sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Volta ao Portugal de hoje, de ontem e de amanhã



 Actualmente, Portugal está dividido em vários portugais, mesmo não sendo um país muito grande.
Ainda hoje ouvi dizer a um actor dos mais consagrados, numa entrevista na televisão, que Portugal está profundamente descrente e sem rumo.
Mas a realidade que quem viaja por todo o país vê, é que está dividido em grupos de pessoas que cada grupo dessas pessoas começa a pensar de formas diferentes, ou seja: cada grupo procura por si próprio o rumo e o futuro que háde seguir.
No fundo o actor, também estava a ver o país que temos actualmente, descrente e sem rumo.
As fotos que escolhi para ilustrar esta crónica, obtidas por todo o país, mostram na realidade o país que temos actualmente:
Desde a cosmopolita que passeia no paraíso, provavelmente pensa que a ela nunca chegará o difícil, às veraneantes que expoêm e modelam o belo corpo ao sol de uma praia, para elas a crise é só para os outros, aos políticos que tentam vender a ilusão para que os crentes lhes prolonguem o seu bem-estar, depois há aquela parte do país que continua a viver o progresso da tranquilidade que com a sua intiligencia escapará aos efeitos recessivos da actualidade, temos também o trabalhador que só ele faz o trabalho que ainda não há muitos anos eram precisos dezenas de homens para o fazer, e depois lá está a que representa mais directamente o Portugal citadino - a olhar para o infinito muito cinzento tentando vislumbrar o futuro.
Não é fácil conseguir saber qual destas personagens estará no Portugal certo e do futuro, provavelmente todos têm um bocadinho de futuro, mas só um bocadinho, porque o futuro, nunca como agora irá depender tanto de cada um.
Todos os dias ouvimos pessoas querendo dar pistas para o futuro às pessoas, mas o que se nos apercebe é que as pessoas que saltam para a frente querendo tomar as rédeas da sociedade, muitos não sabem e outros sabem mas ainda não querem dizer a verdade, quando o futuro da humanidade e das sociedades passa pela verdade, as pessoas falarem a verdade.
O mundo evoluiu muito e a mentira já não tem lugar. Cabe agora às pessoas aprenderem a viver com a verdade. Muitos quase que já faziam a sua vida com a verdade, só que eram poucos, não chegam para equilibrar a sociedade. Precisam de aparecer muitos mais disposto a viver com a verdade.
Poderá levar algumas décadas a atingir este patamar, mas a sociedade é capaz de o fazer, porque sem essa condição continuará a patinar e a escorregar. Cabe agora renegar a esse caminho e seguir o caminho da verdade.
 
 
 

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Volta ao Portugal de hoje, de ontem e de amanhã








 A sociedade que foi criada nas ultimas décadas, não se vai aguentar com o estilo de vida - economia que foi criada.
Ainda está por apurar quem foram os responsáveis que criaram o estilo de vida que a sociedade europeia começou a viver nas ultimas décadas, embora para muitos cidadãos, já também algumas décadas que se aperceberam que o fim trágico em que cairia a sociedade europeia seria uma questão de tempo, há pelo menos uma década que esses cidadãos previram o tempo certo em que isto viria a acontecer.
Logo no principio do século XXI, houve cidadãos comuns, daqueles que se esclareciam bem e estavam atentos à situação, que dentro de alguns anos se daria a derrocada social europeia e que depois mais uma década teríamos uma sociedade completamente diferente. Essa nova sociedade já começou a renascer.
Mas dentro da Europa, há países mais tocados que outros.
Falando de Portugal, há varias décadas que qualquer cidadão esclarecido, sabia que seria uma questão de tempo. Seria impossível num país como Portugal, com a economia que se estava a criar, as pessoas levarem um nível de vida que estavam a fazer.
Claro que isto não se aplica a todas as pessoas, como vemos nas fotos que aqui apresento, captadas nos últimos tempos por todo o nosso país, ainda há alguns que se esforçam para criar riqueza, enquanto que há outros que o seu pensamento está apenas no ócio e descanso.
É voz corrente, que cerca de 70% da população portuguesa já faliu ou está para falir, enquanto que só os 30% restantes ainda não faliram nem irão falir.
Porque estes 30% foram aqueles que sempre trabalharam e não andavam atrás dos subsídios, embora tenham sido massacrados com impostos para pagar os subsídios dos que não querem trabalhar, mas estes que só queriam viver à custa do expediente, agora terão de aprender a trabalhar, e trabalhar para viver o resto da sua vida.
Grupo de passageiros, entrou para o barco para fazer a viagem turística. Prepararam o dinheiro de todos de acordo com a tabela que tinham verificado bem exposta ao publico. Terminou a viagem e ninguém apareceu a cobrar os bilhetes. Pensando que o cobrador se teria esquecido deles, perguntaram a outras pessoas. Todos estavam na mesma!..
Essa empresa vivia com subsídios que dependiam do número de passageiros que transportasse mensalmente. Mas em vez de se esforçarem para criar melhores condições para atrair mais passageiros, então, disfarçadamente, transportavam os passageiros sem lhes cobrar o bilhete, para que assim estes trouxessem outros, e o serviço era medíocre.
Era assim que a economia do nosso país tem andado a ser gerida nos últimos tempos1.....
 

 




sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Volta ao Portugal de hoje, de ontem e de amanhã












 
Temos os homens e as mulheres que quisemos. Quando eu tinha 20 anos, li um livro que dizia que dentro de alguns séculos ou milhares de anos, teríamos uns homens e mulheres completamente  diferentes dos dessa data e passariam a ser muito parecidos entre eles.
Mas não imaginava o escritor, que só demoraria algumas décadas para essas tendências se verificarem bastante acentuadas.
Há dois anos, disse eu a amigos meus que dentro de 10 anos teríamos uma sociedade completamente diferente da de hoje. - dessa data.
Na altura sorriram-se de gozo e acharam que eu estava a brincar com eles. Hoje já olham para mim com desconfiança e já têm duvidas se irá acontecer ou não porque ainda só passaram 2 anos e já estão a ver muitas mudanças em tão pouco tempo.
Não é preciso ser-se futurista para perceber que com os sinais que nos têm vindo cada vez aceleradamente demonstrando a forma como se estão organizando as sociedades mais novas, que as mudanças fortes serão já muito em breve.
Vêem-se pessoas de meia idade (40 anos) a organizar a sua vida, considerando-se intelectuais, pondo na sua agenda, diária, semanal, mensal e anual, planos de vida como se fossem jovens de 20 ou 25 anos: o menos horas de trabalho possível, parte do dia útil destina-se a momentos de ócio e lazer, mesmo dentro das horas que se deveriam destinar afincadamente ao trabalho, fins de semana prolongados, fazendo habilidosamente as pontes semanais possíveis, mensalmente incluído os dias de greve no seu calendário, porque ideologicamente e culturalmente consideram-se socialistas, mesmo que familiarmente e tradicionalmente sejam na prática capitalistas.
A noção de criar riqueza é considerada para a maioria, coisa do passado. Estudam até à exaustão as possíveis fugas das leis elaboradas por outros mais velhos, que erradamente os tentam iludir, pensando que para eles mais velhos não irá faltar e que se vier a faltar já só será para esses com menos de 40 anos.
Também li eu há muito tempo que: quem aos 20 anos não é revolucionário, não tem coração!.. Mas quem aos 40 anos é revolucionário, não tem cabeça!...
Ora, a queda total já está mesmo à porta. E todas essas pessoas, mais novos e mais velhos, ver-se-hão obrigados a recomeçar de novo, salvo aqueles que já se aperceberam da situação há muito tempo e se têm vindo já a prevenir e assim, que serão mais ou menos 30% do total das sociedades que se deixaram cair neste logro.
Acham esses 70% que a vida é composta só de saber explorar o prazer que surge a cada momento. Há dias discutia eu este assunto com um meu contemporaneo, que nunca saiu do meio rural e esse era muito mais critico que eu em relação à sociedade actual.
Disse-lhe eu que essas pessoas tinham apanhado vícios e criado prazeres de vida que agora muitos deles não conseguiriam livrar-se deles. Respondeu-me ele, que ele também tinha apanhado o vicio de fumar e que, quando se apercebeu que não conseguia sustentá-lo, não teve outra saída se não largá-lo .
As fotos que listram esta cronica, mostra algumas situações e exemplos de hábitos sociais actuais.