sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Volta em 40 anos ao Portugal de hoje, de ontem e de amanhã

 
 
 
 A nova sociedade que poucos sabe-la, ou melhor, muitos a sabem mas poucos ousam declara-la, uma sociedade que se formou nas ultimas décadas, que não era  nem foi aquilo que se esperava e/ou precisava para continuar o progresso do país, a economia de números enganados institucionalizou-se, não há mais tempo para debates de ilusões.
A foto do nosso lado esquerdo representa bem a sociedade que temos:
Adultos vivendo um luxo de vida que na realidade não têm, mas que pensam e observam à procura daquilo que acham que lhes está a faltar, que já têm a certeza que não vão continuar a ter, mas que entretanto vão aproveitando viver o momento, vivendo o dia de hoje, porque para esta geração o que conta é o dia de hoje.
O adolescente já não acredita absolutamente nada no presente. Segura a cabeça com as mãos tentando concentrar-se no pensamento, tentando alcançar visão para o futuro. Ele precisa de descobrir o futuro.
O futuro para este jovem adolescente, está nas duas fotos seguintes. A do meio e a do lado direito. O desenvolvimento das potencialidades naturais que existem, que são imensas. Perdeu-se foi nos últimos tempos essa visão. Nas ultimas décadas perdeu-se a noção da realidade. Viveu-se a ilusão dos discurso oratório, demagógico, dos números empolados.
As sociedades do futuro, depois de reencontrar os caminhos e alinhar novamente as novas gerações, vai ter que escrever bem a história das ultimas décadas para que tamanho desastre não se volta a repetir.
Nas três ultimas décadas do século XX e na primeira do século XXI destruiu-se toda a riqueza que se construiu até essas datas.
A riqueza material é mais fácil recuperá-la, mas a riqueza humana e das sociedades vai levar mais tempo a repô-la.
 Presentemente assistimos a debates protagonizados por interlocutores que conhecemos desde há muitos anos. Se não os conhecêssemos ficaríamos mais confusos, mas conhecendo-os e conhecendo o seu passado, ficamos abismados com as declarações e afirmações que produzem.
Para alem de muitas ideias que possamos fazer sobre estas personagens, há duas que nos ficam na memória: ou eles estão de tal maneira tresloucados a já se estão a auto-julgar pelos erros que cometeram contra a sociedade, ou estão de tal maneira assustados reconhecendo os erros que cometeram contra a sociedade e agora estão em pânico sem saber o que lhes poderá acontecer.
Há cerca de dois anos que o nosso país e a sociedade portuguesa estão em acelerada mudança e cada dia que passa a velocidade aumenta até chegar aos 100%
Podemos comparar com um automóvel que inicia uma estrada cheia de curvas e contracurvas, descidas e subidas com a percentagem de inclinação variada até chagar à estrada com menos curvas e menos subidas e descidas, que lhe levará cerca de 10 anos a percorrer essa estrada sinuosa.
  


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