Isto também é progresso.
As imagens que aqui apresento, demonstram bem a realidade destas terras. - clicar sobre as fotos para ver em tamanho grande.
Quando no século XI alguém decidiu investir em alto grau (para a época) nesta Região, talvez não o tenha feito por acaso e com falta de visão.
A construção deste castelo neste século, demonstra bem o interesse e esperança que os decisores da época depositavam nesta região. Passados 1000 anos esse visão parece que retoma .
Infelizmente ainda temos muitos que pensam que é a pisar as uvas no meio da rua protestando por não lhe darem privilégios, em vez de se quererem sujeitar às regras da concorrência leal.
Mas em contra partida, há outros, muitos mais, que deitam mãos ao trabalho e a obra aparece. Esta região que foi deitada ao esquecimento durante muitos séculos e sobretudo nas ultimas décadas, mas agora parece que decididamente arrancou.
As grandes vias de comunicação começam a aparecer. Rasgam-se montes e vales, estabelecem-se pontes gigantes transformando grandes declives em grandes rectas planas.
O produto de excelência, que já há dois mil anos os povoadores o consideraram o seu néctar preferido, que ainda hoje é um dos vinhos mais famosos do mundo, se não o mais famoso de todos.
Quando este país preenche os meios de informação com desgraças de falta de emprego e existe tanto para fazer!..
Nas grandes cidades formam-se organizações só para pedir a quem trabalha, para depois ir entregar esse produto a quem não quer ir à procura do trabalho a onde o há para estes não morrerem à fome. Há tanto por fazer neste país.
Mas nesta região há outra vertente que é o Turismo, que será uma grande promessa do futuro. Nos restaurantes, entra-se à hora das refeições e estão cheios mesmo cobrando os preços normais sem precisarem de andar a reduzir os preços, mantendo e até aumentando a qualidade do produto. Enquanto que nas grandes cidades estes passam o tempo a lamentarem-se, reduzindo os preços e reduzindo (como é óbvio) a qualidade do produto.
Nesta região, não se ouvem as lamechasses do costume nas grandes cidades. Se se sentar numa esplanada, ouve o cidadão comum falar as conversas normais: fala como lhe correu o seu dia de trabalho e o que irá fazer no dia seguinte quando acabar o seu horário de trabalho.
Não é necessário ser-se adivinha para ver que futuramente inverter-se-á a corrente migratória das ultimas décadas.
Alguns pregadores dos palcos dos comícios com tristes exemplos que ainda continuam a dar, cada vez terão menos quem os oiça e quem acredita neles. O cidadão passará a guiar-se pelo seu próprio parecer e orientação e procurará a realidade do futuro.
e
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