sexta-feira, 15 de junho de 2012

Volta ao Portugal de hoje, de ontem e de amanhã





 Precisamos de regressar o mais rapidamente possível à produtividade alimentar sustentada e autentica.
O maior problema do nosso país não é falta de dinheiro, mas sim produtividade autentica e sustentável.
Assim como aconteceu nos números nas instituições financeiras, números empolados e fictícios, que destruíram por tempo indeterminado essas instituições e muitas desaparecerão para nunca mais voltarem, culpa e responsabilidade de muitos, que alguns ainda se pavoneiam por algumas dessas instituições, embora já com menos arrogância e de cara já um pouco cabisbaixa, mas ainda circulam por aí.
Na produção alimentar também aconteceu um pouco da mesma maneira:
À base de produtos químicos, hormonas e outras coisas parecidas, pensavam que substituíam a produção sustentada e saudável, que grande parte dela era biológica por natureza, os produtores estavam a fazer essa produção biológica sem exigir qualquer contrapartida, só queriam que lhes comprassem os produtos a um preço razoável.
Mas as novas leis, sobrecarregaram uns com impostos, para transformar esses impostos em subsídios para pagar a esses que estavam a fazer um bom trabalho, para não produzirem. Era ve-los com as suas pequenas organizações parados à espera que lhes entregassem esses subsídios prometidos.
E assim, a produção alimentar sustentada e saudável desapareceu quase por completo. Até que a produção alimentar produzida industrialmente acabou por também ficar insuportável em termos de custos  e por falta de quem ali quisesse trabalhar. Os que deveriam ir trabalhar para lá, não iam e ficavam à espera do ordenado vindo dos subsídios para os que não queriam trabalhar, enquanto esses produtos iam arruinando a saúde das pessoas.
A foto do nosso lado esquerdo não é a mítica ilha de Tróia que foi destruída pelo fogo ateado por aqueles que já não suportavam  a sociedade insuportável que lá vivia algures situada entre o Mediterraneo e o Médio Oriente, mas sim uma ilha situada na costa portuguesa agora renovada depois de uma rasia feita não pelo fogo mas sim pela má gestão do homem durante algumas décadas que provocou o abandono total. Agora recuperada e já bem administrada, aí está ela para durar e progredir.
As fotos do meio e do lado direito, mostram sem duvida nenhuma, espaços de produção alimentar que não se deixou iludir pelos subsídios fáceis, mantendo a estrutura vinda dos tempos sem ilusões e assim hoje continua sem sobressaltos com a sua boa produção e bom progresso.
Precisamos de regressar sem perdas de tempo, ao tempo da produção alimentar sustentável, saudável e confiante.
Já vemos alguns sinais de progresso nesse sentido, mas ainda temos demasiadas pessoas hesitantes. Felizmente que a viragem deu-se antes que acabassem as gerações que ainda se lembram da realidade. E assim servirão de guias para recomeçar o bom caminho em todos os sentidos.



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