terça-feira, 4 de julho de 2023

Volta ao Portugal de hoje, de ontem e de amanhã: Europa - 04-07-2023

 
Decréscimo de economias europeias nos últimos 50 anos








                                                                          EUROPA

Vivemos tempos incertos, a Europa está a passar por situações das mais aflitivas que já terão passado desde que existe como Europa, desde a sociedade à economia e à segurança.

Começando pela segurança, andaram adormecidos em reuniões famosas queimando tempo a decidindo quantas cores deviam ter bandeiras de grupos de todos os vegetarianos, impedindo que muitos nascessem e como se desviassem marcassem a data para morrer, até que uma guerra lhes/nos batesse à porta. Agora, enquanto vão sofrendo e fazendo esforço penalizando os cidadãos para ver como hão-de suster essa guerra, mas a guerra interna cada vez se agudiza mais e é mais real.

Na economia, os números que vão sendo apresentados são de pouca confiança. Quem os apresenta, acredita mais neles do que os a quem são dirigidos. Quem os apresenta, aprendeu a trabalhar com números de convenção, desde a primeira escola que frequentou até à última escola que frequentou. Depois, também essas pessoas vêm de quem já lidou com esses números fantasiosos, mas voltando aos que agora estão a lidar com esses números, eles, ao entrarem pelos caminhos que entraram, entraram por caminhos com muros muito altos, sem hipóteses de saltarem fora desses caminhos emparedados, assim, só tinham um caminho a seguir, era segui-lo, e seguiram-no, voltar para trás não lhes era possível. Assim, eles próprios se foram autoconvencendo que se calhar estavam a seguir o caminho certo até, porque nunca tive a hipótese ou oportunidade de trilhar outro caminho. E, assim vão vivendo, apresentando números em que só eles próprios acreditam. É esta economia que temos numa Europa que cada vez são mais os que já não acreditam. Mas, os que ainda acreditam, também já não acreditam, mas fazem que acreditam, vão tomando decisões de imposição, conforme a pressão que vão sentido de cada lado, sempre à espera que dê certo, que alguém aprove.

Socialmente, a situação é muito mais satisfatória, porque a falta de recursos ainda se vai controlar, mas a falta de ideias é muito mais difícil de controlar, ou melhor dizendo, ideias erradas causam situações muito mais perigosas, porque a economia e finanças só falharam e faltou para alguns, que são os que na realidade funcionam e fazem funcionar essa economia e essas finanças.

Os europeus que sempre tomaram conta da Europa e tornaram-se no continente mais próspero do planeta, tempos que também foram vítimas da sua própria vulnerabilidade. Depois de terem construído uma Europa com esforço e trabalho de acordo com as possibilidades de cada um, e assim os resultados apareceram também a corresponder a esse esforço, acharam que poderiam dar um ar de graça de beneméritos e, foi aí que quem sempre esperou por essa oportunidade não perdeu tempo e avançou de imediato. Logo, os beneméritos não tiveram mais oportunidade de controlar o seu mundo que construíram. Os aproveitadores não mais recuaram, o avanço foi-lhes mais fácil do que eles pensavam. Assim, tomaram conta da riqueza criada, retiraram-se a sua parte para passarem a viver como Lordes e, foram entregando todas as outras partes a quem os iriam ajudar a pôr fim ao mundo criado por outros. Esse mundo está quase a acabar. Diziam muitos desses ajudados, que a Europa em breve se chamaria Eurábia, outros que ainda se encontravam do lado de lá, que havia um mundo novo que os esperava do lado de cá, era fácil, era só atravessar o mediterrâneo.

Agora, já quase todos juntos deste lado do mediterrâneo, vão lançar os golpes de ataque e de experimentar forças, para ver com que as armas devem iniciar a batalha final.

Mas há uma terceira força, que é muito confusa, são intelectuais europeus especialistas e difusores de assuntos europeus que seguem caminho aos zig-zags.  São eles que difundem as notícias, falsas ou verdadeiras, mas mais falsas do que verdadeiras. Custa a creditar, que eles não sabiam, que se os que planeiam chamar Eurábia à Europa, se um dia sofreram algum poder, os primeiros a ser vítimas eram, esses que agora difundem notícias, mais falsas que verdadeiras  .

Mas há uma esperança nos europeus, esses que aprenderam a tratar os números com verdade, porque sentiram e sente se erram, o erro lhes cai no corpo, por isso ouvem os que apresentam números falsos, como se fossem gente passageira, deixá-los cair por si próprio. Quando caírem, alguém os levantará e lhes dirá: segue por este caminho e vem connosco porque é este caminho que nos leva à Europa.

 



Sem comentários:

Enviar um comentário