sexta-feira, 6 de maio de 2011

Volta ao Portugal de hoje, de ontem e de amanhã
















Face ao período que estamos a atravessar e a viver, obriguei-me a sair das ultimas quatro décadas e ir ao início da nossa história. Estas três fotos representam períodos muito diferentes da nossa história.

A foto edifícios novos, representa o início do século XXI até 2010. A foto passeio maritimo representa a ultima metade do seculo XX. A foto mapa ibérico representa o inicio da nossa nação e história.

Quando 200 anos a.c. os romanos entraram na peninsula ibérica e chegaram ao extremo ocidente, o primeiro governador a instalar-se no territorio que lhe haVerificação ortográficaveriam de chamar Lusitania, disse: - no extremo ocidente da peninsula ibérica existe um povo que não se governa nem se deixa governar.

Logo no inicio da era de Cristo, Trajano, um filho lusitano nascido perto de Sevilha, governador da Lusitania e mais tarde imperador do Império Romano, desfez um pouco esse mito ingovernável do povo luisitano, que ao longo dos séculos e milénios haveria de demonstrar que de facto os lusitanos são um povo especial.

Talvez porque somos um povo descendente dos primeiros povos indoeuropeus, descendentes dos primeiros hominídios europeus que há cerca de um milhão e duzentos mil anos, se começaram a deslocar pela europa abaixo seguindo o Sol, porque era o Deus que adoravam, e quando esbarraram com o mar na costa ocidental que hoje é Portugal, se começaram a fixar e gerar uma raça humana proveniente de todos os povos europeus, que viria a dar um povo que mais tarde se viriam a chamar Lusitanos.

Afonso Henriques, um descendente de sangue francês e ibérico/árabe, haveria de formar um reino que se haveria de chamar Portugal, e os seus habitantes portugueses.

Na cidade de Zamora, que também pertenceu à Lusitania, está uma estátua de um homem de bronze com um grande carneiro ao seu lado que diz: Viriato - o terror de los romanos.

Todos nós sabemos que Viriato é um filho do território que hoje é Portugal, e talvez Viriato seja um dos Lusitanos que melhor expressou o pensar do povo lusitano.

Na idade média, Portugal foi um país que não só se governou bem, como soube governar e dar novos mundos ao mundo. Todos os verdadeiros portugueses e muitos estrangeiros, sabem reconhecer a obra que Portugal fez por esse mundo fora.

Mas agora, no final do século XX e inicio do século XXI, lembramo-nos perfeitamente que nas últimas décadas tem havido alguém que se movimentoa pelos corredores da governação do nosso Portugal e já tem dito: tem que se tomar as medidads tal, para Portugal não se tornar um país ingovernável.

Mas essas criaturas que têm dito isso, não representam verdadeiramente os portugueses!... Estão nos lugares da governação, por artimãnha e habilidades, para não dizer doutra maneira.

Se a nação lusitana/portuguesa não fosse de facto um povo especial, não teriam na idade média, quando este povo eram uns escassos dois ou três milhões de habitantes, dado mundos ao mundo. Continuamos a ser um povo especial, Está-nos no nosso génesis. E a prova é que hoje com dez milhões de habitantes no nosso país, mais cerca de cinco milhões de luisitanos espalhados pelo mundo inteiro, continuamos a ter portugueses que são os melhores do mundo em todas as áreas!... desde a ciência ao desporto, em particular na área laboral.

Simplesmente Portugal está no estado em que está neste momento, porque os falsos portugueses apoderaram-se do espaço das decisões do nosso país nos ultimos tempos e levaram o país à situação em que está.

Mas os portuguese, mais uma vez e sem demora, vão dar de novo cartas ao mundo e demonstrar mais uma vez quem é a alma Lusitania.

Portugal dentro em breve será governado por verdadeiros portugueses, aqueles que sentem o sentido da responsbilidade correr-lhes nas veias, e não o oportunismo de fazer fortunas desmedidas à custa do erário publico.

Portugal voltará a ser um país governável e governado inteligentemente a favor dos portugueses, mas desta vez, provévelmente será para ficar por muito, muito tempo.




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