sábado, 30 de dezembro de 2017

Volta ao Portugal de hoje, de ontem e de amanhã

Antes 31-012-2017
Pós 01-01-2018











O nosso país e a sociedade em geral continua com mudanças aceleradas. Poderá haver quem queira tapá-las para que não sejam vistas, pelo menos por aqueles que convém não vejam, mas o nosso lindo Portugal está cada vez mais mudado, na sociedade, nas pessoas particularmente, nas paisagens e também o clima sofre mudanças, se por culpa das pessoas ou do próprio sistema solar e terrestre, certo é que que todos nos apercebemos que muita coisa tem mudado nas ultimas décadas.
A forma das pessoas se expressarem, a linguagem, a dicção já não são as mesmas que que há alguns tempos atrás, cada vez são menos as pessoas que falam abertamente para que sejam bem ouvidas. Se será para melhor ou pior só o futuro o dirá e provavelmente não demorará muito.
Querendo utilizar a expressão sábia do nosso povo, - não é possível fazer omeletes sem ovos - assim poderá acontecer à sociedade portuguesa em tempos futuros. Quer isto dizer que a sociedade que se idealizou para o nosso país carece de estruturas sólidas para que essa sociedade seja possível, poderemos querer e até conseguimos enganar o estômago durante algum tempo, mas não conseguimos engana-lo por muito tempo, é o que está a acontecer à sociedade portuguesa.
Uns não se apercebem, outros não querem aperceber-se, mas outros estão atentos ao presente e ao futuro, tendo em conta o passado.
As duas fotos que junto para ilustrar esta crónica, retratam a situação atual, não se pensa em produzir mas pensa-se em consumir mais e mais lazer. 
Recentemente ouvi uma frase de uma pessoa que merecia credibilidade em análises das sociedades - nos últimos tempos criaram-se gerações para consumir e não para produzir - mas isto pode funcionar enquanto as gorduras das gerações que foram criadas para produzir e consumir, ou seja, consumiam e consomem mas menos que o que produziram e ainda produzem. Quando estas gerações terminarem, não serão os robots que conseguirão resolver o problema, o problema será mais profundo, e a mudança aí será muito mais "chocante" querendo utilizar esta palavra que ultimamente se tem utilizado por tudo e por nada.
Os que não vêm e os que não querem ver, provavelmente serão os que se quererão mostrar mais chocados, para ver se acontece algum "milagre" que os salve, mas não, não haverá milagres que os salve, terão que aprender a fazer aquilo que todos nós precisamos de saber fazer para ter uma sociedade mais justa, mais fraterna, mais evoluída e mais humana

quinta-feira, 5 de outubro de 2017

Volta ao Portugal de hoje, de ontem e de amanhã




















Se é que existem crises, para umas pessoas uma crise é uma oportunidade, para outras uma crise é uma dificuldade, mas atualmente não se trata de ser uma oportunidade ou uma dificuldade: é tempo de recomeçar.
Para umas pessoas, a economia moderna já há muito que começou a cair, para outros ainda têm duvidas e para outros nem sequer querem ouvir falar nisso, a que está é que é boa.
Em qualquer das circunstancias, a economia de base será indispensável em tempos não muito longe. Em alguns casos já começou, (ver fotos - clicar para ampliar) mas terá que se intensificar muito, muito mais. Depois lá virá a economia que neste momento ainda não se sabe  bem como será, mas tudo indica que será uma economia mista: economia de base, economia eletrónica e uma moderna que terá que ser encontrada com estudos e experiências que se adapte aos tempos modernos, mas sobretudo que seja sustentável, que não volte a dar hipóteses aos "habilidosos", classificação muito suave e bonévole, porque eles vão existir sempre e assim que lhes for dado o primeiro sinal de possibilidades de tentarem os seus " truques e malabarismos" não demoram um minuto em tentarem.
A humanidade não se pode deixar ser vitima dos troquistas e malabaristas da economia social, ou seja aquela economia onde se apoia a sociedade. Porque para lição e que vai ficar muito caro já chegou, que vai durar muitos anos a sarar esta ferida.
 Existe muita gente inteligente e com vontade de trabalhar aplicando a sua sabedoria e ciência ao serviço das sociedades. Muitos desses cidadãos foram apanhados de pressuriza pelos "malabaristas" atualmente ainda continuam vozes da ilusão, mas como tudo, têm o seu tempo e, esse tempo poderá não ser muito longo. Assim, poderemos em breve ver as coisas a desenrolarem-se de outra forma.
Dizia há pouco tempo um estrangeiro vindo do país mais rico do mundo que Portugal tinha a melhor onda do mundo, se pegarmos na história e quisermos rever e analisar, já há muitos e muitos tempos outros também disseram o mesmo e depois confirmaram-no na prática. Claro que esses malabaristas têm os seus agentes que estão sempre a dizer que o nosso país é pobre, é pequeno, as pessoas são burras e feias, produzem pouco, mas essas pessoas não são mais nem menos aqueles que querem explorar desumanamente as outras pessoas.
Já viajei por muitos países e vivi em alguns, em todos os continentes, sempre encontrei admiração pelos portugueses e nos consideravam inteligentes e trabalhadores, apresentáveis e bons dialogantes.
Está na era de construirmos um dos países melhores do mundo onde os portugueses e quem cá quiser  viver tenhamos um dos melhores níveis de vida do mundo.

quinta-feira, 10 de agosto de 2017

Volta ao Portugal de hoje, de ontem e de amanhã


 




















Dizia há dias um cantor, nascido noutro país mas que optou pela nacionalidade portuguesa e viver em Portugal, que quanto mais viaja pelo mundo e conhece outros países, mais gosta de Portugal, que sempre que se desloca dentro do nosso país encontra sempre coisas novas que não encontra noutros países.
Também é o que eu penso, e me acontece o mesmo sempre que conheço outro país, mas não somos só nós os portugueses que pensamos assim. Já tive a oportunidade de escrever noutra crónica aqui, que numa viagem que eu fazia de barco Douro acima, quando passávamos já no Douro Superior, ao eu fotografar e filmar as paisagens paradisíacas das margens do rio, estavam junto de mim duas jovens que conversavam em castelhano e diziam que nunca tinham visto paisagens tão lindas. Meti conversa com elas e disse-lhes que em Espanha também havia paisagens lindas. Elas disseram-me que não eram espanholas, que eram mexicanas. Disse.lhes que eu tinha estado recentemente no México e que também lá tinha visto paisagens lindas, elas responderam que tão lindas como as do Rio Douro não havia no México.
As fotos que ilustram esta crónica foram tiradas recentemente em algumas regiões do nosso país e mostram isso. Desde o litoral ao interior do país encontramos muitos oásis, é só querer procura-los. Em qualquer monumento do nosso país, encontramos sempre longas filas de visitantes que querem conhecer a história do nosso país, como vemos nesta foto tirada no mosteiro dos Jerónimos há alguns dias, uma fila de centenas de metros de comprimento e uma grossura de várias pessoas a par, muitas centenas de pessoas à espera de entrar, não se importando de estar ali o tempo que for preciso.
O nosso país e o nosso povo temos uma longa história, de grandes feitos, que começou há muitos milhares de anos. Claro que o nosso país já passou por períodos bons e maus, como é normal e natural, mas actualmente o nosso país está a passar por um período que não está a ser conduzido da melhor forma. Na ultimas décadas a orientação do nosso país não correspondeu àquilo que nós somos capazes de fazer e que merecíamos fazer melhor. Talvez estejamos a perder oportunidades que nos poderão fazer falta no futuro muito próximo. O futuro no lo dirá.
A dinâmica que se verifica localmente por todo o nosso país não corresponde à quilo que nos querem fazer querer. Existem coisas fictícias. Quem conhece a cultura do nosso povo e a sabedoria que tem, sabe que muita gente não anda crente no que se está a passar.
Também estão a ser introduzidas alterações por algumas zonas do nosso país, que não são de muito agrado de muita gente, embora mantendo-se caladas, porque pensam que lá virá o dia em que estes males poderão ser corrigidos.
 (Pequenas cidades locais que não são mais do que cidades formatizadas, em que não se pode dar um passo descontraidamente - tanto a pé como de automóvel - porque pode cometer logo um erro ou infracção que pode ficar caro ao transeunte ou automobilista- as sinalizações são tantas que mesmo indo com toda a atenção, torna-se impossível ler toda essa injecção de sinalização)
Mas isto são fases das sociedades, que por vezes poderão ficar ainda mais caras aos vindouros.
Mesmo assim, o nosso país está com uma dinâmica natural, influenciada pela situação geográfica e clima, que poderá estar a desenvolver-se aquilo que alguém que já faleceu e previu para Portugal, que poderá vir a ser Suíça do Ocidente da Europa.





segunda-feira, 26 de junho de 2017

Volta ao Portugal de hoje, de ontem e de amanhã

Portugal precisa de voltar a brilhar

Talvez pensando numa nova sociedade

Que futuro?



Assim é bom, mas e depois!...





















O que muitos portugueses se interrogam hoje é: para onde caminha o nosso País?..
Reorganizar o nosso País é necessário.
Os estrangeiros que que procuram Portugal, por motivos turísticos e/ou para se fixarem no nosso país, dizem que o melhor de Portugal são as pessoas.
Há pouco tempo, um professor universitário especialista nestas estatísticas dizia que a raça humana portuguesa em Portugal estava em vias de extinção.
Há algumas décadas atrás, Portugal tinha uma das taxas de natalidade mais sustentadas de toda a Europa. Atualmente Portugal tem uma das taxas de natalidade mais baixa de todo o mundo e a mais baixa da Europa, e muitos dos nascimentos são de imigrantes que passado pouco tempo muitos deles regressam ao seu país de origem, como é normal.
Há algumas décadas atrás, as aldeias do interior do país com uma população media de várias centenas de habitantes, tinham escolas com duas salas de aulas e duas professoras/ssores. Essas escolas, a maioria foram abandonadas e vandalizadas, arrancaram as placas que se referiam à data da construção e por quem foram mandadas construir (se todas as placas que foram colocadas em obras feitas ao longo da história do nosso país tivessem sido arrancadas, hoje não tínhamos história para ensinar nem para aprender).
Logo a seguir, foram construídas ao lado dessas, novas escolas com equipamentos modernos, mas hoje a maioria dessas escolas  também já estão abandonadas e esses equipamentos modernos a apodrecer à erosão do tempo, porque nas aldeias deixaram de nascer crianças e as escolas já não são necessárias e também não são necessária professoras.
As vilas e cidades sedes de Concelho, duplicaram a sua população, mas o concelho tem metade ou 1/3 da população que tinha há 3 ou 4 décadas.
As grandes cidades estão rodeadas de cidades satélites que muitas delas têm 60 a 70% da sua população a viver de subsídios e reformas e muitas delas são antecipadas, isto dito há relativamente pouco tempo por uma manifestante que encabeçava uma manifestação dessas pessoas que defendiam os direitos adquiridos quando lhes estavam a retirar alguns, mas é impossível mate-los.
Portugal precisa urgentemente de LEADERES que queiram ver a realidade para onde está a caminhar o nosso PAÍS....
Há algumas décadas atrás tínhamos piores estradas no interior do país, mas chegávamos aos postos de abastecimento combustível e tinham sempre viaturas a abastecer e vários funcionários a atender.os clientes. Chegávamos às Residenciais e estavam cheias, tinha que se reservar com antecedência, chega vamos ao restaurante e estava cheio.
Agora temos excelentes estradas, mas chegamos ao posto de abastecimento, muitos deles fechados e abandonados, mesmo nas vias rápidas e autoestradas se vêm muitos casos desses.
Chegamos à Residencial e deparamos com o papel na porta- trespassa-se, o restaurante está vazio com os empregados de mãos atrás das costas e com duas ou três mesas ocupadas. Sá não vê esta realidade quem é cego - e como diz a sabedoria popular - cada um vê o que quer.
Mas há dias dizia um português que a desgraça lhe bateu à porta: vou dar a volta por cima por que os portugueses sempre foram um povo que de pouco consegui fazer muito.
AINDA HAVEMOS DE VER NOVAMENTE PORTUGAL A BRILHAR.










sábado, 27 de maio de 2017

Volta ao Portugal de hoje, de ontem e de amanhã











No fim da idade média, inicio do séc XVIII, com a revolução industrial, as pessoas começaram a deslocar-se e começaram a ter dinheiro acima do habitual. Não tardaram em aparecer: organizações secretas, ceitas, partidos políticos para uma nova sociedade que seria criar uma nova classe a sobrepor-se à anterior, que viveria acima da média com o dinheiro que conseguissem subtrair da classe tradicional.
Mas esta nova classe, para se instalar, necessitaria de criar clientelas que seria através desses que chegariam ao poder,
Este método resultou e durou enquanto o numero dos que trabalhavam e produziam foi superior aos que dominavam e orientavam. Durou alguns séculos, A sociedade foi-se organizando nestes métodos, criando formas de vida que iam perdurando e mantendo essas classes sociais óciosas que viviam muitas vezes do expediente e nem precisavam de produzir para fazerem um vida boa que até perecia que estavam a viver honestamente.
Com o aparecimento das guerras mundiais, as tecnologias desenvolveram-se aceleradamente e as pessoas das classes tradicionais começaram a evoluir de uma forma muito rápida, enquanto que as elites resultantes dessa organizações atrás referidas começaram a perder o controlo das classes tradicionais e começaram a ficar desorientadas, formavam-se em escolas por eles criadas, em conhecimentos que já não resultavam e começaram a deixar de dominar totalmente as classes tradicionais.
A partir dos anos sessenta do sec XX,  tentaram dar fortes golpes na sociedade para tentar dominar novamente as classes tradicionais, mas as classes tradicionais já tinham evoluído tanto que já não se deixaram dominar novamente.
Com o aparecimento das novas tecnologias-informática-Internet, veio dar uma explosão de conhecimento no publico em geral.
Inicio do sec. XXI, as organizações referidas atrás já estavam em queda livre. passaram-se 10/15 anos
e a sociedade em geral já sabe muito bem o que quer e para onde quer ir, mas agora essas organizações referidas e as classes anexas que se foram criando em redor delas beneficiando das suas influencias estão totalmente desorientadas, sabem que perderam o terreno para se poderem movimentar como o faziam antes, optaram por recorrer a todos os métodos que assistimos todos os dias, mesmo já sabendo que perderam a guerra, mas continuam com batalhas ocasionais para tentarem impedir as mudanças estruturais que se farão naturalmente.

sexta-feira, 7 de abril de 2017

Volta ao Portugal de hoje, de ontem e de amanhã





Assistimos diariamente a empolgantes discursos tecnicamente preparados que revelam uma grande  
preocupação, parece que dão a entender que pensam que em breve não serão ouvidos. A responsabilidade é deles próprios
Se em breve virão outros tempos, outros discursos!.. é difícil prever essas situações. A certeza porem é que a comunicações social já é outra, as pessoas já arranjaram outra forma de se comunicarem e de se informarem. A culpa foi deles próprios que demoraram muito tempo a aprender.
Dizia alguém recentemente que a comunicação social estava a ser sequestrada pelas redes sociais.
Afinal o que é que os jornalistas andaram a aprender nas suas universidades que frequentaram!.. não as souberam escolher para tirar os seus cursos!... frequentaram universidades erradas!... confiaram demasiado no que aprenderam na sua universidade. Como é sabido, um curso não mais do que uma ferramenta para começar a trabalhar. Depois, temos que aprender a utilizar essa ferramenta da melhor forma e de maneira que resulte menor.
Também é conhecida a frase: todas as formas de aprender e proceder são boas desde que sejam honestas e resultem.
A corneta e clarim de anunciar os novos tempos, pela lógica pertence à comunicação social, mas com a grande responsabilidade de ser o mais honesta e verdadeira possível, pois, caso as pessoas se apercebam que essa comunicação social não é honesta tanto quanto possível, deixará de ser vista, lida e ouvida e as pessoas procuram logo outra forma de se informar. 
Parece que foi o que aconteceu nos últimos anos, a comunicação social não esteve a seguir os melhores caminhos  e as pessoas procuraram outras formas de se comunicar e informar. Como nesta era havia disponível outros meios que passaram a resultar melhor, mais eficazes, mais confiantes e credíveis, a comunicação social tradicional começou a ficar esquecida.
A comunicação social não foi sequestrada, auto-sequestrou-se.
Também há jornais, que por não se venderam tanto quanto desejarem, passara a fazer parcerias com instituições e empresas, que depois os colaboradores das mesmas passariam a ler esses jornais gratuitamente e assim aumentaria o numero de leitores.
Só que, os jornalistas continuaram a ser os mesmos e a pensar da mesma maneira: escrever o que eles gostam que as pessoas leiam e não o que as pessoas gostariam de ler. Continuaram a escrever ao serviço de grupos de interesses, pois que as pessoas se apercebem rapidamente, e, então os jornais ficam a apanhar pó nos repositórios das empresas que os pagam.
Assim, esses jornalistas estão a acelerar o fim do jornal e da sua profissão.
As pessoas nunca dispensarão uma boa comunicação social, como em todas as actividades, continuará a haver bons jornalistas, como conhecemos alguns, as pessoas continuaram a necessitar de uma boa informação jornalística e honesta em quem se possa acreditar.




sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

Volta ao Portugal de hoje, de ontem e de amanhã












O nosso país vive neste momento, uma fase de grandes decisões, Mas não é para serem tomadas com pressa nem irresponsavelmente.
Começa-se a perceber que as populações do interior estão de facto a precisar de serem repostas com gente para ficar. Para experiências más já chegou. Poderá haver quem diga que isso é muito difícil!.. talvez não seja assim tão difícil.
As ilusões do mundo já estão a chegar ao fim, a sociedade em geral evoluiu muito e já sabe procurar por sí própria o que mais lhe interessa e convém. O perigo dos vendilhões de ilusões está a chegar ao fim. Vemos as grandes movimentações que estão a acontecer por todo o lado e já nem o 4º poder (imprensa) que era fortemente utilizado para levar as populações a seguirem os passos que muitos interesse monopolizadores queriam, já não estão a ser seguidos pelas pessoas. Por isso, as pessoas começarão a escolher os locais para viver onde sentirem melhores condições de segurança e prosperidade.
O interior do nosso país, reúne hoje condições para qualquer cidadão poder projectar o seu futuro. Já não é necessário estar no grande centro urbano para progredir na vida. Os meios tecnológicos acabaram com as periferias e isolamentos. Depois, para concluir, o nosso país já está dotado de infraestruturas rodoviárias que estando em qualquer ponto do país desloca-se para qualquer outro ponto do país no mesmo tempo que leva a atravessar os grandes centros urbano.em determinadas horas.
Mas a seguir, vêm as vantagens que são um sem numero à disposição de quem as quiser explorar: desde o clima, espaços, qualidade de vida ambiental e outras que cada um saberá escolher.
As fotos, demonstram algumas realidades que não são muito comuns em qualquer parte do globo terrestre. Sem dúvida que não demorará muito tempo em que não faltará quem saiba redescobrir estas condições e as saiba aproveitar.
Os muros que tanto se fala ultimamente, não estão agora a começar a ser construídos, mas talvez a começar a ser derrubados. Pois os maiores e mais prejudiciais muros já começaram a ser construídos há muito tempo, sem que grandes vozes se tenham levantado, que são os muros invisíveis, psicológicos e mentais que levaram as pessoas a abdicarem da comunicabilidade entre elas. Tudo indica, que, começarão em breve esses muros a ser derrubados, não com grandes manifestações, mas sim individualmente, cada um/uma, vai-se libertando do que lhe foi imposto por métodos alienáveis, que depois de se aperceber, liberta-se e movimentará forças contra as forças que o/a quiseram manietar.
Provavelmente as coisas estão a dar um passo muito importante e benéfico para o desenvolvimento das sociedades e consciencialização das verdades.

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sábado, 14 de janeiro de 2017

Volta ao Portugal de hoje, de ontem e de amanhã




Rever o nosso país, não é fácil mas é necessário e urgente, Pessoas pedem pensar, lá vem mais uma conversa de futuristas, mas não, é uma conversa do presente e com urgência.
Sim, está a acontecer por todo o lado, mas os anatmas também não param, são os mesmos que há algumas décadas exaltavam ao descontentamento e a virem para a rua.
Vieram, conseguiram o que queriam, acomodaram-se às cadeiras/poltronas douradas conquistadas com as suas manifestações e protestos, mas não com trabalho. Chegaram a onde queriam, discutia-se nas universidades quem tinha mais poder  ou quem mandaria mais: se o poder politico se deveria submeter ao poder capital ou o poder capital submeter-se ao poder politico, nenhum se submeteu ao outro, por que nenhum deles o queria.
Uma vez dominado o poder politico, vai de fazer leis para assaltar "legalmente" o capital acumulado nas reservas e nas almofadas, durou algumas décadas para fazer grandes fanfarras que nem eles sabiam donde teria vindo esse capital, porque não sabiam nem sabem com produzir riqueza,,mas gastavam-no, ou melhor, esbanjavam-no.
Acabadas as grandes reservas, passaram a assaltar as pequenas reservas, sim, porque ceder crédito ao cidadão comum dizendo que lhe faziam um spred mais baixo se comprasse acções, que ficaria a pagar mensalmente a mensalidade do credito mais a mensalidade das acções e que no final do prazo, meia vida ou a vida de trabalho, ficaria com o dinheiro das acções que seria muitas dezenas de milhares de euros para a sua reforma.
Depois aconteceu que muitos não conseguiram continuar a pagar e desistiram, mas os que continuaram a pagar até ao fim, no fim tinham 0 (zero) desse dinheiro das acções, para onde foi!!!...
este foi o segundo assalto e o mais destruidor, alguém disse: as instituições financeiras foram assaltadas por dentro, mas pior que isso, assaltaram também quem confiou neles.
Mas afinal quem são eles!!!..., não se sabe, ou melhor, sabe-se mas não se pode dizer, porque eles são terríveis, aqueles que vestiam a pele de cordeiro há algumas décadas atrás, prometendo democracia, liberdade e o paraíso para todos, conseguiram esgotar e evaporar a riqueza que levou muitas vidas (entenda-se muitas décadas ou centenas de anos a construir essas riquezas, são hoje uns lobos destruidores, destruíram a sociedade e o suporte material que essa sociedade tinha construído com o seu suor
Resta agora, ver nascer um sol de esperança mas titubeante atrás do suporte natural, que será necessário recomeçar por aí, esperar que essa sociedade que hoje já é olhada com toda a descredibilidade vá desaparecendo, pegar novamente nos bons métodos credíveis e de confiança nos meios que sempre foram de confiança e serão internamente e que nunca mais devam ser desprezados.