sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Volta ao Portugal de hoje, de ontem e de amanhã










Do Minho ao Algarve, estes 40 anos do nosso país, deram para tudo. Mudanças profundas, ao de leve e assim assim.
Na paisagem geográfica as mudanças são enormes. Desde a construção de grandes vias, até às pequenas aldeias que desapareceram. As Vilas, muitas delas se transformaram em pequenas cidades, e pequenas cidades se transformaram em médias e grandes cidades.
A população de país não cresceu muito, mas houve zonas que quase desertificaram, resumidas a escassa população. Enquanto outras regiões se transformaram em super povoadas.
Todos estes condicionalismos já nós conhecemos da história da humanidade pelos períodos que já passou.
Mas um fenómeno social que estamos a notar, é o tipo de manifestações sociais a que estamos a assistir nos últimos tempos no nosso país, e o tipo de pessoas que personificam essas manifestações.
São fenómenos migratórios que vão ao encontro de quem querem atingir, deslocam-se de lés a lés, esteja ele a onde estiver.
Escolhem o alvo a atingir. Se foi ele o responsável ou não, não lhes interessa. Escolhem o personagem que lhes convém atacar, para ver se conseguem os seus intentos.
Com aspecto de intelectuais, eles aparecem onde menos se espera. Ninguém os conhece nem ninguém alguma vez os tinha visto por ali.
São bons gritantes, palavras bem coordenadas, bem escolhidas. Raramente mostram claramente a sua cara. Escondem-na habitualmente com óculos escuros ou vestuário raro.Deslocam-se não se sabe bem como.
Viajava eu de comboio numa zona dessas manifes, nas Estações próximas entravam para o comboio grupinhos e individualmente, com aspecto de que não estavam muito habituados a andar de comboio. Mal acabavam de entrar, puxavam logo de telemóvel, ligavam para alguém dizendo que tinham deixado o automóvel fora do local e marcavam o ponto de encontro com os outros que provavelmente teriam feito o mesmo.
Isto já não se passa só nas grandes cidades, passasse em qualquer zona do país. Eles estão "à rasca" e já recorrem a todos os métodos para ver se conseguem não perder os privilégios que conseguiram à custa de habilidades e de uma forma muito escura.
Esse tipo de pessoas, também são cagões, cobardes, assustam-se com tudo e com nada. Eles são destemperados. Foram criados de uma forma muito balofa, sem sentido. Foram habituados a conseguir o que desejassem de uma forma vã. Eles nem sabiam como nem porquê. Só sabiam que as coisas e o que desejassem havia de aparecer. Nem se preocupavam muito em saber como. Porque eles próprios desconfiavam que haveria alguma coisa que faria as coisas funcionar assim.
Daí, agora, até ser bastante frequente, quando alguém diz a verdade, haver muita gente que não quer ouvir a verdade. Assustam-se com a verdade. Por isso, têm medo de a ouvir.
Mas, o futuro está na verdade. Não vai ser fácil para essas criaturas habituarem-se a viver com a verdade.


sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Volta ao Portugal de hoje, de ontem e de amanhã













A beleza deste país levanos a concluir que não tem fim.
Das coisas mais simples conseguimos extrair imagens raras que mais parecem vindas do paraíso. Ou será que este paraíso ainda está por descobrir. Os portugueses andaram a descobrir mundos pelo mundo, mas o mundo da beleza do nosso país ainda está por descobrir. Estrangeiros há que já o descobriram e admiravelmente se deixaram conquistar pela beleza deste espaço.
Neste momento os portugueses também estão a descobrir melhor o seu país. Já conseguem ver aquilo que em tempos ninguem conseguia ver. Embora desde sempre não têm faltado caras que sabiam ver a diferença que o nosso país tem acima de outros espaços geográficos.
As fotos que hoje apresento, não são mais do que simples visões de monumentos da beleza. Não é assim tão fácil saber ver a diferença dos pormenores que se nos deparam pela frente, que há muitas pessoas que passam e não vêm porque para elas aquilo não passa de mais um arbusto ou qualquer coisa assim. Mas não, a grande diferença está nos pormenores e não nos grandes contrastes.
Devemos vagabundar pela rua, pela estrada, pelo caminho, se queremos ver as pequenas-grandes diferenças, porque se andamos a afinar a memoria para que responda no momento exacto, então a memória podemos trair a cada momento, ou melhor, ela não nos trai, simplesmente nos indica o caminho que nunca quisemos procurar.
Precisamos de iniciar uma nova etapa da vida, saber procurar a vida que nunca soubemos procurar, mas que agora com os novos mundos aí estão à nossa frente essas belezas naturais humanas sem fim à vista


sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Volta em 40 anos ao Portugal de hoje, de ontem e de amanhã



Para quem não viaja por Portugal, pelo menos regularmente, não se apercebe das mudanças que este país está sofrendo nos últimos 40 anos.
Desde as grandes obras à mais pequena alteração, o nosso país já sofreu e está a sofrer profundas alterações. Nas paisagens, urbanização e também na sociedade e nas pessoas que habitam este país.
Há 2000 anos com a romanização, construíram-se grandes obras que não ficaram a dever nada às que se construem hoje (situando-nos no tempo, entenda-se).
A foto do meio é de facto uma obra com essas características, feita no tempo em que ainda não havia a força hidráulica nem mecânica, feita portanto só com a engenharia do braço do homem, mas estas obras perduram durante séculos e milénios resistem a todas as intempéries e erosões.
Se nos debruçarmos perante estas obras construídas há 2000 mil anos ou mais, feitas para por lá passarem só animais e o homem, mantiveram-se firmes até hoje mesmo com o uso de passarem a ser vias de passagem para as potentes e pesadas máquinas que temos hoje. Os arquitectos e engenheiros desses tempos eram de excelentes precisões nos cálculos para essas obras.
Na idade média, mais concretamente no século XVI as embarcações da Flandres que navegavam pelos mares à procura de novos mundos, levavam sempre um português em cada uma delas para em caso de tempestade marítima incontrolável, lá estaria o navegante português para ter as ideias para salvar a embarcação do perigo impensável. Esse navegante haveria de ter uma ideia para salvar a embarcação do maior perigo dos mares. Porque os portugueses já tinham a experiência suficiente dos mares.
Hoje, no século XXI, construem-se obras nada menos arrojadas (situando-nos no tempo) que as construídas há 2000 mil anos
Fotos do lado esquerdo e direito, mostram com é possível alterar uma paisagem natural para uma paisagem moderna de acordo com as necessidades e exigências da sociedade de hoje, habitacionais e vias de comunicação.
Do longe fez-se perto. Do agreste fez-se ameno. Da paisagem rústica fez-se a imagem do paraíso. Desde há um milhão de anos por este país, tudo isto acontece porque o homem sonha e a obra aparece.

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Volta ao Portugal de hoje, de ontem e de amanhã










Repor a verdade é urgente.
A fase que o mundo atravessa, mas nós falemos de Portugal, precisamos urgentemente de acabar com as ilusões e passar a que as coisas assentem na verdade.
Quem levou o mundo à beira do abismo foi a mentira. Foi a ilusão. Foi a ganancia. Foi o quererem aquilo que não tinham, não mereciam mas conseguiram sem olhar a meios para atingir os fins.
Ainda hoje vemos muitas pessoas que ocupam cargos de responsabilidade na sociedade, dizerem coisas horrorosas em discursos que pensam eles é para manterem os privilégios que conseguiram ao longo dos últimos anos e das ultimas décadas através da mentira, da falsificação de ideias e documentos.
Instalaram-se em lugares de destaque para comandarem as ordens dadas por quem tomou o poder através de meios ilícitos e vergonhosos, desoneraram as sociedades em proveito deles e de uns poucos que os rodearam para lhes dar suporte politico para assim se poderem manter no poder dominando toda a sociedade com a mentira até que descapitalizaram as sociedades que produziam riqueza.
Agora, esses poucos que juntaram infindáveis fortunas que já nem eles sabem bem gerir, pois eles próprios nunca tiveram formação e preparação para administrar tais riquezas. enquanto as sociedades se viram desfalcadas dos seus rendimentos que criaram e lhes custaram tanto a criar.. Esses que estiveram no poder nos últimos tempos governando-se e não governando para aquilo que foram eleitos, agora regalam-se nas reformas douradas que falsamente construíram em poucos anos, que em muitos casos cada um tem tantas reformas que lhe perdem a conta e até lhe aparecem na conta bancária sem eles saber que tinham essa reforma.
O comum dos cidadãos que passaram uma vida a trabalhar, vêm-se defraudados ao dizerem-lhes que têm uma misera reforma que nada tem a ver com os descontos que durante a sua vida inteira laboral fizeram.
As três fotos que aqui apresento, são uma ilustração da realidade que temos e precisamos.
A primeira do nosso lado esquerdo é a realidade iludida.
A do meio mostra as pessoas de hoje à procura da realidade e da confiança em algo ou alguém em quem possam acreditar. A desilusão nos fantoches que governaram as sociedades nos últimos tempos é tão grande que as verdadeiras pessoas estão procurando a verdadeira verdade.
A foto do nosso lado direito é aquilo que precisamos. Muita arte e imaginação para podermos encontrar a verdadeira verdade.
Ficamos desiludidos ao ver e ouvir os discursos de figuras que demonstram claramente qual é a mente deles hoje. Quando se esperava que tivessem muita sabedoria visto os cargos e lugares que ocupam, mas não, eles discursam inteiramente só para defenderem os direitos adquiridos. que foram adquirindo através de leis feitas de propósito por organizações secretas , exclusivamente para defenderem os interesses desses organizações.
Mas, agora que o cidadão comum evoluiu tanto, que nem esses que se deixaram enredar governado para se governarem, se aperceberam da enorme evolução da sociedade civil, que hoje sim, esta sociedade civil que é, não vai mais perder tempo para repor a verdade. A verdade que o mundo precisa para repor uma sociedade que tenha confiança em si própria, no mundo que nos rodeia e no Mundo de amanhã.