
Se é que existem crises, para umas pessoas uma crise é uma oportunidade, para outras uma crise é uma dificuldade, mas atualmente não se trata de ser uma oportunidade ou uma dificuldade: é tempo de recomeçar.
Para umas pessoas, a economia moderna já há muito que começou a cair, para outros ainda têm duvidas e para outros nem sequer querem ouvir falar nisso, a que está é que é boa.
Em qualquer das circunstancias, a economia de base será indispensável em tempos não muito longe. Em alguns casos já começou, (ver fotos - clicar para ampliar) mas terá que se intensificar muito, muito mais. Depois lá virá a economia que neste momento ainda não se sabe bem como será, mas tudo indica que será uma economia mista: economia de base, economia eletrónica e uma moderna que terá que ser encontrada com estudos e experiências que se adapte aos tempos modernos, mas sobretudo que seja sustentável, que não volte a dar hipóteses aos "habilidosos", classificação muito suave e bonévole, porque eles vão existir sempre e assim que lhes for dado o primeiro sinal de possibilidades de tentarem os seus " truques e malabarismos" não demoram um minuto em tentarem.
A humanidade não se pode deixar ser vitima dos troquistas e malabaristas da economia social, ou seja aquela economia onde se apoia a sociedade. Porque para lição e que vai ficar muito caro já chegou, que vai durar muitos anos a sarar esta ferida.
Existe muita gente inteligente e com vontade de trabalhar aplicando a sua sabedoria e ciência ao serviço das sociedades. Muitos desses cidadãos foram apanhados de pressuriza pelos "malabaristas" atualmente ainda continuam vozes da ilusão, mas como tudo, têm o seu tempo e, esse tempo poderá não ser muito longo. Assim, poderemos em breve ver as coisas a desenrolarem-se de outra forma.
Dizia há pouco tempo um estrangeiro vindo do país mais rico do mundo que Portugal tinha a melhor onda do mundo, se pegarmos na história e quisermos rever e analisar, já há muitos e muitos tempos outros também disseram o mesmo e depois confirmaram-no na prática. Claro que esses malabaristas têm os seus agentes que estão sempre a dizer que o nosso país é pobre, é pequeno, as pessoas são burras e feias, produzem pouco, mas essas pessoas não são mais nem menos aqueles que querem explorar desumanamente as outras pessoas.
Já viajei por muitos países e vivi em alguns, em todos os continentes, sempre encontrei admiração pelos portugueses e nos consideravam inteligentes e trabalhadores, apresentáveis e bons dialogantes.
Está na era de construirmos um dos países melhores do mundo onde os portugueses e quem cá quiser viver tenhamos um dos melhores níveis de vida do mundo.
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