Trabalhava como freelancer, o seu objectivo e ambição era fazer as suas reportagens o mais independentemente possível. Ouvia dizer que os jornalistas eram o espelho dos políticos e a Imprensa era o 4º poder.
Assim sendo, actualmente o nosso país tem fracos jornalistas, para não dizer: tem alguns bons, uns poucos menos maus e maioritariamente são pauzinhos mandados. Depois há os que são representantes de grandes interesses, por isso esses não informam, desinformam, que é o mesmo que dizer que a função desses é lançar a confusão.
Quando o cidadão comum tenta ver os acontecimentos com os seus próprios olhos e a sua mente, fica com uma ideia dos acontecimentos mais ou menos como aconteceram e depois vê esses acontecimentos na imprensa e são maioritariamente apresentados ao contrario do como aconteceram.
Assisti eu pessoalmente e com os meus olhos a uns acontecimentos noutro continente, terceiro mundo, passados uns meses vi-os passar num canal de televisão e não tinha nada a ver com a realidade a forma como aconteceram.
Claro está que também nos é apresentada muita informação que corresponde à verdade, mas lá está: muitos políticos mentirosos, de vez em quando vão dizendo algumas verdades que é para que as mentiras passem melhor. Temos é que saber escolher as pessoas e os órgãos de informação credíveis, porque se vemos aqueles que às vezes dizem alguma verdade sensacional, estão-nos a iludir para nos impingirem mentiras logo a seguir.
As fotos que acompanham, revelam como às vezes através do sencionalismo podemos ficar presos a um ecrã durante muito tempo e que o conteúdo não não tem expressão nenhuma.
O nosso país e o mundo em geral, atravessamos uma época perturbada à procura da definição.
Ela acabará por vir. Poderá eventualmente demorar mais tempo do que nós pensamos ou desejaríamos. Mas acabaremos por ter bons jornalistas e bons políticos.
Se fizermos uma rectrospectiva de algumas décadas, lembramo-nos de que houve tempos em que se; lia, ouvia e acreditava na imprensa. Depois veio a fase em valia tudo, os maiores órgãos de informação estavam totalmente ao serviço de interesses, logo diriam só que lhes convinha mediante os seus interesses e informar os cidadãos era zero. Actualmente e por isso muitos freelancers tentam fazer a sua informação de acordo com o acontecimento real, embora depois também haja alguns que troco de compensações fazem também a informação de acordo com a vontade do seu cliente, que é quem lhes compra a informação.
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