seu pequeno-almoço.
João, fazia-lhe confusão estarem aquelas pessoas de todas as idades sentadas tomando o pequeno almoço ao meio da manhã sem pressa nenhuma, enquanto que ele bebia o seu café a olhar para o relógio preocupado com os minutos que passavam.
Também via várias pessoas levantarem-se das mesas e irem ao balcão, que por detrás deste se movimentavam dois funcionários e duas funcionárias. Os clientes  pediam uma caixa de pastilhas, e pediam à funcionária para que apontasse o Leiser para a máquina do tabaco para poder ir lá buscar um maço de tabaco. Entregava uma nota de 10.00€ e recebia uns troquitos.
No mesmo mês e no mesmo dia em 2012, João entrou na mesma Pastelaria, viu sentada uma funcionária a ler o jornal, que o João teve que lhe perguntar se podia beber um café.
Ela levantou-se rapidamente e serviu o café a João. Por estranho que pareça, quando João lhe perguntou quanto custava o café ela disse: cinquenta cêntimos, menos 0,10€ que em 2010
João pagou, bebeu o café e pegava na pasta para sair, mas a funcionária mete conversa com ele a lamentar-se quase havia 20 minutos e João tinha sido o único cliente a entrar, era 20 de Setembro, mas a funcionária disse que a partir do dia 10 já enchia a Pastelaria por cerca de uma semana.
João quis saber porquê estas coincidencias ou fenómeno!...
A funcionária explicou: No dia 10 é o dia que  Segurança Social paga os Subsídios. Depois as pessoas vêm o dia inteiro para a Pastelaria durante uma semana.
João, curioso, já agora, falou-lhe no movimento que a pastelaria tinha dois anos antes. A funcionária que era a única dos 4 que lá trabalhavam em 2010, explicou-lhe o porquê!.
A funcionária lembrava-se de quase todos/as os/as clientes de 2010 e até sabia quanto recebiam de Subsídio em 2010. Fez as contas quanto recebiam do Fundo de Desemprego, Segurança Social, Rendimento Mínimo de Inserção Social, quase todos/as esses clientes em 2010 recebiam entre: 700,00 a 1.200,00 € por mês e eram pessoas de todas as idades.
Agora em Setembro de 2012, esses subsídio-dependentes já só recebiam uma média entre 300,00€ a 500,00 € mês. A funcionária da pastelaria sabia isto tudo!...
Por isso, as três fotos ilustram a situação:
Primeira foto do nosso lado esquerdo ilustra a situação actual, a do meio ilustra a situação mostrando a árvore espinhosa que esses clientes da Pastelaria têm que trepar, e foto do nosso lado direito ilustra o caminho que essas pessoas têm que caminhar para recomeçar a vida normal e chegarem na realidade a uma vida de progresso contínuo. 

sábado, 15 de setembro de 2012

Volta ao Portugal de hoje, de ontem e de amanhã


 
Família tradicionalmente religiosa, católica, ligada de muito próximo à Igreja desde há muitas gerações, filho único, ficou até para alem dos trinta anos junto dos pais e a cuidar das suas propriedades, para os moldes e conceito da região era um agricultor abastado. 
Família vizinha também ou ainda mais tradicionalmente católica, pois esta até tinha religiosos/as na família, a mais velha de vários irmãos era uma adolescente de 14 anos e não perderam tempo a arranjar casamento entre esta jovem-adolescente e o trintão, porque este já estava a precisar de casar e estava ali uma boa situação para a jovem-adolescente apanhar a garantia da sua vida futura.
Os filhos começaram a aparecer em catadupa.
A jovem-adolescente fez-se adulta já a gerar-conceber e criar filhos, que haveria de vir uma turma de 12 com três rapazes e nove raparigas.
Fazer planeamento familiar, evitar ou interrupções nem pensar, pois de acordo com as suas crenças teria que deixar vir os que quisessem vir.
Ele, que passava o dia de volta dos animais e no amanho das terras, homem de poucas palavras, que até era conhecido pelo Manuel dos cães, o único escape que tinha era fazer filhos e o acto sexual só deveria ser praticado para gerar filhos.
Ela, de planeamento familiar nada saberia, pois a sua vida antes casar era dentro da Igreja e todos os filhos que quisessem vir era para virem e assim todos os que vieram iam sendo criados e educados nos mesmos moldes que os pais, com os religiosos familiares por bem perto a darem todo essa educação e formação nesse sentido.
Os tempos mudam e haveria de vir o tempo em que já quando parte dessa filharada eram crescidos a avançar para a idade adulta, se desse a mudança social no nosso país, esse bando de adolescentes-jovens-adultos, quiseram soltar-se das amarras que lhes tinham imposto desde a nascença e agora quiseram experimenta outras filosofias.
Passaram a militar em correntes ideologias totalmente opostas às dos seus pais. Enquanto os pais
o primeiro acto sexual só depois do casamento, os filhos e principalmente as raparigas passaram a fazer vida marital desde muito cedo e sem casar.
Filhos não podiam vir, pois incomodavam e atrapalhavam. Se por descuido os contraceptivos falhavam, recorrer ao aborto não era problema.
Este casal não morreu com uma média de idade muito avançada. Morreram com muito menos netos do que filhos.
 
 

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Volta ao Portugal de hoje, de ontem e de amanhã



Tendo sido colegas e companheiros das lides culturais e diversões dos 20 aos 30, aí separaram-se por motivos da continuação das alterações da vida pratica e real.
Nos 40, (entenda-se anos) vieram as saudades e de novo o reencontro para uma ida ao Teatro, - foto do meio - mas uma das companheiras, apesar de já ter concluído a licenciatura havia muitos anos, pôs-se à frente da fila do grupo na bilheteira, mostra o seu cartão de estudante e pede bilhetes para todos os elementos do grupo com descontos de estudante.
O grupo era composto por elementos que tinham sido estudantes diurnos-só-estudante e por elementos que tinham sido trabalhadores-estudantes-nocturnos.
Os que tinham sido estudantes diurnos, todos manifestaram interesse em adquirir bilhetes com descontos de estudante.
Os que tinham sido estudantes nocturnos rejeitaram bilhetes com desconto de estudante.
Um dos que rejeitaram desconto de estudante no bilhete, perguntou à que pediu desconto de estudante: agora que já tens 40 anos continuas a pedir descontos de estudante, não demoras que comeces a pedir desconto de reformada?
Ela respondeu que passaria a pedir desconto de reformada assim que lhe recusassem descontos de estudante!...
Há dias, um "jovem" de 35 anos, dizia na televisão que os adultos eram os culpados da situação dos jovens porque quando tinha 25 anos lhe diziam uma coisa, agora que já tinha 35 anos lhe diziam outra coisa.
Há duas qualidades de jovens:
Os que querem continuar sempre jovens à espera que os adultos internamente decidam todo a favor deles, considerando-se jovens até aos quarenta anos e depois passam a reclamar a reforma que nunca constituíram. - foto do nosso lado direito.
Os que se consideram jovens enquanto são, não perdem tempo de passar a adultos e assumindo a vida como tal, rejeitando de imediato viver sob protecção dos outros. - foto do nosso lado esquerdo.
O número dos que optaram por quererem continuar sempre jovens sem limite de idade e à espera que os outros decidam tudo por eles aumentou desmesuradamente nas ultimas décadas. Por isso a sociedade caiu no ponto em que está.
O numero dos que viveram a condição de jovens só dentro da idade real tem vindo a diminuir.
Por isso, sociedade assim, não aguentou mais e ruiu.
Agora para erguer o edifício vai ser muito difícil, sobretudo reabilitar para o trabalho os que queriam continuar jovens pela vida inteira vivendo subsidio-dependentes dos outros.
 Mas a sociedade vai ficar com a melhor Universidade jamais pensada, que provavelmente será um grande edifício sem paredes, que terá por nome - a vida pratica - mas que durará centenas ou milhares de anos.