sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Volta em 40 anos ao Portugal de hoje, de ontem e de amanha




A tradicional expressão: 3ª idade, deixará de existir e passará a existir: 2ª vida.
Há 12 anos li uma entrevista num dos semanários de maior tiragem, a um engenheiro fundador de uma das maiores empresas de tele-comunicações, que ao completar 55 anos foi mandado embora para a pré-reforma.
Dizia ele, que para ele até era bom, porque até ficava com mais tempo para preparar as aulas que dava na faculdade, mas a sociedade estava a cometer um dos maiores erros que só o futuro iria demonstrar. Porque um homem aos 55 anos estava no pleno do seu conhecimento para poder pagar à sociedade com o seu saber, aquilo que os contribuintes pagaram para ele se poder ter formado numa universidade.
Por razões profissionais, agora passados 12 anos, tive a "sorte" de poder falar com esse homem.
Diz-me ele agora, que quando se referia que só o futuro iria demonstrar o erro que na altura a sociedade estava a cometer, não tinha a menor duvida que iria acontecer o que está a acontecer hoje. A sociedade em plena falência. Ele hoje, está em plenas faculdades de conhecimento e que poderia ter estado muitos mais anos a contribuir para o enriquecimento dessa empresa.
Pensavam na altura os jovens gestores de 33 anos empossados à pressa por interesses corporativos, que se mandassem embora os com mais de 55 anos, ficariam eles com essas condições de trabalho.
Sim ficaram, mas foi enquanto a produtividade que já existia durou. Depois, foi esperar a derrapagem até chegarmos à situação que nos encontramos hoje.
Com as três imagens que apresento, quero ilustrar esta situação.
A primeira do nosso lado esquerdo, é um numero restrito de pessoas de todas as idades que se desloca com gosto para o trabalho.
A do meio, tirada num dia laboral da semana de trabalho, mostra a quantidade de gente em plena idade laboral, que extasia regaladamente e ociosamente sem qualquer preocupação com o seu futuro.
A do lado direito, é o exemplo de uma sociedade que não quer dar continuidade a uma sociedade de progresso. Caminha para a definhação. - Clicar sobre as fotos para ver em tamanho grande.
Estas pessoas que passam o tempo ociosamente enquanto estão na idade de laborar, estão a gozar antecipadamente a sua reforma. Ou seja, estão a gozar uma fase de descanso da vida, quando ainda não tinham contribuído economicamente para ela.
Assim, quando chegarem à idade de gozarem a reforma, vão ter que continuar a trabalhar, porque ainda não têm reserva económica/financeira suficiente para viverem sem trabalhar. A sua idade de reforma conhecida hoje por 3ª idade, será a sua 2ª vida normal a trabalhar.
Os que mais próximamente entrarão para a idade da reforma e laboraram desde cedo o tempo suficiente para economizar para sua 3ª idade e como estão cheios de saúde e vontade de trabalhar, mesmo entrando para essa idade, como gostam de trabalhar e vêm tanta coisa por fazer, eles vão continuar a trabalhar mesmo que independentemente, como se estivessem e estão a viver uma 2ª vida. Alguns até formarão nova família reprodutiva.

sábado, 19 de novembro de 2011

Volta ao Portugal de hoje, de ontem e de amanhã em 40 anos




O efeito não é de hoje, mas sim de algumas décadas para cá que se tem vindo a acumular este efeito e que agora despontou e começou a inverter o sentido.
Não aconteceu só em Portugal, mas sim em toda a Europa, embora em alguns países mais profundamente que em outros, e, os efeitos estão à vista.
Estas fotos que eu apresento aqui, ilustram a situação que se passa em Portugal e também na Europa.
Começando pela primeira do nosso lado esquerdo, uma árvore jovem, mas com a folhagem a cair desmorecedoramente, encostada a construções moderníssimas, mas que não a suportam.
A foto do meio, são frutos lindíssimos, que não se sabe bem o que são, que sabor têm, sem grande utilidade.
A foto do nosso lado direito, são folhas pomposas, multicores aperaltadas, adultas de árvores adultas, mas que o seu tempo chegou ao fim.
Em boa medida, a sociedade está assim. Uma boa percentagem das pessoas está assim. Gente jovem, aparência brilhante, encostados em boas tecnologias, mas que a sua produtividade não corresponde à sua imagem nem às tecnologias que desfrutam. Assim como os frutos, brilhantes, vistosos, mas que não são comestíveis.
Assim como muita gente madura e na idade de dar os bons exemplos, passeiam-se com grandes aparências, mas que os exemplos que dão não correspondem às aparências que dão.
Com esta nova era aí bem clara e demonstrada, muita gente ainda não se apercebeu dela. Continuam fazendo uma vida como que se ainda estivessem na era que já terminou.
Basta passar por perto de edifícios de laboração, é ver uma boa percentagem das pessoas que lá laboram, estarem cá fora encostados às paredes a fumar descansadamente com que estivesse no seu posto de trabalho a cumprir horários. Essas pessoas podem ter uma carrada de diplomas, mas na realidade elas são analfabetas, porque não conseguem perceber que estão a hipotecar o seu futuro, e também prejudicando aqueles que estão trabalhando.
No debate televisivo, três catedráticos "sábios" discutiam o futuro do Euro € (moeda).
Depois de terem dito muito coisa que seria verdade e outras que não seriam, o moderador pediu-lhes para deixarem uma nota final:
Um disse que o Euro € era uma moeda forte, de futuro e que uma boa parte do mundo já a estava a utilizar para as suas transacções monetárias e financeiras.
A seguir veio outro que disse que o Euro € finaria dentro de um ano e alguns dos governantes principais actualmente da Europa cairiam também nesse prazo.
Depois veio o outro, que disse que tudo aquilo que os seus companheiros acabavam de dizer, aconteceria num prazo de 20 anos.
São estas pessoas que hoje estão à frente de muitas empresas e instituições, que andam completamente desorientados, sem saber para que lado devem ir, tomado decisões sem qualquer certeza de que vão ter uma boa resposta.
Felizmente, temos alguns que desde há muito tempo andam a alertar com a verdade para o que está a acontecer hoje e o que acontecerá nos próximos tempos.

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Volta em 40 anos ao Portugal de hoje, de ontem e de amanhã

A diversidade e contraste paisagística Outonal de Portugal é tão grande quanto rica.
Um país com cerca de 700 quilómetros de comprimento por 300 de largura, tem uma rara diversidade paisagística como climatérica, como poucos países da Europa e talvez do Mundo, se compararmos com a dimensão geográfica.
Por exemplo, por estes dias temos neve na Serra da Estrela e clima temperado - quase tropical - no Algarve, sul do país. As fotos captadas por estes dias, demonstram a beleza natural do nosso país. Também a modernidade com que se está a desenvolver Portugal. Embora por vezes até haja alguma pressa em querer acompanhar o acelerar do desenvolvimento dos países mais desenvolvidos da Europa. Mas um país torna-se desenvolvido quando o seu desenvolvimento material é acompanhado pelo desenvolvimento cultural, que não é isso que tem acontecido em Portugal. E o desenvolvimento cultural não é só haver muitos cidadãos com canudos universitários. Será mais um desenvolvimento sustentado quando os cidadãos têm preparação para gerirem bem os seus recursos económico/financeiros de acordo com as suas necessidades básicas, cultura literária e cientifica.
Embora neste momento, Portugal esteja a passar e a viver um momento particularmente importante e especial. Portugal atravessa neste momento uma fase de redefinição. A sociedade portuguesa está em mudança acelerada. Dentro de poucos anos, teremos mudanças tão profundas que actualmente uma grande parte dos portugueses ainda não se apercebeu de tal situação, e, outros já se aperceberam mas não querem acreditar no que vai acontecer. Era impossível continuarmos a assistir a determinadas situações que se estavam e vinham acontecendo desde há muitos anos, mas agora já não era possível continuar. A dinâmica das sociedades não perdoa. O mundo natural está em constante mutação e quando os homens tentam travar a mudança natural, depois as consequências são muito mais drásticas e penalizantes. Embora sempre assim tenha acontecido, mas o homem tem obrigação e dever de cada vez cometer menos erros. Porque quando o homem comete erros, será sempre ele humanidade a paga-los.
Os homens, no ultimo meio século passado cometeram gravíssimos erros que vão ficar imensamente caros à humanidade. Sobretudo ao mundo ocidental. Não souberam gerir humanamente as benesses que o desenvolvimento cientifico e económico-financeiro trouxeram neste ultimo meio século. O homem envaideceu-se, tornou-se absoluto, estúpido, inculto, convenceu-se que a parte material aparecia sem qualquer esforço. Cada vez havia menos pessoas a criar riqueza. No entanto, todos queriam gastar e consumir cada vez mais. O egoísmo foi muito. Grupos que perderam completamente a estima pela verdade e realidade. Esses grupos que se deixaram escorregar para esse lamaçal, também ainda não redefiniram o novo caminho, e, quanto mais tarde decidirem mudar de caminho, mais difícil lhes será reencontrarem ou encontrarem o novo caminho que se assim não o quiserem poderão ficar perdidos para sempre irremediavelmente.



sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Por volta dos 35 anos, conversavam e recordavam tempos de quando eram companheiros na escola primária e que a partir daí raramente se tinham visto.
José é interrompido por alguém que o chamava com urgência, tinham recebido uma chamada telefónica de Segurança Social a avisar!......
Esta situação, chamou a atençao a Joao e joao passou a interessar-se por o que se estava a passar.
A mãe de josé, que estava a receber uma reforma de que nunca tinha descontado, andava na sua lida do dia-a-dia e os conhecimentos que tinha na Segurança Social encarregaram-se de fazer um telefonema a avisar que a fiscalização ia passar por ali. A "reformada" de imediato regressou a casa para não ser apanhada em falta.
Esse dinheiro que recebia, não lhe fazia falta nenhuma, pertencia a uma classe social abastada. Todo esse dinheiro era para dar ao filho para este mudar de carro com mais frequencia.
Passados 20 anos, José e João voltam a encontrar-se e a conversar sobre a vida. José agora já tinha duas filhas adolescentes quase adultas, mas já eram empresárias. O pai já vinha pondo em nome delas muitos dos bens que vinha conseguido através de subsídios obtidos com seus conhecimentos e assim as suas filhas iam sendo ricas sem se preocuparem com o futuro. (foto primeira do nosso lado esquerdo) (clicar sobre a foto para ver em tamanho grande)
Por todas estas situações, na Avenida (foto do meio) passa uma manifestação de todos aqueles que descontavam para as suas Reformas, mas que agora viram-se sem horizontes de que futuramente teriam as reformas para as quais descontavam. Quando começaram a descontar, alguém lhes prometeu que quando chegassem ao seu tempo merecido teriam a reforma devida. Como agora já não tiveram dúvidas de que andaram a ser enganados, foram para avenida manifestar-se. Será que vai adiantar?..
Talvez já não!.. porque o dinheiro que os mesmos descontaram para a sua reforma, foi entregue a que abilidosamente foi metendo as suas cunhas e foram conseguindo reformas ser merecidas porque para as quais nunca descontaram e antecipadamente. Por isso o dinheiro que os verdadeiros cotribuintes foram descontado, foi-lhes logo entregue a estes que não tinham direito a ele.
Talvez a solução para os enganados, seja o exemplo da ultima foto do lado direito. Ir procurar a vida pescadno aquilo que a mãe natureza nos dá. Talvez esta seja a mais verdadeira e justa. Só entrega os proventos a que os procura.
E assim, os actuais e vindouros, tiveram e têm uma grande lição da humanidade e da sociedade actual, que demonstrou quão pode não ser de confiança, por muito que os homens se pintem de palavras bem treinadas, doceis, bonitas, cheias de significado, mas que se revelaram desprovidas de conteudo e de seriedade.
A sociedade actual revelou-se de pouca confiança. desmascarou-se, porque havia algumas decadas que o cidadão atento e bem pensante se vina apercebendo de que alguma coisa não estava a ser bem conduzida. Mas agora concluiu que não era só alguma coisa, era mesmo muita coisa que vinha sendo mal conduzuida e chegamos a momento que tudo se desmascarou e já não há mais perdão para quem andou deliberadamente a ludibriar fraudulentamento todos os cidadãos honestos que quiseram honrar e cumprir com os seus deveres.
Quem vais assumir esta fraude monumental contra a humanidade?..!..