sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Volta ao Portugal de hoje, de ontem e de amanhã

 





 
Será que vamos ter um Portugal renascido?..... E que Portugal vamos ter? Queremos ter?  Podemos ter? IREMOS TER...............
Quase todas as sondagens de opinião põem cerca de 30% dos portugueses para um lado,   de 30% para outro e de 30% não querem dar opinião que não significa que não a tenham.
30 a 40% dos portugueses não votam nas eleições há muitos anos - há vários actos eleitorais. Diz-se que só cerca de 30% das famílias portuguesas não estão falidas.
Controem-se obras de grande futuro no Portugal profundo: - Barragens modernas e gigantes - Lagos apocalipticos que nos fazem lembrar outros Planetas, o interior do país continua a funcionar mas calmamente e aqui vivem cerca de 30% dos portugueses em 70% do território nacional.
Nos grandes Centros Urbanos controem-se Grandes Redes de Turismo, sinal de que continuará a ir para lá a corrente de dinheiro, aqui, 30% do território nacional vivem cerca de 70% dos portugueses. Será possível reconstruir um novo Portugal com estas carateristicas? Ou será que o nosso país e a sociedade portuguesa vão mesmo sofrer grandes mudanças em todos os sentidos e a breve prazo!...
A gestão empresarial do futuro já está a funcionar nesse sentido, não está a perder tempo porque sabe que é pouco e o novo futuro está já aí.....................
As fotos acima capturadas recentemente por todo o país ilustram essa realidade.
Mas a sociedade portuguesa também está a funcionar a várias velocidades e com vários objectivos, talvez daí o resultado das sondagens de opinião efectuados no nosso país.
Ao conversar com as pessoas, mesmo tendo em conta a diferença de idades, da formação escolar e académica, do status social, nota-se que a forma de ver o futuro é muito diferente.
A inscrição Assíria que circulou 2800 a. c. dizia que o mundo estava a chegar ao fim: o suborno e a corrupção eram comuns.
Sócrates, 450 anos a. c.  dizia que os hábitos de extravagancia das pessoas obrigariam a uma uma mudança forte na sociedade que para poder continuar.
Será que hoje a sociedade está a passar por situações dessas e precisa de uma mudança muito forte nos hábitos sociais?
Penso que não vamos precisar de muito tempo para termos essa resposta.
Por vezes, ouvem-se da boca do cidadão comum as melhores frases sábias. Recentemente ouvi da boca de uma mulher dizer que não havia economia que aguentasse os hábitos da sociedade actual.
O nosso país, o nosso Portugal tem actualmente umas infra-estruturas do melhor que uma sociedade moderna pode desejar para progredir. Faltanos saber qual é a percentagem de portugueses que quer mesmo entrar no novo futuro, no futuro que já vem aí, que está à nossa espera, à espera que alguém o apanhe , que o queira receber.
Para que pudesse-mos ter um bom Portugal seria desejável e necessário que fossem todos os portugueses a querer esse futuro, mas fica-se com a impressão que só uma percentagem de cerca de 30 a 40% dos portugueses é que já estão a ver o novo Futuro.
 
 

 
 
 
 


sábado, 13 de setembro de 2014

Volta em 40 anos, ao Portugal de hoje, de ontem e de amanhã.


 Um novo Portugal está a emergir. Uma nova sociedade está a formar-se.
Muitos portugueses já se vinham apercebendo desde há muito tempo que a sociedade portuguesa estava a caminhar para uma situação que não seria sustentável em breve e que teria de haver uma mudança na sociedade portuguesa. Mas pelos finais da 1ª década do século XXI aí, uma grande maioria de portugueses começou mesmo a pensar como dar início a essa mudança.
Aperceberam-se que essa mudança não era fácil nem será fácil, por que a mudança vai levar os bons anos e será lenta, para que seja bem estruturada.
Os discursos de muitos que a todo o custo querem travar essa mudança ainda continuam. Eles próprios já se aperceberam que essa mudança será inevitável, mas estão de tal maneira agarrados aos interesses que criaram nestas ultimas décadas, que agora travam uma luta interna sofredora.
A Ciência deu um salto gigante em pouco tempo, tendo assim pressionado essa mudança.
A grande evolução que a sociedade sofreu em tão pouco tempo, traiu os que queriam manter uma sociedade manietada para seus próprios interesses. Esses, ao longo destas ultimas décadas criaram grupos sociais apoiados em encostes para lhes servirem de continuidade dos seus interesses.
A nova sociedade está-se a desenvolver serenamente mas com uma dinâmica, afastando-se desses grupos apoiados em encostes.
Esta nova sociedade também já não liga muito ao barulho que os grupos apoiados em interesse fazem, deixá-los fazer.
Dizia há dias uma jornalista famosa e das barulhentas que determinado politico governante tinha falhado por causa da crise!.. Mas logo lhe respondeu outro jornalista que não faz muito barulho, que a crise foi provocada por esse tipo de politicos governantes.
As três fotos que hoje ilustram esta crónica, simbolizam situações por onde a nova mudança terá de passar:
Nova produtividade, ciência viva, novos horizontes.
Quem estiver atento, vai começar a ver interessantes mudanças na nossa sociedade. Não interessam as idades das pessoas, porque nós vamos ver acompanhar a mudança, pessoas de todas as idades. Assim como vamos ver quem não vai acompanhar a mudança, pessoas de todas as idades, porque não querem, não se esforçam (talvez porque foram formatadas para serem assim) continuam a pensar que alguém ade fazer o esforço por eles.
 
 

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Volta ao Portugal de hoje, de ontem e de amanhã


 Ao percorrermos o nosso país, em qualquer localidade, cidade, vila e em muitas aldeias, deparamonos com construções, equipamentos, obras supérfluas feitas nos últimos anos, na ultima década mais própriamente, e não foram feitos mais disparates, porque entretanto foi cortado o credito e tiveram que começar a suspender muitas das obras que já estavam projectadas.
Estas imagens captadas aleatoriamente, demonstram isso. Mas há muitas mais e muito mais flagrantes, descaradas e abusivas.Desde que forma construídas nunca foram utilizadas.
Parques desportivos que demoraram tempo imenso para serem construídos, depois causava impressão porque é que estava acabado e não estava a ser usado?....porque havia eleições à distancia e era para ser inaugurado próximo das eleições!...
Para maior espanto, as eleições foram realizados e muitos desses parques, instalações e equipamentos continuam sem estar a ser usados.
Talvez porque o autarca dessa região não foi reeleito e o ganhador das eleições considerou esses gastos desnecessários, ou mesmo tendo sido reeleito ele fez essas obras só para ganhar as eleições, e agora estão abandonadas, porque não faziam falta nenhuma.
Há pequenas cidades e vilas do interior do país que têm autenticas cidades desportivas e agora estão às moscas porque não há jovens para as utilizar.
Uma pessoa fica chocada, triste e pergunta se os responsáveis por tais situações não serão responsabilizados!.....
Um caso que eu conheço bem com os meus próprios olhos, há 40, 30, 20 anos havia ali um campo de futebol em terra batida mas bem nivelado que quase todos os fins de semana havia jogos de futebol e quando não havia futebol até se fazia gincana de automóveis por entre fardos de palha, eu joguei lá futebol e corri em gincana.
Hoje, essa localidade tem uma cidade desportiva de luxo, excelentes equipamentos subaproveitados. O campo de futebol tem uma relva bem tratada, mas nunca lá vi jogar futebol.
Porque há 40, 30, 20 anos havia ali o dobro de população e três vezes mais jovens
Como sabemos, nas ultimas décadas o nascimento de crianças em Portugal caiu abruptamente. Há concelhos em Portugal que já nascem 4 ou 5 crianças por ano. Para que serve ter esses parques desportivos de luxo?... Foi para endividar o país e fazer com que os casais na idade de procriar saiam do país e vão nascer os filhos lá fora.
Não tenhamos dúvidas, os bons tempos voltarão. Mas só quando o nosso país se vir livre de governantes que só governam para eleições e tivermos pessoas a governar, que governem para gerações.
Há dias ouvi a quem foi responsável por Direcções Gerais Publicas, dizer que a França e a Alemanha levaram 40 anos a modernizar-se e Portugal modernizou-se em 10 anos. Só que Portugal tem muitos desses modernismos feitos apressadamente, sem estar a ser utilizados: alguns troços de autoestradas, parques desportivos, instalações que foram feitas para receberem muita gente e como não foram feitos com boas previsões, era só para ganhar eleições e como agora não há gente para as ocupar, estão fechadas a degradar-se enquanto que os portugueses estão a pagar juros altíssimos ao estrangeiro pelo dinheiro que foi pedido emprestado por pessoas irreponsáves para construir essas obras.
Pergunto novamente: essas pessoas não serão responsabilizadas por tais actos?. Não é preciso ter-se passado por uma faculdade de Direito, para qualquer cidadão comum ver que essas pessoas cometeram crimes contra o nosso país, contra os portugueses.
Pelo menos, a história, um dia os julgará, disso não há duvidas.  

quinta-feira, 3 de julho de 2014

Volta ao Portugal de hoje, de ontem e de amanhã



 Em termos sociais, Portugal talvez esteja a sofrer a maior alteração desde a sua independência há quase 900 anos.
Já teve épocas que em poucas décadas, finais do século XIX - princípios do século XX,  perdeu quase 2.000.000 (dois milhões de habitantes) quando o país tinha cerca de 7.000.000 (sete milhões de habitantes), levas de emigração, 80% para o Brasil. Na altura a fértil natalidade repôs também em poucas décadas a população do país e com uma percentagem elevadíssima de gente jovem.
Hoje a situação é mais séria. Outras mentalidades, outras culturas, outras formas de ver as coisas, reduzidissima natalidade, até já se diz à boca cheia em comentários de Televisão que em 2050  Portugal poderá ter 6.000.000 de habitantes e com uma percentagem elevadíssima de idosos.
Mas isto não aconteceu só em Portugal, também aconteceu em uma grande parte do Planeta Terra, embora com grandes diferenças de país para país.
O que se passou ?......!!!!!!!...... Alguém terá de começar a pensar nesta mudança social que está a acontecer e quais foram as causas responsáveis ?......!!!!!!.....Porque o mundo não acaba aqui!..., a humanidade não acaba aqui.
Todos nós sabemos que tanto a nivela social como a nível geográfico, o Planeta Terra já sofreu transformações a enormes, e o nosso Portugal talvez tenha sofrido das maiores, porque como sabemos, estamos assentes numa placa tectónica e daí que de vez em quando a nível geográfico soframos grandes mudanças.
Quando eu comecei a frequentar a praia da Costa da Caparica, ao passar pela abertura das arribas e entrar na baixa já próximo do Mar causava-me estranheza que a estrada passava por um vale entre as arribas, cortando as arribas sem que se vissem indícios de terem sido máquinas a fazer essa abertura. (ver foto canto superior esquerdo e todas as fotos - clicar para ver em tamanho maior).
Recentemente num programa televisivo apresentaram essas alterações:
Há cerca de 6.000.000 (seis milhões) de anos) o mar banhava grande parte do nosso país, deu-se uma grande transformação marítima e a nossa Costa hoje Caparica recebeu biliões de toneladas de areia e criaram-se as arribas que hoje vemos com cerca de 90 metros de altura.
O Rio Tejo, até essa data desaguava no mar através da baixa de Almada - Cova da Piedade e ia entrar no mar na Costa da Caparica.
Como ficou encurralado, forçou a entrada fazendo a abertura por onde hoje entra a via-rápida para a Costa.
Mas como a acumulação de areias junto a Almada continuava, o Tejo forçou a entrada no mar pelo vale da encosta da Serra de Monsanto que hoje se chama vale de Alcântara.
Há cerca de 150.000 anos o mar baixou cerca de 70 metros na nossa costa e o território que somos hoje ficou a descoberto.
Mas a Costa da Caparica que hoje são praias, edifícios,  habitações e  hortas até às arribas só deixou de ser mar a partir do Terramoto de 1755.
Por isso, a permanência humana nesse espaço é muito vulnerável e insegura. Poderá a cada momento inesperadamente ser novamente tomada pelo mar.
Será que estas faltas de o ser humano estar a acreditar em si próprio tem a ver com algumas alterações geográficas que se aproximam?....!,,,, 
 
 


sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Volta ao Portugal de hoje, de ontem e de amanhã


 Viajando pelos Algarves, embora não tivesse dúvidas de que, da forma como o Mundo estava a mudar e evoluir não imaginava que a mudança em 40 anos evoluísse neste sentido.
Em Junho, havia praias que num dia de semana, estavam desertas. Ver foto meio.
A fim de semana, foto do nosso lado esquerdo, as praias ficavam com aspecto de praias de descanso e revitalização dos físicos humanos.
Mas se se entrasse para o interior, viam-se campos de agricultura a produzir bons produtos alimentares em escala familiar, que davam para quem passava férias por aquelas bandas se alimentar com com alimentação mediterranica e biológica.
À noite, as discotecas, tanto nos dias de semana como nos fins de semana, enchiam-se. Mas aos fins de semana as mesmas discotecas ficavam coloridas de pessoas de todas as nacionalidades. Era uma alegria ver toda aquela gente a querer praticar o seu idioma com gente de todos os idiomas.
Mas nas unidades hoteleiras o aspecto mudava.
Carlos, chegou com familiares que depois de terem trabalhado muitos anos sem ter tido férias, quiseram ir para os Algarves recompensar todos aqueles anos passados sem férias.
Carlos foi antecipadamente marcar e reservar os aposentos, Uma unidade hoteleira de 4 estrelas onde as regras de procedimento para os ocupantes, que estavam coladas atrás da porta eram em três idiomas, mas não incluía o português.
Quando chegaram os ocupantes dos apartamentos reservados, dirigiram-se  à recepção para receberem as chaves, mas como falaram português a rececionista hesitava em entregar as chaves. Um dos clientes, como não era de brincadeiras com coisas sérias, exigiu sem demora as chaves e chamou o responsável. Este hesitava em querer entregar as chaves...... entretanto chegou Carlos, viu o que se estava a passar, perguntou porquê aquela situação? O responsável respondeu que aqueles clientes poderiam não se saber informar bem ao não saberem ler as informações que se encontrava atrás da porta do apartamento.
Calos perguntou ao responsável, em que idioma queria discutir o  assunto, mas adevertiu-o de que era obrigado a ter a informação também em português, pois era a língua do país da unidade hoteleira.
Decorridos 30 anos, esses mesmos clientes foram passar as férias na mesma unidade hoteleira, alguns empregados também ainda eram os mesmos, mas os clientes, 50% já eram portugueses e já eram tratados de igual para igual com todos os estrangeiros.
Decorridos mais sete anos, em 2012, esta unidade hoteleira passou o ano com 30% de ocupação e metade desses clientes eram portugueses.
Mas as praias estavam assim: ver foto lado direito.............

 
 

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Volta ao Portugal de hoje, de ontem e de amanhã










 
Alberto, quando caminhando sozinho, agora virado para o sol nascer (foto), aproveitou para arrumar os pensamentos daquilo que havia alguns anos lhe vinha fervilhando no pensamento.
Com mais de 80 anos em cima, sentiu-se traído pela "vida". Quando jovem, viveu uma grande euforia de optimismo, grande fé e esperança num bom futuro.
Concluiu a 4ª classe, era para ir a estudar, mas os seus cinco irmãos mais novos fizeram mudar o seus pais de ideias. Ele acreditou que mesmo sem ir estudar poderia vir a ser um homem de futuro. Trabalhou na agricultura, guardou gado, fez o serviço militar, emigrou, viajou, regressou e ingressou na industria no seu querido e enesquecivel Portugal (foto de agrupamento dinâmico) que proporcionava economia sustentável e futuro, constituiu família, deu estudos secundários  aos seus 4 filhos que depois eles já a trabalhar concluíram alguns superiores.
Cruzava o pais de Norte a Sul e de Leste a Oeste, ficava satisfeito por ter regressado, via o seu país a desenvolver-se com determinação e vontade. Continuou a viajar para o estrangeiro e via que o seu país estava a progredir a um ritmo superior a outros países, ficava contente.
Agradava-lhe ver os campos cultivados e a produzir, os portugueses deslocavam-se e evoluíam. Vaticinou que dentro de algumas décadas os portugueses teriam um nível de vida sustentável dos melhores do mundo.
Com o início do período politico-governamental instável, Alberto começou a sentir-se preocupado, de inicio teve esperanças, mas depois, muito breve, começou a ver o futuro com preocupação mas nunca imaginaria que decorridas quase quatro décadas a imagem fosse a que é.
Quando os netos com a idade que ele tinha quando já trabalhava como um homem, caminhavam sempre com os olhos cravados no telemóvel (foto do lado esquerdo em baixo) e não se apercebiam do que os rodeava, seguiam completamente apáticos ao meio que os envolvia. Para Alberto, aquilo era grave e muito confuso, não anunciava grande futuro, antes pelo contrário, traria um futuro triste.
Hoje, Alberto confirma com muita tristeza, aquilo que já se vinha apercebendo há uma ou duas décadas atrás.
Ele, porque começou a trabalhar aos 12 anos, embora só ajudando os pais, mas aos 16 anos passou a trabalhar como homem, não estava à espera que alguém lhe arranjasse emprego, ele próprio procurava trabalho e não lhe faltava, numa economia sustentável, viajou, emigrou, viveu e trabalhou com outros povos e culturas diferentes enriquecendo-se e ficando de uma mente aberta para saber distinguir e separar o bem do mal, na industria onde trabalhou no seu país dava garantias e futuro económica-financeiramente sustentável para o seu fim de vida.
Agora olha para os netos de vinte e trinta anos, todos com 20 anos de escola, licenciados, mas continuam a passar o tempo mesmo que já la vão muitos anos: a pesquisar no telemóvel à procura de emprego??!!...... ou sentados durante o dia a apanhar banhos de sol, (foto direita em baixo) enquanto houver reforma dos avós...... porque a dos pais já não é garantida.....
Alberto questiona-se agora: quem o traiu foi a vida ou foram as pessoas?..........
 

 
 
 
 









sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Volta ao Portugal de hoje, de ontem e de amanhã




















 







            Há 40 anos


Em tempos se diria que era uma grande esperteza. Hoje, é um "fenómeno". amanhã se verá o resultado.
Há muita gente que já não tem duvidas nenhumas de como vai ser a sociedade de amanha.
Há 40 anos li um livro que dizia que as pessoas dentro de algumas centenas ou milhares de anos iria ser muito diferente.
Há 20 anos dizia eu a uma socióloga amiga minha que a sociedade europeia quando passassem mais 50 anos iria ser muito diferente e com fortes problemas.... Ela respondeu-me muito rápido que nem 20 anos demoraria para que isso acontecesse.
Há três anos disse eu a um grupo de amigos (uma espécie de tertulia) que dentro de 10 anos teríamos uma sociedade europeia e em particular em Portugal completamente diferente.
Basta só pensar como pensavam os portugueses há três anos e como pensam hoje.
As fotos, as de baixo são de  há quarenta anos. As de cima fora adquiridas em 2013.
Vejamos a forma de vida que cada uns fazem:
Um grupo de jovens da foto de baixo,  há 40 anos, eram todos estudantes trabalhadores, trabalhavam de dia e estudavam á noite, (também lá estou eu, sou a cabeça masculina mais visível ao meio) nesta data não havia subsídios para ninguém, jovens só se consideravam jovens até aos 20 anos, a partir daí faziam questão de considerar-se adultos responsáveis, este género de convívios eram feitos no fim de um fim de semana agarrados aos livros, quase todos eles estudavam na universidade, quase todos se formaram e deram grandes quadros superiores de muito empreendedorismo. Os casais andavam com os filhos ao colo sorridentes e criando os filhos em liberdade para que estes livremente pudessem começar logo com os seus primeiros movimentos experimentar os perigos e os benefícios da liberdade de movimentos.
As fotos de cima, o grupo de jovens fazem dança rítmica durante uma manhã de um dia de semana ao som de estridentes altifalantes e com monitores à frente para lhes ensinar a fazer os movimentos. Quase todos estes jovens adultos, que se consideram jovens até aos 35 anos, porque até aí têm direito a subsídios, quase não estudam, vivem quase todos de subsídios não se preocupando em ir trabalhar. A mãe dos filhos desloca-se em cima de carretos sem movimentar as pernas e o que vai no carrinho, que já tem idade e corpo para correr em liberdade à sua maneira, vai ali arrematado como se estivesse a cumprir um castigo com fortes consequencias negativas para o futuro.
Então vejamos a diferença que existe da sociedade de há 40 anos para a sociedade de hoje....
Mas quando eu disse há 3 anos ao grupo de amigos que dentro de 10 anos teríamos uma sociedade completamente diferente, não tive duvidas que poucos deles se teriam apercebido qual a diferem que eu me queria referir.
Não seria uma diferença física, como dizia o livro que eu li há 40 anos que dizia que passadas algumas centenas de anos as pessoas seriam muito diferentes fisicamente.
Não, daqui por mais sete anos, os portugueses, pelo menos 70 a 80% terão um pensar completamente diferente e um conceito de vida muito diferente do que tinham há três anos.
 





sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Volta ao Portugal de hoje, de ontem e de amanhã





























 
Percorrendo o país, todos os dias temos surpresas na alteração das paisagens, umas vezes para melhor, outras para menos melhor. Mas as grandes surpresas vão-nos aparecendo na forma de pensar dos cidadãos e das cidadãs.
Sem duvida que o nosso país nos últimos quarenta anos sofreu alterações, talvez das maiores que já sofreu e ainda estão par sofre a curto prazo, em toda a sua história de quase 900 anos.
Nas paisagens, é só ver as fotos das paisagens que já publiquei e ainda heide publicar neste blogue. As urbanizações também foram nestes últimos 40 anos de tal maneira alteradas que o país está irreconhecivel, ver também fotos já publicadas. 
Nas pessoas, penso eu, que as mudanças foram ainda mais estrondosas. Mas uma das grandes surpresas é que a maior parte das pessoas ainda não se apercebeu, ou não se quer aperceber, ou tem medo de se aperceber das mudanças que se estão a operar e vão operar a curto prazo, dentro de mais meia dúzia de anos.
Há dias ouvia eu um CEO - Presidente e também Catedrático Académico, falar para elites acabados de doutorar (que são cerca de 1000 por ano no nosso país) dizia-lhes que eles estavam a ser vitimas dos mais velhos por não lhes terem um lugar à espera compatível com o seu doutoramento, omitindo a verdade não lhes dizendo que a essa geração foi-lhes dado logo o supremo paraíso assim que acabaram de nascer!... até passarem por todas as escolas, desde a primária ao fim da licenciatura, mais depois o mestrado e o doutoramento foram 25 anos ou mais de escola, isto para estes super-dotados, como os tratou o catedrático.
Vai uma grande confusão nos professores catedráticos portugueses?!
Há uns tempos, também uma professora catedrática dizia em televisão que Portugal estava cheio de licenciados analfabetos!!!!..... em que ficamos?!!!!!
Também pisei o chão de faculdade e sei o que por lá se tem passado (com honrosas excepções).
As fotos, que começam no Vasco da Gama, Luís de Camões, Eça de Queiros e Fernando Pessoa, todos nós portugueses lemos estes ilustres engrandecedores de Portugal e sabemos o que eles escreviam  no seu tempo e o que escreveriam hoje se por aqui passassem! não seria muito diferente ou ainda pior!....
Nas fotos, também está para exemplo, a fotógrafa jornalista que com paciência espera pela verdade na noticia, assim como o primitivo se mostra triste e pensativo, porque será?.... Talvez a pensar como dar a volta a isto para que o comboio não descarrile.
As actuais elites continuam a cometer grandes erros de informação (cada um na sua actividade)