A nova sociedade que já está a emergir, precisa do desprendimento da menoridade prolongada. Não se pode querer uma sociedade com pessoas a atingir os 30-35 anos de idade e continuar dependentes. Aliás, foram estas leis que levaram a actual sociedade à falência.
Neste momento, já não restam duvidadas de que a viragem é inadiável, tem que ser rápida e eficaz. Pôr fim às politicas de destruição do profissionalismo que se têm vindo a verificar nas ultimas décadas.
A sociedade actual está cheia de contrariedades. Vemos grupos de pessoas - que herdaram e querendo transmitir aos seus vindouros - as praticas de guerras sociais urbanas nas ruas para manter os seus privilégios. Querem continuar, esses pequenos grupos, em posse do poder de dominar a sociedade, custe o que custar!.... são grupos que nada produzem, simplesmente quer o privilégio.
As fotos que apresento acima, adquiridas recentemente espelham isso.
As fotos do nosso lado esquerdo e centro, demonstram bem que tipo de sociedade urbana temos actualmente em Portugal, embora em alguns países europeus não seja muito diferente, mas em Portugal o caso é mais sério.
A foto do nosso lado direito, é o caminho por onde tem que passara a nova sociedade. Em Portugal, actualmente estão a regressar às origens agricultas, mensalmente cerca de 300 casais.
Será que esta gente está a regressar de boa fé às origens agricultas?
Se estão a regressar de boa fé, estão no bom caminho. Mas se estão a regressar atrás do engodo dos subsídios, é mais um desastre que estão a cometer nas suas vidas.
Dizia há cerca de 15 anos, quando a economia do país começou a cair, um conhecido professor de economia em Portugal, que o país só recomeçaria a desenvolver a sua economia quando acabassem os subsídios.
Qualquer português, não precisa de ter passado por uma faculdade de economia para se ter apercebido que os subsídios a quem não trabalha só prejudicaram o desenvolvimento da economia e do país.
As feridas no nosso país e na sociedade portuguesa foram muito profundas, vai levar muito temo a recuperar o bom andamento da sociedade e da economia do país. Nas ultimas décadas elaboraram-se muitas leis e decretos que causaram muitos danos e estão a causar na sociedade e na economia portuguesa.
Todos nós sabemos que não vai ser fácil dar a volta por cima, mas aqueles que estamos lúcidos, cábenos a cada um à sua maneira, ir alertando os males que se fizeram, dando algumas pistas para a nova sociedade, não muitas, porque a nova sociedade tem que ser uma sociedade com cidadãos que não estejam à espera que lhe dêem, tem que ser formada por cidadãos que sejam eles a criar e a desenvolver.
Não deve haver cidadão conhecedor no mundo, que não conheça a celebre frase do antigo presidente americano: - «se queres ter uma boa América não perguntes o que ela tem para te dar.... pensa antes no que tens para para dar».
Mas em Portugal não vai ser fácil fazer esta viragem, ainda hoje eu li num jornal afirmações de uma nova figura publica que o país tinha que dar condições a todos os cidadãos. Parece que essas figuras não sabem que o pais somos todos os cidadãos e se vai dar a alguns, tem que tirar a outros, que é aos que trabalham. Foi por causa dessas politicas, de tirar a quem trabalha para dar a quem não trabalha, que se destruiu uma sociedade e um país.
Há que arrepiar o mais rapidamente desse caminho e voltar ao caminho de todos os cidadãos serem responsáveis e criadores das suas necessidades. Assim passaremos a ter a sociedade que todos gostaríamos de ter.
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