O Homem da Barca D`Alva, que aparecia todos os dias de manhã com o Burro carregado de produtos para vender aos turistas que chegavam nos Barcos vindos da Foz e de todo Douro à procura de coisas de qualidade, e, aí, compravam tudo o que tivesse qualidade e novidade.
Mas as lojas do turismo, no Cais que foi construído com o dinheiro dos contribuintes para aí receber os turistas com os nossos produtos e assim melhorar a economia do País, essas não, essas, fins de semana e Feriados estão fechadas. E nos dias em que estão abertas, muitas vezes entra-se lá e não está lá ninguém.
O Homem do Burro, cada dia que passa esfrega mais as mãos de contente pelo crescimento do negócio que vai de vento em popa. Até já os empresários da empresa do Turismo repararam nisto!.. lamentando que quando os barcos chegam ali nos fins-de-semana e feriados encontrem as lojas do Cais fechadas.
Provavelmente, em vez de terem subsidiado a construção das lojas (com o dinheiro dos contribuintes) para porem lá pessoas que também só estão a pensar nos subsídios em vez de saberem explorar o negócio, se tivessem dado o terreno a preços acessíveis a pessoas que construíssem por conta-própria, essas pessoas estariam hoje a explorar bem o negócio, vendiam-se os produtos nacionais, os turistas iam satisfeitos, a economia do país crescia e o nosso dinheiro dos contribuintes não teria sido gasto só para satisfazer vícios!...
As fotos, mostram algumas situações das grandes potencialidades de Turismo na Região. Pena é que durante estas décadas de ouro, o ouro tenha sido entregue ao bandido.
Mas agora, já começam a aparecer alguns sinais que dentro de alguns anos teremos uma nova sociedade e aí sim, as coisas começarão a tomar outro rumo, o rumo certo.
A Barca D`Alva já foi em tempos um local de grande importância comercial para a Região. Desde o tempo em que adquiriu o seu próprio nome, embora haja várias versões, mas teria existido em tempos remotos ali um Homem com uma Barca Branca que fazia o transporte das pessoas de um lado para o outro do Rio, Douro, e a partir daí, com a vantagem de ser também junto à fronteira com a Espanha, se iniciou um entreposto comercial dos mais importantes da Região.
Cremos querer, que novos tempos virão em breve, com novas gentes ou as mesmas que já lá estão, mas que comecem a pensar independentemente e se deixarem de ser alienadas, que pensem pela sua cabeça, que decidam recomeçar uma nova era. A era da mudança.
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