| In Praça do Comercio |
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Europa do inicio da 3ª década de sec. XXI
Portugal
como país europeu e a Europa, estão a viver momentos da grande importância e de
responsabilidade acrescida. Quando estudamos a história do mundo, dos povos e
do nosso país, pensamos sempre que são coisas que aconteceram no passado e que
não voltarão a acontecer mais. As imagens de terror e de horror que nos
habituámos a ver desde os tempos em que estudávamos as grandes guerras mundiais
e o que aconteceu à Europa, sobretudo na 2ª Guerra mundial, ficávamos a pensar
como era possível os seres humanos serem capazes de fazer isso a outros seres
humanos, fazíamos julgamentos de memória própria em silencio.
Mas hoje,
temos pela frente uma Europa desconhecida, não é possível fazer previsões com o
mínimo de credibilidade de futuro.
No pós 2ª
guerra mundial a Europa arregaçou as mangas, deitou mãos à obra, quis reconstruir
uma Europa que fizesse esquecer ao mundo a Europa destruída por monstros e que
eram a vergonha dos europeus, mas esqueceram-se que muitos outros monstros
continuavam, embora disfarçados e
camuflados, que assim que começaram a ver uma Europa já recomposta e com
riqueza para poder começar a dar a todos os europeus uma vida digna, esses
monstros camuflados vai de vestirem a pele de cordeiro, saltarem para as ruas a
apregoarem que a riqueza era para distribuir por todos, riqueza essa que não
tinha sido criada por todos, e, através da violência começaram a enfrentar tudo
e todos para passarem toda essa riqueza para o lado deles, mesmo não tendo sido
eles a criarem-na.
As lutas
intensificam-se e as pessoas de bem, os que criaram a riqueza, foram cedendo,
porque enfrentar esses guerrilheiros urbanos não é fácil, eles são
tremendamente manhosos e perigosos, é nas lutas aguerridas que eles são
especializados, em mais nada.
Todos
aqueles que fizemos um serviço militar dignamente pela pátria e nós portugueses
fomos muitos e, principalmente aqueles que foi a nível internacional e
intercontinental, sabem quão é importante os seus povos terem uma segurança
nacional própria boa e adequada às circunstancias em qualquer momento e em
qualquer data, mas em toda a Europa e ainda mais em Portugal, nas ultimas
décadas essa segurança foi desbaratada de uma forma destruidora, custa a crer
que não tenha sido intencionalmente.
Dizia um
ex-governante europeu que pertenceu aos partidos socialistas e os abandonou por
discordar das suas políticas, já falecido, que essa gente só sabia e era
especializada em assaltar Orçamentos de Estado, mas quando a produção europeia
já não fosse capaz de suportar a máquina socialista, aconteceria o inesperado.
Esse inesperado já está a acontecer.
Enquanto
essa gente depois de assaltar o poder com tudo o que lhes foi possível, desde
armas a esquemas eleitorais, passando por uma boa parte da imprensa
reconvertida à obediência total e com ajuda de outros pontos do Planeta, se divertiam
e divagavam no comando da Europa, fazem leis estranhas, fúteis, esquisitas e
outras coisas assim, enquanto os monstros que esperavam a oportunidade, não
perderam tempo e deram início à preparação para os seus objetivos de sempre.
Enquanto
todo esse tempo ia passando, os que tinham vestido a pele de cordeiro, com as
suas más governações foram transferindo e esvaziando a Europa das suas riquezas
para parte incerta, daí nos últimos tempos terem começado a aparecer pessoas
como os mais ricos do mundo, gente que nunca ninguém tinha conhecido ou ouvido
falar, sem passado de criar riqueza.
Hoje, temos
uma Europa a começar a ser invadida por aqueles que se foram preparando enquanto
no poder da Europa se divertiam às leis esquisitas, fúteis e estranhas.
Agora temos
uma Europa baralhada completamente, ignorante e assustada.
O invasor,
que já sabe muito bem o que anda por cá, de vez em quando vai dando uns
gritinhos de severidade, porque já sabe que os que estão no comando da Europa,
ao ele gritar, os de cá ficam de tal maneira descontrolados que vão logo pedir auxílio
ao “amigo” do outro lado do Atlântico, mas este já não é o amigo que era
noutros tempos.
Esperemos
que a Europa sofra o menos possível até ter nos seus comandos os verdadeiros
europeus para reporem a Europa de novo a criar a riqueza que sabe criar e uma
Europa que retome o caminho Europeu.
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