sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Volta em 40 anos ao Portugal de hoje, de ontem e de amanhã

A diversidade e contraste paisagística Outonal de Portugal é tão grande quanto rica.
Um país com cerca de 700 quilómetros de comprimento por 300 de largura, tem uma rara diversidade paisagística como climatérica, como poucos países da Europa e talvez do Mundo, se compararmos com a dimensão geográfica.
Por exemplo, por estes dias temos neve na Serra da Estrela e clima temperado - quase tropical - no Algarve, sul do país. As fotos captadas por estes dias, demonstram a beleza natural do nosso país. Também a modernidade com que se está a desenvolver Portugal. Embora por vezes até haja alguma pressa em querer acompanhar o acelerar do desenvolvimento dos países mais desenvolvidos da Europa. Mas um país torna-se desenvolvido quando o seu desenvolvimento material é acompanhado pelo desenvolvimento cultural, que não é isso que tem acontecido em Portugal. E o desenvolvimento cultural não é só haver muitos cidadãos com canudos universitários. Será mais um desenvolvimento sustentado quando os cidadãos têm preparação para gerirem bem os seus recursos económico/financeiros de acordo com as suas necessidades básicas, cultura literária e cientifica.
Embora neste momento, Portugal esteja a passar e a viver um momento particularmente importante e especial. Portugal atravessa neste momento uma fase de redefinição. A sociedade portuguesa está em mudança acelerada. Dentro de poucos anos, teremos mudanças tão profundas que actualmente uma grande parte dos portugueses ainda não se apercebeu de tal situação, e, outros já se aperceberam mas não querem acreditar no que vai acontecer. Era impossível continuarmos a assistir a determinadas situações que se estavam e vinham acontecendo desde há muitos anos, mas agora já não era possível continuar. A dinâmica das sociedades não perdoa. O mundo natural está em constante mutação e quando os homens tentam travar a mudança natural, depois as consequências são muito mais drásticas e penalizantes. Embora sempre assim tenha acontecido, mas o homem tem obrigação e dever de cada vez cometer menos erros. Porque quando o homem comete erros, será sempre ele humanidade a paga-los.
Os homens, no ultimo meio século passado cometeram gravíssimos erros que vão ficar imensamente caros à humanidade. Sobretudo ao mundo ocidental. Não souberam gerir humanamente as benesses que o desenvolvimento cientifico e económico-financeiro trouxeram neste ultimo meio século. O homem envaideceu-se, tornou-se absoluto, estúpido, inculto, convenceu-se que a parte material aparecia sem qualquer esforço. Cada vez havia menos pessoas a criar riqueza. No entanto, todos queriam gastar e consumir cada vez mais. O egoísmo foi muito. Grupos que perderam completamente a estima pela verdade e realidade. Esses grupos que se deixaram escorregar para esse lamaçal, também ainda não redefiniram o novo caminho, e, quanto mais tarde decidirem mudar de caminho, mais difícil lhes será reencontrarem ou encontrarem o novo caminho que se assim não o quiserem poderão ficar perdidos para sempre irremediavelmente.



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