sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Volta em 40 anos ao Portugal de hoje, de ontem e de amanhã



Para quem não viaja por Portugal, pelo menos regularmente, não se apercebe das mudanças que este país está sofrendo nos últimos 40 anos.
Desde as grandes obras à mais pequena alteração, o nosso país já sofreu e está a sofrer profundas alterações. Nas paisagens, urbanização e também na sociedade e nas pessoas que habitam este país.
Há 2000 anos com a romanização, construíram-se grandes obras que não ficaram a dever nada às que se construem hoje (situando-nos no tempo, entenda-se).
A foto do meio é de facto uma obra com essas características, feita no tempo em que ainda não havia a força hidráulica nem mecânica, feita portanto só com a engenharia do braço do homem, mas estas obras perduram durante séculos e milénios resistem a todas as intempéries e erosões.
Se nos debruçarmos perante estas obras construídas há 2000 mil anos ou mais, feitas para por lá passarem só animais e o homem, mantiveram-se firmes até hoje mesmo com o uso de passarem a ser vias de passagem para as potentes e pesadas máquinas que temos hoje. Os arquitectos e engenheiros desses tempos eram de excelentes precisões nos cálculos para essas obras.
Na idade média, mais concretamente no século XVI as embarcações da Flandres que navegavam pelos mares à procura de novos mundos, levavam sempre um português em cada uma delas para em caso de tempestade marítima incontrolável, lá estaria o navegante português para ter as ideias para salvar a embarcação do perigo impensável. Esse navegante haveria de ter uma ideia para salvar a embarcação do maior perigo dos mares. Porque os portugueses já tinham a experiência suficiente dos mares.
Hoje, no século XXI, construem-se obras nada menos arrojadas (situando-nos no tempo) que as construídas há 2000 mil anos
Fotos do lado esquerdo e direito, mostram com é possível alterar uma paisagem natural para uma paisagem moderna de acordo com as necessidades e exigências da sociedade de hoje, habitacionais e vias de comunicação.
Do longe fez-se perto. Do agreste fez-se ameno. Da paisagem rústica fez-se a imagem do paraíso. Desde há um milhão de anos por este país, tudo isto acontece porque o homem sonha e a obra aparece.

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